Dia Municipal do Bombeiro ao longo do mês de maio

Mais uma vez sob o lema «Voluntários por opção, Profissionais na ação», decorrem, até 21 de maio, as comemorações do Dia Municipal do Bombeiro. A iniciativa da Câmara Municipal de Palmela pretende homenagear os bombeiros e integra iniciativas distribuídas pelas três corporações do concelho.

O programa do Dia Municipal do Bombeiro 2006 vai estar centrado na freguesia do Poceirão, onde se realiza, na tarde de 20 de maio, um simulacro de acidente numa passagem de nível, que envolverá as três corporações de bombeiros do concelho: Pinhal Novo, Palmela e Águas de Moura. É também no Poceirão que, no Domingo, 21 de maio, terá lugar a sessão solene de homenagem a todos os bombeiros do concelho.

A apresentação pública do programa comemorativo do Dia Municipal do Bombeiro decorreu em conferência de imprensa realizada na Sexta-feira, 5 de maio, pelas 17 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Palmela, na presença de representantes das Direções e Comandos das corporações envolvidas. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo fez-se representar pela presidente da Direção, Profª. Aurora Serrão, e pelo Comandante Fernando Pestana.

PROGRAMA

12 de maio (Sexta-feira)
15h00: Simulacro na Escola Hermenegildo Capelo, em Palmela

13 de maio (Sábado)
15h00: Debate “Reformas e parcerias com o Estado no âmbito da proteção e socorro” – Auditório dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo (com moderação do presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Águas de Moura, José Cardoso)

14 de maio (Domingo)
10h00: ”Gestos que salvam” – Ações de formação com os munícipes, abertas a toda a população do concelho, nos quartéis de bombeiros do concelho
16h00: Passeio de cicloturismo inter-bombeiros, com partida do quartel dos Bombeiros Voluntários de Águas de Moura

16 de maio (Terça-feira)
19h00: Jogo de Futebol entre os veteranos do Palmelense Futebol Clube e a seleção de bombeiros do concelho, no Complexo Desportivo Municipal de Palmela

20 de maio (Sábado)
17h30: Simulacro de acidente na passagem de nível do Poceirão, envolvendo as três corporações de bombeiros do concelho e todos os agentes da proteção civil

21 de maio (Domingo)
08h00: Hastear de bandeiras com toque de sirene nos quartéis dos Bombeiros Voluntários de Palmela, Pinhal Novo e Águas de Moura;
09h30: Exposição de viaturas de socorro e de combate a incêndios – Rua Principal do Poceirão
11h15: Receção às entidades oficiais – Junta de Freguesia do Poceirão
11h30: Desfile apeado e motorizado – Rua Principal do Poceirão
12h00: Sessão Solene de homenagem aos bombeiros do concelho – Pavilhão Multiusos Mário Bento
13h00: Almoço convívio entre a Câmara Municipal, Juntas de Freguesia, Direções, Comandos e Corpos Ativos das Associações de Bombeiros do concelho

Fonte: HR, c/ Fernando Pestana e Câmara Municipal de Palmela

No quartel de bombeiros, no 25 de Abril

Se perguntarmos aos pinhalnovenses, em especial aos ligados ao movimento associativo da freguesia, «onde é que você estava no 25 de Abril… de 2006?», muitos responderão: «Em frente ao quartel dos bombeiros».

Como já é tradição, em Pinhal Novo, representantes do movimento associativo reuniram-se, na tarde soalheira do feriado de abril, em frente às sedes dos Bombeiros Voluntários e da Junta de Freguesia de Pinhal Novo, onde receberam e distribuíram cravos vermelhos, e daí desfilaram pela Avenida da Liberdade até ao Largo José Maria dos Santos, no coração da vila. O desfile comemorativo do 25 de Abril foi encabeçado pela fanfarra da corporação, com o estandarte transportado pelo bombeiro Rui Jorge Silva, e integrou os principais responsáveis políticos do concelho e da freguesia, incluindo a presidente da Câmara Municipal de Palmela, Ana Teresa Vicente.

Pela primeira vez, nos últimos anos, o aniversário da Revolução de Abril foi também evocado dentro do quartel, através da apresentação, no auditório, da peça “Dar uma no Cravo”, pelo Grupo de Jovens do Centro Comunitário de S. Pedro, da Caritas Diocesana de Setúbal. Foi uma apresentação multimédia – com a particularidade das condições técnicas no auditório, especialmente a nível de som, terem sido asseguradas por um jovem elemento do Corpo de Bombeiros* –, em que, a palavras sobre a liberdade proferidas em palco, se juntaram uma forte banda sonora e a projeção de vídeos, textos e imagens históricas sobre a Revolução.

A apresentação terminou com o filme da visita de um grupo de jovens à cadeia de Peniche, que albergou vários presos políticos durante o Estado Novo, agora transformada em museu. E, claro, com a “Grândola Vila Morena”, de José Afonso.

Uma responsável pelo grupo de jovens atores explicou, depois, que o Centro Comunitário de S. Pedro desenvolve, nas localidades de Lagameças e Cajados, um trabalho, no terreno, com crianças do 1º Ciclo e jovens, e de apoio às suas famílias, sob o lema de “aprender para crescer”. O espetáculo trazido à Associação foi criado há dois anos, para o projeto “Março a Partir” e, pelo seu conteúdo histórico, mantém-se atual. «Muitos de vocês ainda não estavam cá no 25 de Abril», disse a representante da Caritas, para a muito jovem assistência, explicando que o objetivo da apresentação foi lembrar e sensibilizar os mais jovens para o 25 de Abril de 1974.

E você, onde é que estava no 25 de Abril?

A pergunta, lançada de chofre a José Joaquim Serrão, combatente na Guerra Colonial, tem uma resposta que mostra bem como a história portuguesa contemporânea está ainda por fazer. «Estava na Guiné, mais precisamente em Farim, e só soubemos do 25 de Abril no dia 26 à noite, foi quando soubemos que tinha havido um golpe militar em Portugal, através de um africano que ouviu a notícia na rádio da Guiné Conacri», conta o Segundo Secretário da Direção dos BVPN.

José Serrão fazia parte, há quase dois anos, de uma companhia chamada “Caçadores Africanos 14”, «mais conhecida por Baga-Baga», que tinha sido formada pelo general Spínola e era constituída por pelotões (seis) de africanos que integravam o exército português.

«No dia 28 de abril, ainda tivemos recontros com os guerrilheiros. Depois, resolvemos estabelecer contactos e marcámos um encontro na mata para entrar em conversações com o PAIGC [a organização política que combatia pela independência da Guiné e Cabo Verde]», recorda José Serrão. E acrescenta: «É bom que se diga que eu não me senti vencido na guerra, nem os meus companheiros. O que nós queríamos era pôr fim àquela situação. E penso que era também este o sentimento da outra parte».

Dessa experiência, para além das memórias do abandono da “sua” tropa por Portugal, da violência e da «confusão tremenda e desorganização completa», ficou-lhe uma “imagem de marca” que ainda o persegue. Conta, entre risos: «Foi lá que comecei a fumar cachimbo. Eles eram muçulmanos, fumavam cachimbo e bebiam Fanta e Coca-Cola, bebidas que ainda não tinham chegado a Portugal e que até era proibido trazer para cá. Também fumavam e mascavam castanha de cola e era isso que explicava que fizessem aquelas caminhadas no mato completamente frescos, enquanto nós vínhamos de rastos…».
…………………………….

*A Direção da AHBVPN apresenta um agradecimento especial ao bombeiro Artur Barreira, pelo apoio técnico prestado à peça de teatro.

Fonte: Helena Rodrigues (Reportagem)

Uma surpresa de terras de Sua Majestade

A família alargada dos BVPN conta com mais um novo elemento, a filha do Afonso, o nosso homem-que-tem-andado-por-Londres. Já conhecem a Fatinha de Sousa, que no dia 5 de maio completa 3 meses.

À distância de um clique. É como têm estado os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo para o bombeiro Afonso Sousa, desde que decidiu ir tentar a sua sorte para Inglaterra. Mesmo exonerado do Quadro Ativo dos BVPN, por ordem de serviço de 1 de maio de 2005, Afonso nunca deixou de acompanhar a vida da sua corporação, através deste sítio. Aqui sim, pode-se verificar como a Internet veio mesmo permitir a expansão da “aldeia” até uma escala global.

«Amigos, tenho-vos acompanhado aqui de longe graças a esta maravilhosa página», escrevia o Afonso, em 27.03.2004, no livro de visitas. Os testemunhos do nosso bombeiro-emigrante, que foram chegando desde terras de Sua Majestade, são prova desta proximidade de quem está, afinal, fisicamente afastado. Dois anos depois daquela mensagem, ao comentar, no passado dia 27 de março, a notícia do último treino dos seus camaradas na Serra da Arrábida – Ler –, Afonso não resistiu a confessar-se emocionado por poder, assim, matar saudades dos seus tempos de bombeiro. Essas saudades que, no 53º aniversário da Associação, em 1 de maio de 2004, o fizeram aparecer de surpresa no quartel (apesar de não ter podido integrar a formatura por uma peça do seu fardamento já ter ido parar a um dos colegas).

Nascido em 19 de setembro de 1983, Afonso da Conceição Sá de Sousa ingressou no Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo, como Cadete, em 2000. Em 2002, frequentou o curso para promoção ao posto de bombeiro de 3ª classe, recebendo as respetivas divisas durante as cerimónias do 52º aniversário da Associação – Ver Foto.

Não seria, portanto, por o pai estar momentaneamente (esperamos) fora do Corpo Ativo, que deixaríamos de noticiar a chegada da Fatinha de Sousa à família alargada dos BVPN, antes mesmo da Milene, da Margarida e do Daniel. Ela nasceu no passado dia 5 de fevereiro.

Muitos Parabéns, Afonso! E obrigada por nos fazeres ver que, no mundo demasiado conturbado dos bombeiros portugueses, este sítio (ainda) é capaz de valer a pena!

Fonte: Helena Rodrigues com Américo Silvestre e foto gentilmente enviada por Afonso Sousa

Daniel…

Ora aí está o primeiro representante do sexo masculino, na geração BVPN 2006. O Daniel chegou pequenino, porque resolveu nascer na tarde de 30 de março, quando só era esperado lá mais para o fim de Abril. Muitos Parabéns, João e Irene!

Não cabia em si de contente, o bombeiro João Daniel Joaquim, ao dar a novidade de que já é pai do Daniel. «Nasceu ontem [30 de março], às 14h26m, com 2,730 Kg… E eu vi tudo e também ajudei!», contou.

Pai aos 24 anos, o João Daniel (Foto) pôde, assim, experimentar a sensação de acompanhar e auxiliar a mãe do seu filho, a Irene, no trabalho de parto. E já concretizou uma das suas vontades, manifestada há pouco mais de um mês, a este sítio (Ler Notícia). O nosso bombeiro dizia-se desejoso de sentir o bebé nos seus braços «e de ir beber uns canecos com ele»… O primeiro desejo já pode ser satisfeito; o segundo virá a seu tempo.

O Daniel Filipe Cristo Farias é, também, primo da Joana Valente, que completa 2 aninhos no próximo dia 16 de Abril, e cuja chegada à família dos BVPN também foi aqui saudada. O pai do Daniel e a mãe da Joana são irmãos (e muito parecidos), portanto os Parabéns pelo alargamento da família também são extensivos aos tios do Daniel, a Magda Joaquim e o bombeiro Vítor Valente (Conheça). Já só falta referir que as mães do Daniel e da Joana pertencem à fanfarra da corporação (só esperamos não ter baralhado os laços da grande família dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo!).

Em nome de toda a Associação, enviamos ao João Daniel e à Irene (cujo casamento também foi partilhado connosco – Ler Notícia) um grande beijinho de Parabéns. E que tudo corra pelo melhor!

Fonte: Helena R, com foto orgulhosamente enviada pelo pai do Daniel

Margarida…

Pouco depois da Milene, chegou à família dos BVPN a Margarida Marta, que nasceu na tarde de quinta-feira, 16 de março. E que também é linda! Parabéns Carlos, Magda, Adosinda e Segundo Comandante!

«Mas que bebézinha tão bonitinha!», exclamou Américo Silvestre, o nosso Webmaster, ao ver as fotos da Margarida. O bombeiro Carlos Marta também a achou encantadora, assim que a viu, mas pensou que talvez fosse dos seus olhos de pai, aos 23 anos. Carlos confessa que os outros bebés da maternidade lhe pareceram um bocado «esquisitos»: «Achei que era por ser minha filha que a via de outra forma, mas, pelos vistos, não…» [risos].

A Margarida nasceu às 16h28m do dia 16 de março, no Hospital CUF Descobertas, em Lisboa. Pesava 3,420 Kg e tinha 49 cm de comprimento. E quase obrigava o pai a ter de escolher entre assistir ao seu nascimento ou ao de uma associação local – a Associação “Amigos da Festa Brava de Pinhal Novo” –, de que foi um dos três fundadores, e que tinha a escritura de constituição marcada para as 14 horas dessa mesma tarde, no Cartório Notarial de Palmela. Para o bombeiro, foi uma corrida contra o tempo: «Saí do Notário e ainda cheguei a tempo do parto, mas a médica decidiu, à última hora, que tinha de fazer cesariana e, por ser uma cirurgia, eu já não pude assistir», conta.

Felizmente, tudo acabou em bem. A Margarida Alves Marta, primeira filha do casal Carlos e Magda, veio inaugurar a 3ª geração de uma família de bombeiros: é a primeira neta da bombeira de 2ª Classe Adosinda Queirós e do Segundo Comandante da corporação, e vogal da atual Direção, Francisco Marta.

Muitos Parabéns a todos!

A Editora e o Webmaster agradecem, especialmente, ao Carlos Marta e ao Paulo Costa, por nos honrarem com a partilha das fotos das suas filhas. E, mesmo correndo o risco de transformar isto em qualquer coisa parecida com o site da Maternidade Alfredo da Costa [lol], queremos lembrar que ainda estão para chegar o Daniel Farias e o Gonçalo Castro. Pelo menos…

Fonte: Helena Rodrigues, com Carlos Marta

Mãe Negra em boas mãos

Numa altura em que se anuncia o fecho de maternidades e se discute o transporte de parturientes em ambulância, temos tido a felicidade de as mães de Pinhal Novo se poderem sentir em boas mãos. A última foi uma guineense, às mãos do bombeiro Rui Jorge Silva.

Quando, pelas 05h55m do passado dia 16 de fevereiro, a equipa do INEM dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo chegou à Rua Mouzinho de Albuquerque, foi encontrar a grávida pronta para ser transportada ao hospital, mas já em trabalho de parto. «A senhora entrou em trabalho de parto antes de entrar na ambulância; quando a deitámos, a criança começou logo a nascer», recorda Rui Jorge Silva, o bombeiro e tripulante de ambulância de socorro (TAS) que realizou o parto.

Explicado por ele, com humildade, parece simples assistir um nascimento à porta de casa, dentro de uma ambulância: «Fizemos o parto, cortámos o cordão umbilical, limpámos o bebé [um menino], metemos ao colo da mãe e fizemos o transporte para a unidade hospitalar [Hospital de São Bernardo, em Setúbal]».

Contudo, apesar destes serviços – «ajudar as parturientes nestes momentos lindos», nas palavras dos bombeiros – serem normais, o tripulante Rui Jorge, já experiente nestas situações (este terá sido o seu 11º ou 12º parto, já perdeu um bocado a conta), deparou-se com mais uma dificuldade: é que o seu companheiro de equipa, o bombeiro Sandro Patraquim, nunca tinha presenciado um momento como aquele.

Para ele, foi uma novidade, e, mais tarde, lá conseguiu dizer que «o momento que mais me impressionou foi ter auxiliado o nascimento». Mas, na altura, terá ficado sem palavras e quase sem reação. «O motorista era estreante e ficou todo babado, ficou sem palavras, sem reação na altura para dizer alguma coisa», conta Rui Jorge, sem saber muito bem como explicar a reação do colega. «Eu também não tenho palavras para descrever como ele estava na altura», remata.

Passado o embate do momento, Sandro haveria de voltar ao Hospital de Setúbal e reencontrar a mãe guineense e o seu filho, já em repouso no quarto. E registou, com grande eficácia fotográfica, um quadro de serenidade familiar que é especialmente gratificante para os bombeiros; para agora, e mais tarde, recordar.
…………………………………………

Prelúdio

Pela estrada desce a noite
Mãe-Negra, desce com ela…

Nem buganvílias vermelhas,
nem vestidinhos de folhos,
nem brincadeiras de guizos,
nas suas mãos apertadas.
Só duas lágrimas grossas,
em duas faces cansadas.
Mãe-Negra tem voz de vento,
voz de silêncio batendo
nas folhas do cajueiro…
Tem voz de noite, descendo,
de mansinho, pela estrada…
Que é feito desses meninos
que gostava de embalar?…
Que é feito desses meninos
que ela ajudou a criar?…
Quem ouve agora as histórias
que costumava contar?…
Mãe-Negra não sabe nada…
Mas ai de quem sabe tudo,
como eu sei tudo
Mãe-Negra!…
Os teus meninos cresceram,
e esqueceram as histórias
que costumavas contar…
Muitos partiram p’ra longe,
quem sabe se hão-de voltar!
Só tu ficaste esperando,
mãos cruzadas no regaço,
bem quieta bem calada.
É a tua a voz deste vento,
desta saudade descendo,
de mansinho pela estrada.

(Alda Lara, poetisa angolana, 1951, popularizado na voz de Paulo de Carvalho)

Fonte: Helena Rodrigues, c/ Vasco Marto e Rui Jorge Silva (Texto); Sandro Patraquim (Foto)

Milene…

Escreveu-se aqui que a família dos Bombeiros ia aumentar. Pois já aumentou! A primeira bebé do ano, nos BVPN, foi a Milene, filha do Bombeiro de 1ª Classe Paulo Costa. Muitos Parabéns!

Chama-se Milene Lopes Costa e nasceu na Sexta-feira, 10 de março de 2006, de cesariana, na maternidade do Hospital de S. Bernardo, em Setúbal.

A bebé pesava 4,070 Kg. E, como se pode ver pela imagem, parece suficientemente rechonchudinha para se poder dizer que… sai ao pai!

A Milene é a primeira filha do bombeiro Paulo Costa e da Cláudia (na foto). Aos três desejamos as maiores felicidades.

Entretanto, seis dias depois, na passada Quinta-feira, 16 de Março, nasceu também a menina do bombeiro Carlos Marta. Como constatava o Comandante da corporação, num e-mail dando conta do nascimento da Milene: «A Família dos Bombeiros aumenta substancialmente!».

Muitos Parabéns!

Fonte: HR c/ Fernando Pestana; Fotos gentilmente cedidas pelos pais da Milene

Cabeleira cor-de-laranja procura-se!

Os Bombeiros de Pinhal Novo, em particular a sua fanfarra, até tiveram direito a carro alegórico, no corso de Carnaval deste ano. Mas perdeu-se uma cabeleira cor-de-laranja. Alguém a viu?

No corso da Terça-feira de Carnaval, em Pinhal Novo, dois dos carros alegóricos tinham, diretamente, a ver com os bombeiros.

Senão vejamos: um (na foto) reproduzia a fanfarra da Associação, cujos elementos, como habitualmente, alinharam no desfile; outro (ver foto) era alusivo à «Festa Brava», e representava os bravos forcados da vila que ainda se hão de estrear (boa parte deles são elementos da corporação e aproveitaram a oportunidade de passar pelos milhares de espectadores, para pedir apoios para a fundação do Grupo de Forcados Amadores de Pinhal Novo).

Ainda havia mais bombeiros integrados no desfile – Ver Foto. Mas há um que escapou à objetiva dos fotógrafos (pelo menos dos que, até agora, colaboraram com este sítio). Daí a publicação do seguinte aviso público.

ANÚNCIO

Procura-se
Cabeleira cor-de-laranja (ou seria amarela?)

Pede-se a quem tenha registado – em vídeo, telemóvel ou fotografia – uma figura alta mascarada, exibindo ao peito um cartão de identificação da organização (a cargo dos “Amigos de Baco”), com o nome “Leonel Barradas”, o favor de nos ceder uma imagem.

A figura ostentava uma tira de pano levemente parecida com uma mini-saia, uma mochilazinha às costas e uma bonita cabeleira que, se não era cor-de-laranja, seria amarela.

Em função do perfil do colaborador que nos enviar a imagem (preferencialmente por e-mail), decidir-se-á o tipo de recompensa a atribuir.

Mais fotos de bombeiros integrados no corso carnavalesco 2006 serão muito bem vindas a este sítio.

Apoie e divulgue esta campanha. Obrigada!

Fonte: HR; Foto de Joaquim Castro

Família dos BVPN vai aumentar

Para alturas do Dia da Liberdade, das Festas Populares ou já para o mês que vem… Quatro bombeiros da corporação nº 1517 (pelo menos), três dos quais pela primeira vez, preparam-se para ser pais, muito em breve. Vocês sabiam?

A notícia – atrapalhada – chega-nos acompanhada de um pedido muito especial. «Olha, eu brevemente vou ter…, não, a minha mulher vai ter um filho meu. E será que podes pôr uma notícia? Mas tem de ser a melhor, ok? E a mais bonita. Tem de ser a notícia mais bonita do site!», tecla (através de um chat de conversação on-line) o bombeiro João Daniel Joaquim, um dos quatro felizes contemplados com a breve chegada de um bebé.

«Muitos, muitos Parabéns!», dispara a editora, encantada por (pelo menos) um bombeiro ter assimilado o jornal da Associação a ponto de usar o adjetivo «bonita» para se referir a uma notícia. O “milagre da vida” é sempre lindo e, como tal, publicar uma notícia «bonita» acerca do tema “é canja”, pensa. E, para poder divulgar já a boa-nova, sem esperar pelo nascimento do Daniel Filipe Cristo Farias (que o João Daniel e a Irene – na foto –, membro da fanfarra da corporação, esperam para o dia 25 de Abril, mais coisa, menos coisa), estas são as fotografias possíveis. Para já…

Além de ter dado para enviar as fotos, tiradas na hora, a conversação de poucos minutos (antes do bombeiro entrar de serviço no quartel) ainda chegou para “arrancar” algumas confissões a um jovem (também forcado) que vai ser pai. E que se mostra muito seguro da responsabilidade que vai assumir. «Só tenho medo de um dia ele querer ou lhe faltar alguma coisa e eu não ter para lhe dar… Mas, quanto ao resto, não tenho medo de nada, nada», garante João Daniel. «Estás com mais vontade do quê? De lhe pegar ou de veres a cara dele?», pergunta-se-lhe. «De tudo! De o sentir nos meus braços… e de ir beber uns canecos com ele», responde. [risos, aliás, lol]

“Entrevista” feita, fotos prontas a editar, e eis que, de repente, afinal já não era só o Daniel a justificar o título desta notícia. A família dos BVPN, tudo indica que já em março, também vai ver chegar a Margarida Alves Marta, primeira filha do bombeiro Carlos Marta e, como tal, primeira neta da bombeira Adosinda Queirós e do Segundo Comandante Francisco Marta! Mais: também o bombeiro Paulo Costa e esposa vão ser pais, na mesma altura (mais coisa, menos coisa). E já só faltam os “repetentes”: Joaquim Castro e Sandra Castro, ex-diretora desta Casa, vão alargar a família por alturas das Festas Populares de Pinhal Novo, em junho próximo.

Ora vejam e ouçam aqui, com o volume bem alto, esta! É-vos dedicada! Numa altura em que tanto se fala da baixa natalidade, a nível nacional e europeu, não acham que esta notícia é a melhor que este sítio poderia oferecer, à cidade e ao mundo?

Fonte: Helena R., com um rapaz que gosta de partilhar a sua felicidade, e ainda bem…

Escadas de acesso a átrio subterrâneo da REFER fazem mais um ferido

Uma senhora caiu, esta manhã, nas escadas de acesso ao átrio subterrâneo da estação de caminhos-de-ferro de Pinhal Novo. Mais uma vez se fizeram sentir as dificuldades de acesso das equipas de socorro e de evacuação das vítimas.

A senhora, de 62 anos, caiu na escadaria que dá acesso ao átrio subterrâneo da estação da REFER, a partir da entrada do lado Sul de Pinhal Novo, obrigando à deslocação de duas ABCI dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, para imobilização e transporte da vítima ao Hospital de Setúbal. A senhora encontrava-se bastante magoada, depois de ter caído de um vão de escadas inteiro, suspeitando-se de fratura na região dorso-lombar.

A situação não é inédita e, mais uma vez, se fez sentir a dificuldade que as equipas de intervenção têm para chegar ao local e, depois, proceder à evacuação das vítimas. O acesso a viaturas não é possível e tanto a distância como o desnível são bastante acentuados. Numa situação destas, é necessário levar até junto da vítima todo o equipamento necessário à imobilização, sendo o transporte assegurado, por maca, através das extensas rampas alternativas às escadas.

Os Bombeiros consideram que era necessário as autoridades competentes resolverem o problema, visto o interior do edifício não permitir entrada e saída de viaturas ou outros meios necessários para intervir em qualquer emergência.

No caso concreto de Pinhal Novo, o risco é tanto maior quanto a passagem subterrânea da estação ferroviária é, diariamente, utilizada pelos pinhalnovenses que, mesmo não querendo apanhar o comboio, precisam de atravessar as linhas férreas para aceder ao outro lado da vila. Muitos idosos, a maioria residente no lado Sul, têm de enfrentar vários lances de escadas ou extensas rampas para aceder ao lado Norte, onde se situa a maior parte dos serviços públicos (incluindo o Centro de Saúde). A estação dispõe de escadas rolantes apenas para o acesso às gares de embarque e de um único elevador, que só funciona no sentido ascendente (quando funciona), para acesso à Praça da Independência.

Fonte: Vasco Marto, com Helena Rodrigues (Foto)