Nova obra de José Vinagre explora a riqueza natural e a escassez hídrica em Pinhal Novo

Uma obra única sobre a relação entre água e meio ambiente destaca o valor ecológico da região de Pinhal Novo.

Foi recentemente publicada a mais nova obra de José Augusto das Chagas Vinagre, intitulada “Pinhal Novo Natural. A água e os espaços de Água”. Embora com data de 2023, a publicação só agora chegou às prateleiras e já inclui informações atualizadas para o ano de 2024. A obra é um marco na exploração do meio natural de Pinhal Novo, abordando as principais fontes de água da região — desde linhas de água, charcos, poços até brejos — combinando a memória local com uma análise documental rigorosa.

A escassez de água e as alterações climáticas são preocupações centrais da obra, que tenta trazer à luz como esses desafios afetam a região e como as ecologias locais podem ser aproveitadas para mitigar tais impactos. Segundo Vinagre, “a educação, sensibilização e preservação são elementos-chave para a sobrevivência do equilíbrio ecológico e a proteção dos recursos hídricos”. O autor também faz questão de sublinhar o papel vital de todas as formas de vida — desde insetos até aves e árvores — na manutenção do equilíbrio ambiental.

Entre os pontos de destaque está a rica reserva hidrogeológica da bacia Tejo-Sado, crucial para a qualidade dos solos da região e para o seu abastecimento de água. A obra ainda oferece uma visão crítica sobre os desafios climáticos atuais e potenciais soluções, muitas delas já em implementação mediante projetos de conservação e preservação da natureza.

Fonte: Diário do Distrito

atribuídos pelas crianças das escolas da região

São seis novas crias de golfinhos roazes-corvineiros que nasceram no Sado em 2023 e que agora contam com nome de batismo atribuído pelas crianças das escolas da região. “Areias”, “Zeus”, “Alga”, “Concha”, “Troia” e “Todi” são os nomes atribuídos.

Em comunicado, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) de Lisboa e Vale do Tejo, anunciou os nomes dos seis novos golfinhos nascidos em 2023 no Estuário do Sado. 

Trata-se de roazes-corvineiros que aumentam assim a população de golfinhos que adotou há muito tempo o Sado para viver. Diz a nota enviada às redações, que os nomes escolhidos foram as crianças das escolas da região que escolheram. Os alunos das escolas básicas de Setúbal, Palmela, Grândola e Alcácer do Sal, são agora os novos padrinhos das seis crias que nasceram o ano passado.

Participaram cerca de 150 alunos e alunas dos 3.º e 4.º anos do Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama [Setúbal], do Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos [Palmela], do Agrupamento de Escolas de Alcácer do Sal e do Agrupamento de Escolas de Grândola.

Os alunos de Setúbal atribuíram o nome da cria de “Pirata” e da “Serrote”, com os nomes “Areias” e “Zeus”. Já os alunos de Pinhal Novo – duas turmas da E.B. Alberto Valente – apadrinharam as crias da “Bisnau” e do “Moisés”, com os nomes de “Alga” e “Concha”.

A E.B. do Carvalhal, no concelho de Grândola, coube-lhes a cria da “Azul” com o nome “Anil”, enquanto os alunos da E.B. Comporta, concelho de Alcácer do Sal, a cria de “Todi” foi a “Troia”.

Atualmente a população de roazes-corvineiros na Reserva Natural do Estuário do Sado é de 30 residentes.

Fonte: Diário do Distrito

Empresa polaca escolhe a região Alentejo para investir num Parque Fotovoltaico

A empresa polaca Nomad Eletric, uma empresa especialista na área fotovoltaica, vai investir pela primeira vez em Portugal em quatro projetos que representam uma capacidade total de 45 megawatts.

Os quatro projetos vão ser implementados nas regiões de Pinhal Novo, Santarém, Marmeleiro e Alentejo, ainda que a empresa, de acordo com a informação do ECO, a empresa não tenha especificado a localização concreta dos refeidos parques.

No total, com estes projetos vão ser instalados aproximadamente 80.000 módulos fotovoltaicos em cerca de 80 hectares, nas quatro regiões.

Sem valor de investimento ainda avançado pela Empresa, os parques solares incluem painéis com tecnologia de rastreio e serão monitorizados a partir da polónia.

A empresa decidiu apostar em Portugal por considerar que o País é, nesta matéria, cada vez mais influente no contexto Europeu.

Fonte: Rádio Campanário

Pinhal Novo vai ter mais 300 árvores e arbustos até final deste mês

O Projeto abrange recinto do Mercado Mensal e urbanização de Val’Flores, num total de 9,7 hectares. Operação já está no terreno.

Até final deste mês, a Câmara Municipal de Palmela espera ter concluída a empreitada de arborização do projeto “Pinhal Novo Verde”, que prevê a plantação de cerca de 300 árvores e várias dezenas de arbustos.

A operação no terreno, no recinto do Mercado Mensal da vila pinhalnovense e na área de cedência do loteamento de Val’Flores, já foi iniciada, mas as plantações, anunciou a autarquia, estão “previstas” realizarem-se “na Semana da Floresta Autóctone”.

A zona do mercado é a que irá concentrar maior número de plantações. “Para o recinto do Mercado Mensal, com 7,7 hectares, estão programados, a partir do dia 12 de Novembro [domingo], os trabalhos de instalação da rega e de plantação de 193 árvores (pinheiros mansos, sobreiros, freixos-de-folha-estreita, lódãos-bastardos e choupos-brancos) e de 24 medronheiros, num total de 217 plantas”, indicou o município.

De menor dimensão, o terreno no loteamento Val’Flores já está preparado para acolher as primeiras plantações. “Na urbanização Val’Flores já foram concluídos os trabalhos de limpeza do terreno, com 2 hectares, a instalação de rede de rega e a abertura das covas, passando-se agora à fase de plantação de 40 sobreiros e 40 arbustos (medronheiros, loureiros e romãzeiras), totalizando 80 plantas.”

Ainda de acordo com a autarquia, “os trabalhos finais corresponderão à colocação de um MUPI informativo e de três caixas ninho em Val’Flores e a sete caixas ninho no recinto do Mercado Mensal”.

Após a conclusão destas intervenções, correspondentes à primeira fase da operação, vão ser “plantadas mais árvores e arbustos”. Em termos de calendário, esta segunda fase integrará “também o programa da Semana da Floresta Autóctone”. E, no total, está prevista a plantação de quase três centenas de novas árvores.

O projecto “Pinhal Novo Verde” traduz-se num investimento que ascende a “75 mil euros” e conta com financiamento total ao abrigo de uma candidatura apresentada pelo município de Palmela “ao Programa Compete 2020, relativo ao Apoio à Transição Climática”.

A operação vai acrescentar 9,7 hectares de área arborizada à vila de Pinhal Novo. Segundo as estimativas anteriormente divulgadas pela autarquia, a área de sombra – quando as árvores forem adultas –, na freguesia pinhalnovense, deverá aumentar em cerca de 13 por cento, o equivalente a um acréscimo de 14.922 m2 aos 115.866 m2 de sombras já existentes.

Fonte: O Setubalense