Perigo espreita com óleo na estrada

Esta manhã, um camião esvaziou por completo o depósito de óleo na EN 252, em pleno centro rodoviário de Pinhal Novo. Escassos minutos depois, o despiste de uma motorizada provocava a queda de um idoso. Foi apenas o primeiro de quatro acidentes resultantes do derramamento.

O incidente deu-se pelas 9h30, numa altura em que é especialmente denso o tráfego de trânsito na Estrada Nacional 252, que atravessa a vila de Pinhal Novo. Um pesado de mercadorias, que circulava no sentido Pinhal Novo-Montijo, começou a derramar óleo junto ao supermercado “Minipreço”. O condutor acabou por ver o depósito de óleo da viatura esvaziar-se completamente, escassos metros à frente, na paragem de autocarros da rotunda dos pinheirinhos (na foto).

Poucos minutos depois, um idoso caiu, em frente ao centro comercial “Pinô”, na sequência do despiste da motorizada em que seguia. Foi apenas o primeiro de dois despistes de velocípedes a motor, provocados pelo derramamento do óleo na via. Apesar de não terem sofrido ferimentos graves, os dois condutores foram transportados ao hospital de Setúbal. A situação provocou ainda a queda de dois peões, que não necessitaram de assistência hospitalar.

Como habitualmente neste tipo de situações, foi efetuado o corte da via e, além da atuação dos bombeiros – com o Veículo de Socorro e Assistência Tático (VSAT) e cinco homens – foi necessária a intervenção da proteção civil municipal, encarregue de espalhar pó de pedra ao longo da via e acionar uma lavadora mecânica para efetuar a remoção do resultado.

Na assistência aos acidentados e transporte ao hospital estiveram, ainda, envolvidas a viatura do INEM e a ambulância de socorro ABSC 01, com um total de quatro bombeiros.

Fonte: Helena Rodrigues (Texto e Foto), c/ Vasco Marto

Oito focos de incêndio em 24 horas e «um gatinho» resgatado

Mais de uma dúzia de saídas para fogo marcaram os primeiros cinco dias do Grupo de Primeira Intervenção (GPI) dos Bombeiros de Pinhal Novo. Só entre o final de Sábado e o Domingo, oito focos de incêndio mobilizaram o Grupo nas zonas rurais da sua área de intervenção. Numa das situações, um animal em perigo foi resgatado.

Têm sido muitas as ocorrências de fogo rural dentro da área de atuação do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo, para que são mobilizados os operacionais que integram o GPI, desde 1 de julho. Esta terça-feira, ardeu o que restava da área de pinhal e mato na Salgueirinha, junto às portagens do Pinhal Novo. No combate às chamas, estiveram também envolvidas as corporações de Palmela e do Montijo.

Na sequência de outro foco de incêndio nesse mesmo local, no fim-de-semana, foram os bombeiros encontrar um animal em risco de ser apanhado pelas chamas. «O gatinho estava numa estradinha rente ao fogo, no meio do fumo», conta um dos operacionais. Resgatado pela equipa, o animal acabaria por ser adotado por Serafim Neves, Chefe da corporação.

Os Bombeiros estão a mobilizar para estas situações, prioritariamente, o VFCI e o autotanque VTTU, assim como o VUCI 01 e o VTGC 02 da corporação. Todavia, como já foi aqui amplamente referenciado (Reler Notícia), a corporação continua a reivindicar mais meios de combate a incêndios, que possam reforçar a sua capacidade operacional e concorrer para a própria motivação dos seus elementos.

No distrito de Setúbal, e até agora, a situação de maior gravidade ocorreu na tarde desta terça-feira (5 de Julho), na Herdade da Apostiça, no concelho de Sesimbra. O incêndio foi dado como extinto às 17h50, informou o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal. Segundo a fonte, o incêndio começou cerca das 16h00 e foi combatido por 23 viaturas e 74 bombeiros das corporações de Almada, Seixal, Sesimbra e Cacilhas. O fogo florestal esteve próximo das instalações militares da NATO, mas não as atingiu.

Fonte: HR c/ Leonel Barradas (e Agência Lusa)

Sirene tocou três vezes no primeiro dia da «Época de Fogos»

Três toques da sirene ecoaram em Pinhal Novo, na tarde de Domingo, 15 de maio, a chamar os bombeiros para três focos de incêndio simultâneos. O primeiro dia da «Época de Fogos» de 2005 ficou marcado por um incêndio rural que consumiu cinco hectares de eucalipto e mato, junto às portagens de acesso à A12.

Este ano antecipada em quinze dias devido à seca prolongada que assola o País, a abertura da Época de Incêndios Florestais 2005 ficou marcada, em Pinhal Novo, por um incêndio que eclodiu pelas 15h40 no eucaliptal junto às portagens da A12, no acesso à Ponte Vasco da Gama a partir da E.N. 252 (direção Pinhal Novo – Montijo). Em simultâneo, registou-se outro foco de incêndio junto às instalações da COOPLISBOA, na Salgueirinha, bem como um falso alarme de fogo junto à Associação Sol Nascente, no Terrim.

Os três toques da sirene que se ouviram em Pinhal Novo chamaram mais bombeiros ao quartel. A corporação fez deslocar para o eucaliptal o veículo florestal de combate a incêndios e um veículo tanque de grande capacidade, enquanto para a Salgueirinha seguiram o veículo tanque tático urbano e o veículo urbano de combate a incêndios. O pronto-socorro florestal que os Bombeiros Voluntários de Palmela fizeram deslocar para o Terrim acabaria por ir em auxílio do combate às chamas junto às portagens, a que se juntou ainda outra viatura de combate a incêndios florestais do Corpo de Bombeiros Voluntários do Montijo.

Dificuldades de acesso e falta de limpeza

Cinco hectares ardidos de eucalipto e mato foi o resultado do incêndio junto às portagens, o mais grave do dia. Todavia, o fogo voltou a pôr em evidência dois dos problemas crónicos da “desorganização” florestal em Portugal: a falta de limpeza das matas e a dificuldade de acesso dos carros de combate.

«Verificámos que o terreno está circundado por valas que dificultam o acesso dos pronto-socorro ao eucaliptal», denuncia o Comandante dos Bombeiros de Pinhal Novo. Por outro lado, ainda segundo Fernando Pestana, «o terreno estava cheia de entulho, nomeadamente pneus e entulho da construção civil».

No total, 26 bombeiros estiveram envolvidos no combate ao incêndio: quinze de Pinhal Novo, seis do Montijo e cinco de Palmela. A corporação pinhalnovense teve ainda no local o veículo de Comando e uma viatura de transporte de pessoal para apoio técnico às outras viaturas. Pelas 17h30, o fogo entrou na fase de rescaldo, tendo sido considerado extinto cerca das 18 horas. A GNR de Pinhal Novo também esteve presente no local.

Fonte: HR c/ Fernando Pestana (Foto Arquivo BVPN)

Bancos metálicos das estações de comboios revelam-se perigosos

Na estação de Pinhal Novo, uma criança de 4 anos ficou, no Domingo, 24 de abril, com os dedos presos nos orifícios de um dos bancos metálicos, obrigando os bombeiros a uma intervenção delicada. No mesmo dia, um caso semelhante ocorreu na estação do Pragal e acabou no Hospital Garcia de Orta.

Quase em simultâneo, os dois acidentes ocorridos com os bancos de aço inoxidável perfurado que povoam as gares das estações da REFER, da linha que liga o Sul à Ponte 25 de Abril, revelaram-se situações complexas para os bombeiros. O primeiro susto aconteceu pelas 11h30, na estação de Pinhal Novo. Uma criança de 4 anos, acompanhada pelos pais, enfiou dois dedos nos buracos do banco em que aguardavam pela chegada do comboio. O pai ainda conseguiu soltar-lhe o dedo indicador, mas o dedo médio ficou preso no banco, obrigando à intervenção dos bombeiros (via chamada para o nº 112).

Mobilizada a viatura de desencarceramento e seis bombeiros, verificou-se que a mão da criança começava a ficar inchada. A situação acabaria por resolver-se com a aplicação de gelo, para reduzir o edema, e Lidocaína – «um gel anestésico utilizado para entubação de vítimas inconscientes para se fazer a ventilação», explica um dos socorristas –, cujo efeito lubrificante acabaria por ter o resultado pretendido, permitindo libertar o dedo médio da criança.

A vítima tinha apenas pedido aos pais para andar de comboio. Assustada, a criança acabou por ir para casa, apesar de terem pago os bilhetes da Fertagus (que são adquiridos e validados antes das viagens). No local do incidente, esteve um responsável da CP, que se prontificou a elaborar um relatório da ocorrência, tendo aconselhado os pais da criança a apresentarem também uma exposição sobre o sucedido.

O mais grave é que, no mesmo dia, pouco depois e uns quilómetros à frente, na estação do Pragal, os Bombeiros Voluntários de Almada estiveram a braços com uma situação em tudo semelhante, mas que teve de acabar no Hospital Garcia de Orta, com uma outra pequena vítima a ter de ser submetida a anestesia geral, enquanto os bombeiros utilizavam uma tesoura hidráulica de desencarceramento para cortar o metal. Os bombeiros contaram para as câmaras de televisão terem recorrido, sem sucesso, a cremes gordos e gelo para soltar os dedos da criança, tendo chegado a recear a solução-limite da amputação. Tiveram de transportar a vítima com o banco metálico para o hospital, no meio de um cenário geral de desespero pelo insólito da situação, que acabou por ser resolvida pela perícia de um bombeiro a manusear a enorme tesoura de cortar a chapa das viaturas acidentadas.

Na foto: Pormenor dos orifícios dos bancos, por comparação com o tamanho de uma moeda de 1 euro. Fotos cedidas por um passageiro.

Fonte: Luís Neto (texto de Helena Rodrigues)

Bombeiros revertem paragem cardíaca em homem de 84 anos

Os técnicos de emergência médica de Pinhal Novo conseguiram, esta manhã, reverter uma situação de paragem cardíaca num indivíduo de 84 anos, com recurso a manobras de suporte básico de vida, e estabilizar a vítima até à chegada da VMER de Setúbal. Para os bombeiros, estes «pequenos milagres» têm o sabor de um «presente de Natal» antecipado.

A ocorrência registou-se no Centro de Inspeções Periódicas Obrigatórias do Parque Industrial do Vale do Alecrim, em Pinhal Novo. O homem, de 84 anos, encontrava-se em paragem cardíaca e foi salvo pelos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo e pela tripulação da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de S. Bernardo, em Setúbal.

O alerta foi dado pouco depois das 9 horas, pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) de Lisboa, para os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo. Para o local, os bombeiros fizeram deslocar, além da Ambulância INEM (na foto), uma outra ambulância de cuidados intensivos, para apoio, e conseguiram reverter uma situação de falência cardíaca e estabilizar a vítima até à chegada da VMER.

A vítima, residente em Cabanas, foi, posteriormente, evacuada para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, sob acompanhamento médico.

Para os bombeiros, o sucesso das manobras de suporte de vida levadas a cabo é especialmente gratificante, considerada a gravidade do quadro clínico que se lhes apresentava, dada a idade avançada da vítima e a circunstância de se encontrar em paragem cardíaca à chegada da ambulância. «Felizmente, não interrompemos as manobras e conseguiu-se reverter a paragem», conta um dos operacionais do Posto de Emergência Médica de Pinhal Novo. E conclui: «Pode ser que tenha sido um presente de Natal. Pelo menos para nós foi!»

Fonte: Luís Neto

A morte não escolhe hora própria

Uma idosa faleceu, vítima de paragem cárdio-respiratória, junto à igreja de Pinhal Novo, durante o casamento da própria neta. Os bombeiros de Pinhal Novo acorreram ao local, mas limitaram-se a verificar que a morte não escolhe hora própria.

Emília de Almeida, cerca de 80 anos, residente na Lagoa da Palha, caminhava para a igreja paroquial de Pinhal Novo, integrando o cortejo de casamento da neta, quando foi vítima de uma paragem cárdio-respiratória. A ocorrência verificou-se quando faltavam cerca de dez minutos para as 12 horas de sábado, 11 de setembro.

Acionados os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, via 112, a corporação enviou para o local uma ambulância de socorro, uma vez que a viatura do INEM instalada no Posto de Emergência Médica de Pinhal Novo se encontrava a executar um serviço para o Hospital Distrital de Setúbal. Todavia, a situação da vítima era irreversível.

Solicitado o apoio da viatura médica do INEM (VMER), instalada em Setúbal, acorreram ao local um enfermeiro e um médico, que se limitou a confirmar o óbito da idosa. A vítima não chegou a ser transportada ao hospital, tendo ficado na capela da igreja.

Ao que foi possível apurar junto da família da vítima, a cerimónia de casamento do casal Mário Domingos e Rute acabou por concretizar-se, apesar do infeliz acontecimento, tendo a boda decorrido num contexto de natural consternação e reserva familiar.

Essa foi, de resto, uma manhã complicada para os serviços de emergência pré-hospitalar da corporação pinhalnovense. No total, foram três as ocorrências que exigiram a intervenção da viatura médica do INEM. Pelas 10 horas da manhã, um doente afetado por uma grave crise de diabetes teve de ser socorrido na sua residência, não tendo sido necessário levá-lo ao hospital. Já depois do caso da morte junto à igreja, uma vítima de obstrução da via aérea foi também assistida pela equipa médica do INEM e transportada pelos bombeiros de Pinhal Novo para o Hospital Distrital de Setúbal.

Fonte: F. Pestana; Helena Rodrigues

Incêndio em habitação faz um ferido ligeiro

Um incêndio numa habitação, na tarde de terça-feira, provocou um ferido ligeiro, com intoxicação por inalação de fumos, e danos num quarto. Tudo aconteceu numa moradia situada junto à Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Pinhal Novo.

O incêndio, de origem acidental, terá sido provocado por um queimador de incenso e causou danos em mobiliário e peças de vestuário.

O incidente não teve proporções mais graves devido ao sangue-frio dos trabalhadores que procediam à reparação do telhado da moradia, e que controlaram o foco de incêndio, ainda antes da chegada dos bombeiros.

Com a chegada dos bombeiros, o incêndio foi extinto e procedeu-se à desenfumagem do espaço. Os dois ocupantes da moradia, uma criança e uma senhora de 63 anos, foram assistidos por elementos do serviço de urgência pré-hospitalar deste Corpo de Bombeiros. A senhora teve de ser transportada ao Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, devido a intoxicação por inalação de fumos.

Fonte: Luís Neto

Rio Frio arde outra vez

No último sábado de agosto, entre as 15:18 e as 21:20 horas, foram consumidos pelas chamas cerca de 62 hectares da já muito martirizada mancha de sobreiro de Rio Frio. O combate ao incêndio implicou a intervenção de 42 bombeiros, de seis corporações do distrito de Setúbal. O incêndio ficou sob investigação policial.

O incêndio florestal foi detetado no sábado, 28 de agosto, pelas 15:18 horas, junto à Estrada Municipal 1027, entre as localidades de Lagoa da Palha e Monte de Rio Frio, e estendeu-se até junto da Barragem do Vinte e Dois, em Arraiados. No combate ao incêndio, a corporação pinhalnovense envolveu, além do veículo florestal de combate a incêndios (VFCI) do corpo de bombeiros, dois veículos tanque de grande capacidade, um veículo de transporte de pessoal e um veículo de comando, num total de 11 bombeiros.

Nas operações, estiveram ainda envolvidos mais sete veículos de combate a incêndios dos corpos de bombeiros voluntários de Palmela, Setúbal, Montijo, Moita e Alcochete. Os meios utilizados totalizaram, assim, 42 bombeiros de seis corporações, de cinco concelhos do distrito de Setúbal.

Este foi o mais rude golpe na mancha de sobreiro de Rio Frio, nos últimos anos, desconhecendo-se ainda as causas do incêndio, que estão a ser investigadas pelas autoridades policiais de investigação criminal.

Segundo incêndio em quatro dias

Já na quarta-feira anterior, outro foco de incêndio em pasto, junto à barragem de Lagoa da Palha, atingira o chaparral de Rio Frio, consumindo cerca de dois hectares de montado de sobreiro, além de outros cinco hectares de pasto e mato rasteiro.

O alerta foi dado pelas 16:46 horas, quando o foco de incêndio progredia junto à barragem de Lagoa da Palha, perto da A12. Apesar da rápida chegada dos bombeiros, com duas viaturas e oito homens, não foi possível impedir que as chamas, tocadas pelo vento, ultrapassassem a Estrada Municipal 1027.

As chamas, depois de ultrapassar este obstáculo, conseguiram ainda, até serem controladas pelos bombeiros e máquinas de rasto, atingir cerca de dois hectares da mancha de sobreiro de Rio Frio.

Nas operações de extinção do fogo, estiveram envolvidos quatro veículos de combate a incêndio do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, um veículo do Corpo de Bombeiros Voluntários de Palmela e duas equipas de sapadores florestais. Além da GNR de Pinhal Novo, também o Coordenador da Polícia Florestal esteve no local, procedendo à avaliação dos estragos e à averiguação das possíveis causas do incêndio.

Fonte: Luís Neto

Morte na estrada

Um homem de 33 anos foi encontrado inconsciente, com esvicerações, na via pública, acabando por falecer, ainda por causas desconhecidas. A morte na estrada aconteceu na tarde de terça-feira, em Pinhal Novo.

O alerta foi dado pelas 15:20 horas, quando populares identificaram um homem inconsciente, no cruzamento da rua Infante D. Henrique com a Rua Almeida Garrett, perto da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Pinhal Novo.

O homem encontrava-se inconsciente, com uma ferida no abdómen e esviceração, dentro da faixa de rodagem, junto a um motociclo. Pouco depois da chegada da ambulância, entrou em paragem cardio-respiratória.

A equipa de bombeiros socorristas da ambulância iniciou de imediato manobras de Suporte Básico de Vida e tentou ainda, com a chegada da viatura médica do INEM, manobras de Suporte Avançado de Vida, mas sem conseguir reverter a paragem cardíaca, e a vítima acabou por falecer.

O que, supostamente, terá sido um despiste de motociclo, com resultados drásticos, ocorreu, inexplicavelmente, num cruzamento de duas ruas bastante calmas do lado sul da vila pinhalnovense. Mas onde, no último mês, uma colisão entre um ligeiro de passageiros e um motociclo já causara um ferido grave.

O Comandante do Posto da GNR de Pinhal Novo esteve no local e tomou conta da ocorrência, que se encontra em averiguações.

Fonte: Luís Neto

Incêndio em Rio Frio destrói 12 hectares de sobreiros e terrenos agrícolas

Um novo incêndio em Rio Frio, que eclodiu no passado sábado, pelas 17:00 horas, consumiu cerca de 12 hectares de montado de sobreiro e terrenos agrícolas junto à Poça da Partilha e à Estrada Nacional 5. Habitações e o Palácio de Rio Frio estiveram ameaçados. No combate às chamas estiveram envolvidos 49 bombeiros de 6 corporações, originárias de 5 concelhos distintos. Em pouco mais de quinze dias, foi a segunda vez que o fogo atingiu uma das mais importantes manchas de sobreiro da Europa.

A população de Rio Frio viveu momentos angustiantes quando as chamas ameaçaram habitações e o próprio Palácio de Rio Frio. A intervenção dos bombeiros permitiu proteger estes bens, mas perderam-se sobreiros e eucaliptos centenários, infra-estruturas de telecomunicações e parte de uma plantação de milho.

Em pouco mais de quinze dias, foi a segunda vez que o fogo atingiu a importante mancha de sobreiro de Rio Frio. Desta vez, o combate ao incêndio foi dificultado pela escassez de meios, uma vez que o corpo de bombeiros voluntários de Pinhal Novo já se encontrava a combater um outro incêndio no concelho da Moita, e foi necessário mobilizar recursos exteriores para a primeira intervenção.

Além de cinco veículos deste corpo de bombeiros, foi necessário mobilizar meios de combate a incêndios dos corpos de bombeiros de Águas de Moura, Alcochete e Canha. Todavia, os meios enviados pelo Corpo de Bombeiros Voluntários de Águas de Moura localizaram um outro foco de incêndio, perto da localidade de Poceirão, e acabaram por ser desviados do combate ao incêndio de Rio Frio.

Com outros incêndios florestais nos concelhos da Moita e Palmela, o Centro Distrital de Operações de Socorro de Setúbal viu-se forçado a mobilizar uma Coluna de Socorro com meios dos corpos de bombeiros do Seixal, Trafaria e Cacilhas.

No total, o incêndio foi combatido por 49 bombeiros de 6 corporações, de 5 concelhos distintos.

A Polícia Florestal esteve no local para investigar as causas do incêndio.

Fonte: Luís Neto (Texto e Foto)