Atropelamento ferroviário causa um ferido ligeiro no Pinhal Novo

Uma pessoa ficou ferida sem gravidade após ter sido atingida por um comboio em circulação na estação ferroviária de Pinhal Novo.

O alerta ocorreu pelas 07h19, e no local estiveram 16 operacionais com 7 viaturas, dos Bombeiros de Pinhal Novo e autoridades.

A vítima foi transportada para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, conforme informação do CDOS Setúbal ao Diário do Distrito.

A circulação de comboios teve algumas perturbações, conforme informou a Fertagus no seu site «por motivo de colhida de indivíduo entre Venda do Alcaide e Pinhal Novo, a circulação de comboios efetua-se com algumas perturbações».

Foram suprimidos os comboios com partida de Setúbal às 06h58, entre Pinhal Novo e Roma-Areeiro; e o comboio que teve partida de Roma-Areeiro às 08h03, na totalidade do trajeto.

A circulação foi normalizada na totalidade cerca das 10h30.

Fonte: Diário do Distrito

Incêndio na empresa Reginacork

Os Bombeiros do Pinhal Novo foram esta noite ativados para um incêndio na empresa Reginacork – Indústria e Transformação de Cortiça no Pinhal Novo.

Segundo informação do CDOS Setúbal ao Diário do Distritotratou-se de um incêndio numa pilha de cortiça que foi rapidamente extinto.

O alerta foi dado às 21h33 e no local estiveram, além dos operacionais, uma patrulha da GNR de Palmela, num total de 9 operacionais com 3 viaturas.

O incêndio já está extinto, e nas manobras de consolidação e rescaldo, participaram ainda duas viaturas da empresa.

Fonte: Diário do Distrito

Homem barricado no Restaurante

Ainda sem se conhecerem as motivações, um homem de 59 anos barricou-se dentro de um restaurante em Pinhal Novo e atira sobre a GNR quando esta chega ao local, causando a morte a um militar de 25 anos e ferimentos leves mais 4 militares e 2 civis. Após este cenário, a GNR, comandada pelo tenente-coronel José Goulão, montou uma operação policial de grande envergadura, integrando equipas do INEM e dos Bombeiros de Pinhal Novo, apoiados com meios dos Corpos de Bombeiros de Palmela, Montijo, Moita e Setúbal.

Ainda não se conhecendo as motivações, a GNR confirma que “O individuo entrou no restaurante e de repente e, sem que nada o confirmasse, tomou algumas atitudes estranhas, com alguma ansiedade. Terá na sua posse uma arma (… ) As pessoas que estavam no restaurante conseguiram contactar o 112, que alertou as forças policiais e estas responderam prontamente. Um dos elementos da GNR foi baleado de imediato e não sabemos o estado dele”.

Além do forte dispositivo policial, os bombeiros, coordenados pelo Comandante Raul Prazeres, do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, apoiaram o dispositivo da GNR com 12 veículos e 26 operacionais das corporações de Pinhal Novo, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal.

Fonte: Texto: AdjCmd Luís Filipe Neto

Camião cisterna capotado à saída da A12

Um camião cisterna carregado com fuelóleo despistou-se, na segunda-feira à tarde, ao efetuar a curva de saída da auto-estrada A12, no sentido de Pinhal Novo. Do acidente resultaram ferimentos ligeiros no motorista. A viatura ficou capotada fora da via, com derramamento do produto, obrigando os bombeiros a operações adequadas à matéria perigosa em causa. Na manhã de terça-feira, começaram a ser levadas a cabo as operações de remoção do veículo.

No meio de um intenso nevoeiro, começou pelas 9 horas de terça-feira a tentativa de retirar do local o camião cisterna acidentado, com recurso a uma grua de 160 toneladas. Os trabalhos foram levados a cabo por uma empresa especializada em resíduos perigosos, sob acompanhamento no local de técnicos do Ministério do Ambiente. Para que fosse possível içar o veículo em segurança, as operações – que, da parte da tarde, ainda não estavam terminadas, nem se previa a hora da sua conclusão – incluíram a trasfega da totalidade do produto retido na cisterna. Procedeu-se também a trabalhos de limpeza da área, tendo os resíduos sólidos e o produto derramado no solo sido transportados para dentro de contentores.

O camião cisterna, da empresa Luz & Irmão, trazia uma carga de 26 toneladas de fuelóleo, que estava a ser transportada da firma Tanquisado, em Setúbal, para Torres Vedras (Riachos). Pelas 16h35m de segunda-feira, 13 de novembro, quando o motorista pretendia aceder à saída da A12 para Pinhal Novo, com destino ao Montijo, o veículo despistou-se, ao efetuar a curva, e embateu na proteção da via, tendo capotado e caído a 10 metros da faixa de rodagem.

O motorista sofreu ferimentos ligeiros e foi socorrido no local, pelos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, e transportado para o Hospital de Setúbal, de onde acabaria por ser transferido para a unidade hospitalar da sua área de residência, em Torres Vedras.

De imediato, as operações levadas a cabo pelos bombeiros passaram pela necessidade de proceder ao estancamento da fuga, por tamponamento improvisado e contenção do produto derramado, pelo método de decantação, na vala das águas de drenagem das chuvas, numa extensão de aproximadamente 250 metros.

Em simultâneo, fez-se a recolha da Ficha de Segurança da cabina do motorista e constatou-se ser um produto com as seguintes características: líquido quente, viscoso e inflamável, de cor preta, a libertar gases, classificado como Fuel Oil nº 4.

A firma proprietária do pesado fez deslocar ao local outro camião cisterna para trasfega do produto existente. Este trabalho iniciou-se pelas 19h30m e foi concluído pelas 21h30m, altura em que se deram por encerrados os trabalhos de segunda-feira.

Estiveram no local os seguintes meios de socorro do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo: Veículo de Socorro e Assistência Tático (VSAT), com 4 homens; Veículo Urbano de Combate a Incêndios (VUCI), com 4 homens; e a ambulância INEM do CB, que prestou o socorro ao motorista. Nas operações participou também o CB de Palmela, com um VSAT, um Veículo Especial de Combate a Incêndios (VECI) e uma ambulância de socorro, num total de 6 operacionais.

No local atuou também a Brigada de Investigação da GNR, que procedeu à análise de todo o cenário da ocorrência.

De acordo com as informações prestadas pelo Comandante dos BVPN à Agência Lusa, ao início da tarde de terça-feira, esperava-se que a operação de remoção do combustível derramado, contido na baía de retenção, fosse suficientemente rápida para evitar consequências graves para o ambiente. «Gostaríamos que a recolha do fuelóleo derramado fosse efetuada com a maior celeridade, uma vez que se prevê um agravamento das condições climatéricas e há o risco de o combustível derramado poder atingir a barragem da Salgueirinha, que fica relativamente próxima», disse Fernando Pestana, adiantando que o caso também estava a ser acompanhado pela Proteção Civil Municipal.

Fonte da GNR disse à Lusa que a saída da A12 do Pinhal Novo (sentido Setúbal/Lisboa) continuava cortada ao trânsito, durante a tarde, devido à presença de máquinas e da grua para a remoção do camião cisterna. Os automobilistas que circulavam no sentido Sul/Norte, e que pretendiam dirigir-se ao Pinhal Novo, tiveram de percorrer mais alguns quilómetros, até à saída do Montijo.

Fonte: Fernando Pestana, com Helena Rodrigues

«Airbag» ardeu em poucos minutos

Um incêndio deflagrou, esta madrugada, no terraço do Centro Comercial “Mochos”, em Pinhal Novo, e, em poucos minutos, as chamas devoraram o bar “Airbag”. Na Internet já circulam imagens reais do incêndio.

Desta vez, o terraço com vista aérea sobre a vila proporcionou aos seus habitantes um cenário noturno de fogo urbano, com grandes dimensões, nunca visto em Pinhal Novo. A sirene dos Bombeiros soou em Pinhal Novo cerca de dez minutos depois das 2 da manhã desta quarta-feira, 2 de Agosto. O “Airbag”, um dos bares mais populares da vila, todo construído em madeira, que ocupava o terraço do Centro Comercial “Mochos”, estava a arder.

O incêndio deflagrou cerca da 1h50m e obrigou os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo a contarem com o apoio do veículo autoescada da corporação do Montijo.

«Ardeu tudo em minutos», descreve Flávio Andrade, repórter fotográfico, que reside em frente às traseiras do edifício. Às 2h06m, a sua objetiva registou a primeira fotografia do incêndio, conforme se documenta.

Bombeiros tiveram trabalho até às 4 da manhã

As chamas consumiram totalmente a construção de madeira, pré-fabricada, instalada na cobertura do edifício comercial, localizado numa zona residencial que é das mais movimentadas, durante o dia, em Pinhal Novo. Àquela hora, o edifício já estava vazio e foi o segurança quem deu o alerta para a ocorrência.

O fogo foi considerado extinto às 2h55m e as operações de rescaldo foram dadas por concluídas pelas 4 horas. Nos trabalhos participaram 45 bombeiros, 23 dos quais do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo; outros, no entanto, acorreram à chamada da sirene, e dirigiram-se para o local em viaturas próprias.

Além do CB de Pinhal Novo, com 8 viaturas, participaram nos trabalhos e estiveram de vigilância, no local, meios operacionais das corporações vizinhas de Palmela, Moita, Montijo e Sul e Sueste (Barreiro), a que se juntou também o Comandante Distrital, Alcino Monteiro Marques. Ao local acabaria ainda por ser chamada a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), do INEM, para socorro a um popular que se sentiu mal, acusando problemas cardíacos, quando assistia à ocorrência.

Entre os bombeiros de Pinhal Novo registaram-se dois feridos ligeiros, um dos quais, devido a intoxicação por inalação de fumos, esteve a ser assistido, até às 8 horas da manhã, no Hospital de São Bernardo, em Setúbal.

CB realça rápida mobilização de meios

Para o Comandante do CB de Pinhal Novo é, sobretudo, de realçar a prontidão da resposta dos bombeiros que não estavam de serviço no quartel, mas acorreram ao toque da sirene. Fernando Pestana realça ainda a rápida mobilização de meios, a nível distrital: «Às 2h20m já tínhamos cá a autoescada do Montijo e todas as outras corporações foram imediatas a corresponder ao apelo.»

O Comandante sublinha também a importância do apoio da GNR, «dos agentes que estavam de serviço no posto e de outros que acorreram em apoio», para a criação do necessário perímetro de segurança, tendo em conta as muitas dezenas de populares que observavam as operações, atraídos pelas chamas e pelo aparato operacional no local.

Para os residentes no lado Norte da vila, as labaredas que saíam do bar de madeira a arder e as explosões que se ouviram, na cobertura ao ar livre do edifício de 3 pisos, foram consideradas um espetáculo impressionante. «Parece que estou a ver o incêndio do Chiado», relatava o habitante de um sótão com vista para o fogo, que ainda se lembrou a tempo de recorrer a um par de binóculos.

Para os bombeiros, tratou-se, sobretudo, de garantir que o incêndio ficasse controlado, no espaço e no tempo, sem que ocorresse qualquer propagação, nem ao resto do edifício, nem aos prédios circundantes. De acordo com os operacionais, uma eventual propagação ao piso inferior estaria dificultada pela existência de uma lage de betão, que separa o último piso do centro comercial da cobertura onde estava instalado o “Airbag”. Por outro lado, a carga térmica da madeira, para mais estando a arder ao ar livre, não foi suficiente para provocar a propagação ao piso inferior.

Já na manhã desta quarta-feira, o Comandante pôde verificar que as lojas do centro comercial estão a funcionar normalmente. «Ainda deverá ser feita uma avaliação, por parte dos serviços técnicos da Câmara, das possíveis consequências do sobreaquecimento no terraço sobre a estrutura do edifício», adianta. Fernando Pestana foi, ainda, surpreendido por um telefonema da presidente da Câmara Municipal de Palmela, que, apesar de estar de férias, quis inteirar-se de que está tudo bem. E está!
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Veja aqui o vídeo amador já disponível na Internet, ao som dos Massive Attack.

Veja aqui mais fotos da ocorrência.


Fonte: HR, com F. Pestana e Carlos Marta; Fotografia de Flávio Andrade

Escadas de acesso a átrio subterrâneo da REFER fazem mais um ferido

Uma senhora caiu, esta manhã, nas escadas de acesso ao átrio subterrâneo da estação de caminhos-de-ferro de Pinhal Novo. Mais uma vez se fizeram sentir as dificuldades de acesso das equipas de socorro e de evacuação das vítimas.

A senhora, de 62 anos, caiu na escadaria que dá acesso ao átrio subterrâneo da estação da REFER, a partir da entrada do lado Sul de Pinhal Novo, obrigando à deslocação de duas ABCI dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, para imobilização e transporte da vítima ao Hospital de Setúbal. A senhora encontrava-se bastante magoada, depois de ter caído de um vão de escadas inteiro, suspeitando-se de fratura na região dorso-lombar.

A situação não é inédita e, mais uma vez, se fez sentir a dificuldade que as equipas de intervenção têm para chegar ao local e, depois, proceder à evacuação das vítimas. O acesso a viaturas não é possível e tanto a distância como o desnível são bastante acentuados. Numa situação destas, é necessário levar até junto da vítima todo o equipamento necessário à imobilização, sendo o transporte assegurado, por maca, através das extensas rampas alternativas às escadas.

Os Bombeiros consideram que era necessário as autoridades competentes resolverem o problema, visto o interior do edifício não permitir entrada e saída de viaturas ou outros meios necessários para intervir em qualquer emergência.

No caso concreto de Pinhal Novo, o risco é tanto maior quanto a passagem subterrânea da estação ferroviária é, diariamente, utilizada pelos pinhalnovenses que, mesmo não querendo apanhar o comboio, precisam de atravessar as linhas férreas para aceder ao outro lado da vila. Muitos idosos, a maioria residente no lado Sul, têm de enfrentar vários lances de escadas ou extensas rampas para aceder ao lado Norte, onde se situa a maior parte dos serviços públicos (incluindo o Centro de Saúde). A estação dispõe de escadas rolantes apenas para o acesso às gares de embarque e de um único elevador, que só funciona no sentido ascendente (quando funciona), para acesso à Praça da Independência.

Fonte: Vasco Marto, com Helena Rodrigues (Foto)

Fogo em lar obriga a evacuar idosos

Um incêndio no lar “Amigos do José Maia”, em Areias Gordas, concelho de Palmela, durante a tarde desta quarta-feira, obrigou à transferência de cinco idosos que aí residiam para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, dado apresentarem problemas respiratórios devido à inalação de fumos.

O alarme foi dado às 16.58 horas por um popular que telefonou para os Bombeiros de Pinhal Novo.

De acordo com o Centro de Coordenação Operacional de Setúbal (CDOS), sete idosos foram transportados para outro lar, nas imediações, visto as instalações terem ficado bastante destruídas. “Por enquanto, o lar não apresenta condições para continuar a abrigar os seus residentes habituais”, avançou uma fonte do CDOS.

Ao local acorreram os Bombeiros de Pinhal Novo e de Palmela, num total de nove viaturas e de 21 homens. Estiveram ainda no lar sinistrado a GNR e a Segurança Social.

Fonte dos bombeiros adiantou, ao JN, que “o incêndio teve início no quadro elétrico da cozinha, alastrando pela instalação elétrica, o que provocou muito fumo”. Este facto, aliado ao pó dos extintores dos bombeiros, terá provocado problemas respiratórios em cinco dos 18 idosos que se encontravam no interior do lar.

Face ao sucedido, as corporações de Palmela e do Pinhal Novo lamentaram o facto “do lar não ter qualquer sistema de alarme ligado aos bombeiros, nem sequer a uma empresa de segurança privada, o que é muito comum neste tipo de instituições”.

Alguns dos utentes do lar, segundo apurou o JN, vão ser recebidos por familiares, enquanto outros vão ficar à responsabilidade da Segurança Social, até ser encontrada uma solução.

O Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo mobilizou para o local da ocorrência um total de seis viaturas: o Veículo Urbano de Combate a Incêndios (VUCI 02), a ambulância do INEM (ABSC 03) e mais quatro ambulâncias de Socorro e de Cuidados Intensivos da corporação.

Paulo Morais / Jornal de Notícias; Foto de Flávio Andrade (Arquivo BVPN)

Incêndio num 3º andar teve origem na sala

Felizmente, foi mais o susto e o aparato operacional do que a gravidade das consequências. Esta semana, houve fogo num 3º andar em Pinhal Novo.

O alerta chegado ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, na tarde de quarta-feira, 10 de agosto, dava conta de um foco de incêndio num 3º andar da Rua Mouzinho de Albuquerque, com possibilidade de haver vítimas dentro da habitação.

A primeira viatura enviada ao local, no lado Sul da vila, foi o VUCI 02 (Veículo Urbano de Combate a Incêndios), com 5 bombeiros, que fizeram o reconhecimento da situação. Foram também mobilizados uma ambulância de emergência e o outro VUCI da corporação.

Os bombeiros foram encontrar o fogo confinado à sala da habitação, onde arderam completamente um televisor, uma aparelhagem e a mesa de apoio aos aparelhos. Tudo indica que o incêndio possa ter tido origem no sobreaquecimento do televisor, que já estaria ligado há várias horas. De qualquer forma, a GNR de Pinhal Novo esteve presente no local e tomou conta da ocorrência.

Ao aperceberem-se do foco de incêndio, os residentes no andar já tinham abandonado a habitação, antes da chegada dos bombeiros. Assustada com o fumo, uma criança do andar vizinho é que acabaria por ser evacuada, juntamente com os seus dois animais domésticos.

No decurso das operações, e para além da extinção do incêndio, os bombeiros procederam à ventilação e desenfumagem do local, onde ficou visível do exterior, na varanda da sala, o negro do fumo.

Fonte: Helena Rodrigues (Texto e Foto), com Raúl Prazeres

Fuga de gás obriga a evacuação na Quinta do Pinheiro

Viveram-se momentos de alguma tensão, esta sexta-feira, na Rua José Saramago, em Pinhal Novo, na sequência de uma rotura num cano de abastecimento de gás, provocada por uma retroescavadora. Os bombeiros, com o apoio da GNR, evacuaram a zona até estarem repostas as condições de segurança.

A rotura num cano secundário de abastecimento de gás natural, na urbanização Quinta do Pinheiro, na tarde desta sexta-feira, foi provocada por uma máquina retroescavadora que operava no solo, na Rua José Saramago, junto à sede do Jornal do Pinhal Novo.

Os Bombeiros de Pinhal Novo acorreram ao local com o veículo urbano de combate a incêndios (VUCI 02) e verificaram que o gás acumulado na zona era muito, o que gerou algum receio na população. Àquela hora, muitos dos residentes não estavam em casa, pelo que não ultrapassou a dezena e meia o número de pessoas que tiveram de ser evacuadas (trabalhadores de uma pizzaria e da redação do Jornal do Pinhal Novo, além de residentes nos prédios em redor).

Para o isolamento da área e evacuação da população, os bombeiros contaram com o apoio de dois piquetes da GNR local, que procedeu também ao corte do trânsito na zona. Foi ainda acionado o piquete da Setgás, a empresa responsável pelo abastecimento de gás canalizado, bem como o Serviço Municipal de Proteção Civil.

Após ter sido fechada a conduta geral do gás, o piquete da empresa procedeu à reparação do cano. A intervenção dos bombeiros concluiu-se com a medição da percentagem de gás existente no local, que permitiu certificar que estavam repostas as condições de segurança na zona.

Nestas situações, a maior preocupação consiste no perigo de explosão, devido ao risco de acumulação de gás. Quando esta acumulação ocorre no interior dos edifícios, por exemplo, o simples acto de tocar uma campainha ou acender a luz do prédio pode provocar uma explosão. Daí justificarem-se todas as precauções tomadas.

Fonte: Raúl Prazeres

Chamas voltaram à Arrábida

Os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo estão entre as onze corporações do distrito de Setúbal que, esta tarde, combatem um incêndio na Arrábida, que deflagrou entre a Aldeia da Piedade e Casais da Serra. Fonte deste Corpo de Bombeiros considera que a situação «está muito complicada».

«Está muito complicado. Os acessos, a vegetação densa e a topografia do terreno dificultam imenso o nosso trabalho», considera Vasco Marto, subchefe da corporação de Pinhal Novo, que esteve no local. Este operacional destaca ainda a temperatura como um dos maiores inimigos dos bombeiros, neste momento.

O incêndio, que deflagrou cerca das 15h40 desta quarta-feira na Arrábida, entre a Aldeia da Piedade e Casais da Serra, está a ser combatido por onze corporações de bombeiros e um helicóptero. Segundo fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, as oito primeiras corporações a serem mobilizadas para o local foram as de Palmela, Pinhal Novo, Sesimbra, Seixal, Moita, Salvação Pública (Barreiro) e Setúbal (sapadores e voluntários).

Segundo o balanço apresentado pelo SNBPC, às 17h30, o incêndio é considerado já de “grandes proporções” e está a ser combatido por 97 homens, auxiliados por 27 viaturas de 11 corporações e um helicóptero. A corporação de Pinhal Novo tem no local o Veículo Florestal de Combate a Incêndios e um Veículo Tanque de Grande Capacidade, com um total de oito bombeiros.

O incêndio está a devastar uma zona de vegetação de difícil acesso por meios terrestres e, às 17h30 de hoje, ainda não estava considerado circunscrito. Este fogo, na zona do Alandre, foi detetado pelo posto de vigia da Associação de Produtores Florestais do Distrito de Setúbal – Aflopes, atravessou a EN 379 e lavrou em direção à zona dos Picheleiros.

Os bombeiros tiveram de ordenar a evacuação do parque de campismo local. Uma segunda frente de fogo na Arrábida, na zona de Valongo, estava a lavrar numa zona de declive muito acentuado, segundo fonte da Aflopes, que estima em mais de 50 hectares a área já ardida.

Fonte: HR, c/ Agência Lusa