Incêndio deflagra junto ao Castelo de Palmela em Setúbal

Um incêndio deflagrou esta quarta-feira numa zona de mato junto ao Castelo de Palmela, em Setúbal.

No combate às chamas são já 172 operacionais, 30 veículos terrestres e 2 meios aéreos.

O alerta foi dado às 12h04.

Segundo apurou o CM junto da GNR, várias casas já foram evacuadas. As chamas estão próximas de um parque de estacionamento e os populares estão já a tentar retirar as viaturas estacionadas do local. 

Ver Vídeo da Sic Notícias

Fonte: CMTV Foto retirada da internet

Fogo em Ourém continua ativo e coloca habitações em risco

Há pelo menos três feridos, uma mulher e dois bombeiros. A “principal preocupação prende-se com a proteção das habitações que estão na linha de fogo”.

O incêndio florestal que deflagrou na tarde de quinta-feira no concelho de Ourém (Santarém) continua ativo, colocando várias habitações em risco, adiantou à Lusa a Proteção Civil, ressalvando que, até ao momento, nenhuma localidade foi evacuada.

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“O incêndio mantém-se bastante ativo numa única frente. Todo ele está a desenvolver-se em pinhal. Pontualmente vão aparecendo projeções, mas não com a mesma intensidade das do período da tarde [de quinta-feira]”, disse fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém.

De acordo com o CDOS de Santarém, pelas 00h00, a “principal preocupação prende-se com a proteção das habitações que estão na linha de fogo”.

“Há habitações em risco porque há várias localidades, várias aldeolas e algumas isoladas ao longo desta linha de incêndio”, referiu, dizendo que “não há previsão para cedência do fogo”.

Até agora, foram registados três feridos, segundo a Proteção Civil, tratando-se de uma mulher, que foi assistida no local, e dois bombeiros. Um com queimaduras que foi assistido no local e regressou ao trabalho e outro com sinais de exaustão que teve de ser encaminhado para o hospital de Tomar.

As autoridades disseram ainda que verificaram o corte de uma estrada municipal, entre Areeiro e Abades, que será “aberta a curto prazo”, danos numa habitação em Abades por uma explosão de uma botija de gás — desconhecendo se tem relação direta com o incêndio — que não provocou vítimas e um fogo num barracão que foi atingido pelo incêndio na localidade de Ramalheira.

Pelas 00h29, encontravam-se 395 operacionais, apoiados por 111 viaturas, no local, com tendência para aumentar nas próximas horas, segundo o CDOS de Santarém.

Seis distritos de Portugal continental vão estar em alerta laranja, o segundo mais elevado, a partir de sexta-feira devido ao risco elevado de incêndio florestal, anunciou a Proteção Civil.

Viseu, Vila Real, Bragança, Guarda, Castelo Branco e Santarém são os seis distritos, disse o comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil, André Fernandes, adiantando que os restantes 12 distritos estarão em alerta amarelo, o terceiro mais elevado.

A situação de alerta decretada pelo Governo devido ao “significativo aumento do risco de incêndio rural” começa às 00h00 de sexta-feira e prolonga-se até ao dia 15 de julho.

“Face às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para um significativo agravamento do risco de incêndio rural, os ministros da Defesa Nacional, da Administração Interna, da Saúde, do Ambiente e Ação Climática e da Agricultura e da Alimentação determinaram hoje a declaração da situação de alerta em todo o território do continente”, refere um comunicado do Ministério da Administração Interna (MAI).

Segundo o MAI, a situação de alerta, nível mais baixo de resposta a situações de catástrofes prevista na Lei de Base da Proteção Civil, termina às 23h59 de 15 de julho.

Fonte: TSF

Mais de 90 bombeiros e quatro meios aéreos combatem fogo em Castro Daire

Incêndio possui duas frentes ativas e não está a colocar a população em risco. 

Um incêndio na freguesia de Cabril, concelho de Castro Daire, distrito de Viseu, está, esta quinta-feira, a consumir uma zona de pinhal e eucaliptal. 

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu ao Notícias ao Minuto, neste momento o fogo possui duas frentes ativas e não está a colocar a população em risco. 

No local estão 91 operacionais, 20 veículos e quatro meios aéreos de várias corporações. 

O alerta foi dado cerca das 14h37. 

Refira-se que hoje, devido ao calor que se faz sentir, os distritos de Lisboa e Leiria estão sob aviso laranja desde as 09h00 até às 17h00 de sábado e os restantes 16 a amarelo até às 00h00 de sábado.

O Governo declarou situação de alerta a partir de sexta-feira devido ao risco elevado de incêndio florestal para os próximos dias.

Leia Também: Quase 200 bombeiros combatem incêndio florestal no distrito de Aveiro

Fonte: Notícias ao Minuto

Incêndio no Pinhal Novo mobiliza operacionais e um meio aéreo (C/ vídeo)

Os operacionais e meios terrestres foram auxiliados pelo helicóptero da ANEPC

Um incêndio em zona de mato, na Salgueirinha, Herdade do Monte Novo, está a mobilizar para o local um total de 28 operacionais, 5 viaturas e 1 meio aéreo.

No local estão operacionais das corporações de Pinhal Novo, Moita, e Palmela.

O alerta foi dado às 19h50.

As operações de combate foram captadas em vídeo por Fábio Miranda, que as partilhou no Facebook.


Fonte: Diário do Distrito

Situação de alerta devido ao risco de incêndio rural prolongada até 18 de junho

De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se a continuação de tempo quente e seco para os próximos dias, a prolongar-se previsivelmente até dia 18 de junho, destacando-se:

−  subida gradual da temperatura até dia 12, persistindo o tempo quente nos dias seguintes, embora com algumas oscilações da temperatura máxima;

−  instabilidade no interior a partir de amanhã, persistindo pelo menos até dia 14. Possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada. Possibilidade de trovoada seca e rajadas de vento forte e seco.

−  humidade relativa a diminuir nos próximos dias com fraca recuperação noturna.

−  vento a predominar do quadrante norte por vezes até 40 km/h no litoral oeste e nas terras altas.

−  risco de incêndio a nível elevado no Alentejo e muito elevado no interior Norte e Centro e região Sul, sendo de nível máximo em alguns concelhos no Algarve, vale do Tejo e interior Norte e Centro.

Face a este cenário, espera-se um aumento da dificuldade das ações de supressão aos incêndios rurais em consequência do aumento da temperatura e da baixa humidade relativa do ar. A ANEPC determinou, igualmente, a passagem ao Estado de Alerta Especial (EAE), nível AMARELO, para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), entre o período compreendido entre as 00:00 horas do dia 10 e as 23:59 do dia 14 de junho, para todos os distritos do continente.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que, de acordo com as disposições legais em vigor, nos dias de perigo de incêndio muito elevado ou máximo, é proibido fazer queimadas e é proibido fazer queima de amontoados sem autorização ou sem comunicação prévia. Em caso de dúvida, informe-se na sua câmara municipal ou através do 808 200 520.

É, ainda, proibido utilizar fogo para a confeção de alimentos em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito; é proibido fumigar ou desinfestar em apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas; é proibido lançar balões de mecha acesa e foguetes (o uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da câmara municipal); e nos dias de perigo de incêndio muito elevado e máximo, é ainda proibido usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores (evite o uso de grades de discos).

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recomenda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, de acordo com a legislação em vigor, e tendo especial atenção à evolução do perigo de incêndio neste período.

A ANAC aconselha, também, o acompanhamento da evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, nos sítios da internet da ANEPC, do IPMA e do ICNF, ou junto dos Serviços Municipais de Proteção Civil e dos Corpos de Bombeiros.

Fonte: Viseu Now

Proteja-se

Com as subidas de temperatura para este fim de semana, aconselhamos a ver os seguintes vídeos retirados do “Youtube”

Fonte: Américo Silvestre – Sub-Chefe do QH

Incêndio na empresa Reginacork

Os Bombeiros do Pinhal Novo foram esta noite ativados para um incêndio na empresa Reginacork – Indústria e Transformação de Cortiça no Pinhal Novo.

Segundo informação do CDOS Setúbal ao Diário do Distrito, tratou-se de um incêndio numa pilha de cortiça que foi rapidamente extinto.

O alerta foi dado às 21h33 e no local estiveram, além dos operacionais, uma patrulha da GNR de Palmela, num total de 9 operacionais com 3 viaturas.

O incêndio já está extinto, e nas manobras de consolidação e rescaldo, participaram ainda duas viaturas da empresa.

Fonte: Diário do Distrito

“Estiveram lá nos incêndios. Orgulhamo-nos deles”

De forma a fazer face aos incêndios que fustigaram o nosso país, entre junho e outubro, os Bombeiros de Pinhal Novo mobilizaram inúmeras equipas para combate direto e apoio às populações nos distritos do centro e norte de Portugal.

Na maioria foram empenhados bombeiros voluntários que têm outros empregos. Umas das entidades que dispensou os seus colaboradores que são também bombeiros voluntários foi a Volkswagen Autoeuropa, em Palmela.

Na edição de dezembro do “jornal.”, o jornal dos colaboradores da Volkswagen Autoeuropa, são homenageados, com orgulhos, seus “colaboradores bombeiros”.

Bruno Pereira, um dos colaboradores entrevistados faz parte do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo. Leia todo o artigo do “jornal.”

“Bruno Pereira, 40 anos, é bombeiro desde 1995. Miguel Bastos, 24 anos, é bombeiro desde 2009. Ambos são serralheiros de cunhos e cortantes, na área de prensas. E ambos são um orgulho nacional. Intervieram nos incêndios de verão e, por vezes, saíram diretamente do trabalho para a sua missão.

Pela Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Setúbal, Miguel Bastos já interveio desde 2009 e, 167 ocorrências de incêndio. Neste Verão foi autorizado a dispensar 20 dias de trabalho na fábrica [da Volkswagen Autoeuropa] para combater os dramáticos incêndios em Portugal. Esteve em mais de 30 situações de grandes incêndios e, Viana do Castelo, Coimbra, Guarda e Viseu. «Apesar de todas terem a sua importância, talvez Pedrogão Grande tenha sido das intervenções mais complicadas.»

Por sua vez Bruno Pereira, dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, participou também diretamente nos incêndios de Pedrogão Grande, Vila de Rei e Oliveira do Hospital. «O mais difícil foi ter de obrigar os habitantes a abandonarem as suas casas, mesmo contra a sua vontade, no meio de fumo e temperaturas muito altas.», descreve. E acrescenta «O sentimento de impotência de não conseguir salvar algumas das vítimas, animais e bens materiais é terrível de sentir». Apesar da longa experiência de ambos, confessam que este ano tudo foi mais intenso. «Em Vila de Rei fiquei de rastos. O relevo dos terrenos era muito acentuado.» e »Pedrogão foi das intervenções mais complicadas de sempre para mim.»

Em relação a outras experiências no passado, ambos confirmaram que “Este verão foi mais complicado que todos os outros devido à seca severa que deixa os combustíveis com níveis de humidade muito baixos.”

Ser bombeiro é talvez uma das atitudes mais altruístas de um ser humano. Por detrás do arrojo, força anímica e coragem ilimitadas para enfrentar um terreno em chamas, estão emoções avassaladoras que têm de saber controlar. A satisfação interior por vezes é reforçada pelas populações que estão a ajudar a sobreviver. «No incêndio de Vila de Rei ao fim de quais duas horas de combate direto às chamas, conseguimos que o fogo não afetasse nenhuma das casas da aldeia e senti muita emoção ao ver as expressões de alegria na cara dos habitantes quando puderam regressar a sua casa. E também quando tivemos de sair da aldeia fiquei para irmos para outra intervenção, fiquei muito sensibilizado por ouvir as palmas e os agradecimentos dos vários populares.», conta Bruno Pereira.

Bruno Pereira e Miguel Bastos já evidenciaram muitos incêndios. E são unânimes em afirmar que é imperioso o ordenamento e vigilância do território florestal; fazer cumprir a lei de limpezas das propriedades privadas e dos estados; dar formação aos habitantes sobre as normas de segurança em redor das habitações e propriedades. E também se aperceberam continuamente que são necessários mais meios materiais para efetuar as missões.

Perguntamos-lhes se aconselham os colegas a serem bombeiros. «Claro que sim, mas apenas se tiverem um grande gosto em ajudar o próximo sem ter ambição de serem remunerados por isso. Não é fácil termos de passar muito tempo longe da família. É necessário termos muita robustez física para socorrer vítimas.»

A Volkswagen Autoeuropa tem orgulho na bravura destes seus colaboradores bombeiros.”

(texto de Isabel Carimbo)

Fonte: Facebook da AHBPN

«Airbag» ardeu em poucos minutos

Um incêndio deflagrou, esta madrugada, no terraço do Centro Comercial “Mochos”, em Pinhal Novo, e, em poucos minutos, as chamas devoraram o bar “Airbag”. Na Internet já circulam imagens reais do incêndio.

Desta vez, o terraço com vista aérea sobre a vila proporcionou aos seus habitantes um cenário noturno de fogo urbano, com grandes dimensões, nunca visto em Pinhal Novo. A sirene dos Bombeiros soou em Pinhal Novo cerca de dez minutos depois das 2 da manhã desta quarta-feira, 2 de Agosto. O “Airbag”, um dos bares mais populares da vila, todo construído em madeira, que ocupava o terraço do Centro Comercial “Mochos”, estava a arder.

O incêndio deflagrou cerca da 1h50m e obrigou os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo a contarem com o apoio do veículo autoescada da corporação do Montijo.

«Ardeu tudo em minutos», descreve Flávio Andrade, repórter fotográfico, que reside em frente às traseiras do edifício. Às 2h06m, a sua objetiva registou a primeira fotografia do incêndio, conforme se documenta.

Bombeiros tiveram trabalho até às 4 da manhã

As chamas consumiram totalmente a construção de madeira, pré-fabricada, instalada na cobertura do edifício comercial, localizado numa zona residencial que é das mais movimentadas, durante o dia, em Pinhal Novo. Àquela hora, o edifício já estava vazio e foi o segurança quem deu o alerta para a ocorrência.

O fogo foi considerado extinto às 2h55m e as operações de rescaldo foram dadas por concluídas pelas 4 horas. Nos trabalhos participaram 45 bombeiros, 23 dos quais do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo; outros, no entanto, acorreram à chamada da sirene, e dirigiram-se para o local em viaturas próprias.

Além do CB de Pinhal Novo, com 8 viaturas, participaram nos trabalhos e estiveram de vigilância, no local, meios operacionais das corporações vizinhas de Palmela, Moita, Montijo e Sul e Sueste (Barreiro), a que se juntou também o Comandante Distrital, Alcino Monteiro Marques. Ao local acabaria ainda por ser chamada a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), do INEM, para socorro a um popular que se sentiu mal, acusando problemas cardíacos, quando assistia à ocorrência.

Entre os bombeiros de Pinhal Novo registaram-se dois feridos ligeiros, um dos quais, devido a intoxicação por inalação de fumos, esteve a ser assistido, até às 8 horas da manhã, no Hospital de São Bernardo, em Setúbal.

CB realça rápida mobilização de meios

Para o Comandante do CB de Pinhal Novo é, sobretudo, de realçar a prontidão da resposta dos bombeiros que não estavam de serviço no quartel, mas acorreram ao toque da sirene. Fernando Pestana realça ainda a rápida mobilização de meios, a nível distrital: «Às 2h20m já tínhamos cá a autoescada do Montijo e todas as outras corporações foram imediatas a corresponder ao apelo.»

O Comandante sublinha também a importância do apoio da GNR, «dos agentes que estavam de serviço no posto e de outros que acorreram em apoio», para a criação do necessário perímetro de segurança, tendo em conta as muitas dezenas de populares que observavam as operações, atraídos pelas chamas e pelo aparato operacional no local.

Para os residentes no lado Norte da vila, as labaredas que saíam do bar de madeira a arder e as explosões que se ouviram, na cobertura ao ar livre do edifício de 3 pisos, foram consideradas um espetáculo impressionante. «Parece que estou a ver o incêndio do Chiado», relatava o habitante de um sótão com vista para o fogo, que ainda se lembrou a tempo de recorrer a um par de binóculos.

Para os bombeiros, tratou-se, sobretudo, de garantir que o incêndio ficasse controlado, no espaço e no tempo, sem que ocorresse qualquer propagação, nem ao resto do edifício, nem aos prédios circundantes. De acordo com os operacionais, uma eventual propagação ao piso inferior estaria dificultada pela existência de uma lage de betão, que separa o último piso do centro comercial da cobertura onde estava instalado o “Airbag”. Por outro lado, a carga térmica da madeira, para mais estando a arder ao ar livre, não foi suficiente para provocar a propagação ao piso inferior.

Já na manhã desta quarta-feira, o Comandante pôde verificar que as lojas do centro comercial estão a funcionar normalmente. «Ainda deverá ser feita uma avaliação, por parte dos serviços técnicos da Câmara, das possíveis consequências do sobreaquecimento no terraço sobre a estrutura do edifício», adianta. Fernando Pestana foi, ainda, surpreendido por um telefonema da presidente da Câmara Municipal de Palmela, que, apesar de estar de férias, quis inteirar-se de que está tudo bem. E está!
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Veja aqui o vídeo amador já disponível na Internet, ao som dos Massive Attack.

Veja aqui mais fotos da ocorrência.


Fonte: HR, com F. Pestana e Carlos Marta; Fotografia de Flávio Andrade

Fogo em lar obriga a evacuar idosos

Um incêndio no lar “Amigos do José Maia”, em Areias Gordas, concelho de Palmela, durante a tarde desta quarta-feira, obrigou à transferência de cinco idosos que aí residiam para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, dado apresentarem problemas respiratórios devido à inalação de fumos.

O alarme foi dado às 16.58 horas por um popular que telefonou para os Bombeiros de Pinhal Novo.

De acordo com o Centro de Coordenação Operacional de Setúbal (CDOS), sete idosos foram transportados para outro lar, nas imediações, visto as instalações terem ficado bastante destruídas. “Por enquanto, o lar não apresenta condições para continuar a abrigar os seus residentes habituais”, avançou uma fonte do CDOS.

Ao local acorreram os Bombeiros de Pinhal Novo e de Palmela, num total de nove viaturas e de 21 homens. Estiveram ainda no lar sinistrado a GNR e a Segurança Social.

Fonte dos bombeiros adiantou, ao JN, que “o incêndio teve início no quadro elétrico da cozinha, alastrando pela instalação elétrica, o que provocou muito fumo”. Este facto, aliado ao pó dos extintores dos bombeiros, terá provocado problemas respiratórios em cinco dos 18 idosos que se encontravam no interior do lar.

Face ao sucedido, as corporações de Palmela e do Pinhal Novo lamentaram o facto “do lar não ter qualquer sistema de alarme ligado aos bombeiros, nem sequer a uma empresa de segurança privada, o que é muito comum neste tipo de instituições”.

Alguns dos utentes do lar, segundo apurou o JN, vão ser recebidos por familiares, enquanto outros vão ficar à responsabilidade da Segurança Social, até ser encontrada uma solução.

O Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo mobilizou para o local da ocorrência um total de seis viaturas: o Veículo Urbano de Combate a Incêndios (VUCI 02), a ambulância do INEM (ABSC 03) e mais quatro ambulâncias de Socorro e de Cuidados Intensivos da corporação.

Paulo Morais / Jornal de Notícias; Foto de Flávio Andrade (Arquivo BVPN)