Bombeiros mostram-se à população

Os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo realizaram, no passado Sábado, um exercício noturno em frente à delegação da Junta de Freguesia de Poceirão em Aldeia Nova da Aroeira, onde a corporação pinhalnovense passou a ter em funcionamento um posto de socorros, na sequência do protocolo de colaboração recentemente celebrado com a Junta local.

O exercício coincidiu com a comemoração do aniversário do Grupo Desportivo e Recreativo Águias da Aroeira, que tem a sede mesmo ao lado da delegação da Junta de Freguesia presidida por José Silvério. Por isso, a noite foi de uma festa que juntou os operacionais, a fanfarra dos Bombeiros de Pinhal Novo e o rancho folclórico daquela coletividade local.

O exercício serviu para testar os meios e técnicas de socorro em caso de acidente rodoviário com mais do que uma vítima encarcerada, seguido do incêndio da viatura, e mobilizou dez veículos e quase 40 elementos da corporação pinhalnovense.

O vasto dispositivo mobilizado pelo Comando dos Bombeiros de Pinhal Novo para este exercício despertou enorme curiosidade junto da população local. Houve até quem não dispensasse a instalação de uma fila de confortáveis cadeiras, criando uma plateia junto ao perímetro de segurança do exercício, para não perder pitada da intervenção dos bombeiros.

O objetivo desta ação, além da formação prática dos bombeiros, também se traduz na sensibilização da população, sobretudo mais jovem, para o trabalho desenvolvido pelos bombeiros, no sentido de despertar o interesse dos jovens para o voluntariado.

Fonte: Helena Rodrigues

Bombeiros chegam à Aldeia Nova da Aroeira

Na sequência de um protocolo de colaboração entre os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo e a Junta de Freguesia de Poceirão, as localidades de Aldeia Nova da Aroeira e Foros das Passarinhas, no extremo da freguesia de Poceirão que confina com o concelho do Montijo, passaram a ser servidas por uma ambulância de socorro destacada para aquela área. A população vai ainda poder assistir, este Sábado, à simulação de um acidente rodoviário, com vítimas encarceradas, seguido de incêndio.

A decisão de criar um posto de socorros dos Bombeiros de Pinhal Novo em Aldeia Nova da Aroeira surge na sequência da avaliação da área de intervenção do Corpo de Bombeiros, levada a cabo pelo Comandante, «depois de ter ouvido o Corpo Ativo e realizado várias reuniões com o Presidente da Junta de Freguesia do Poceirão e os próprios moradores da Aldeia Nova da Aroeira», conforme explica Manuel Resende, que tomou posse do Comando dos Bombeiros de Pinhal Novo no passado mês de junho.

Nos termos do protocolo, celebrado em 19 de setembro, a Junta de Freguesia cedeu aos Bombeiros a utilização da sua delegação em Aldeia Nova da Aroeira para a instalação de uma ambulância e dois elementos da corporação. Numa primeira fase, o posto de socorros é mantido durante 12 horas por dia, de Segunda a Domingo, mas o protocolo prevê o objetivo de alargar a permanência de meios às 24 horas do dia. Para isso, a aposta será no recrutamento de novos bombeiros, residentes naquela zona.

«Hoje em dia, a formação do bombeiro, que abrange áreas tão vastas como a emergência pré-hospitalar, o socorro a acidentes e a proteção contra incêndios, constitui uma mais-valia para a empregabilidade dos jovens, que pode e deve ser potenciada», realçou o Comandante dos Bombeiros de Pinhal Novo, durante a assinatura do protocolo.

A corporação, cuja área de intervenção inclui, desde 1996, uma parte da freguesia de Poceirão que confina com a freguesia de Pinhal Novo, pretende ainda dotar o posto de socorros com um veículo de combate a incêndios de características rurais.

Moradores satisfeitos com presença dos bombeiros

Na celebração do protocolo participaram o Presidente da Junta de Freguesia de Poceirão e a Presidente da Direção dos Bombeiros de Pinhal Novo, José Silvério e Helena Rodrigues, e o ato foi presenciado por vários bombeiros e por moradores de Aldeia Nova da Aroeira, que receberam “de braços abertos” o seu novo posto de socorros. Diariamente, a população já se habituou a acorrer ao local para os rastreios de saúde levados a cabo pelos bombeiros, como a medição da tensão arterial e da glicémia, atividades que também estão expressamente contempladas no protocolo celebrado entre as duas entidades.

Neste Sábado, 26 de junho, a partir das 21 horas, a população vai também poder ver os bombeiros em ação, num exercício que terá lugar em frente à sede do Grupo Desportivo e Recreativo Águias da Aroeira. Os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo vão simular um acidente rodoviário, com vítimas encarceradas, seguido da deflagração de um incêndio, que mobilizará para o local um considerável dispositivo operacional.

No futuro, a Associação Humanitária não descarta o objetivo de vir a instalar uma secção destacada do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo naquela área, tendo em conta que as novas acessibilidades e os grandes investimentos nacionais previstos para a região originarão «um aumento significativo do volume de serviços prestados pelos bombeiros, em matéria de cuidados de saúde e proteção em caso de incêndios, acidentes e outras catástrofes», conforme se lê no texto do protocolo agora celebrado.

O documento baseia-se ainda nas «responsabilidades institucionais e cívicas [das duas entidades, Junta de Freguesia e Bombeiros] na implementação de uma resposta de proximidade às necessidades das populações e da proteção do meio ambiente».

Fonte: Helena Rodrigues

Exercício na escola também testou «Psicologia de Catástrofe»

Quando soou a sirene para o exercício na escola EB1/JI nº 1 de Pinhal Novo, a primeira ação foi evacuar as crianças. Dezenas de alunos “passaram com distinção” no teste, em que foram sujeitos a técnicas de evacuação e avaliada a sua capacidade de resposta.

A intervenção especializada junto das crianças e adultos (educadores e encarregados de educação) centrou-se na implementação de técnicas de evacuação e foi conduzida pelo Gabinete de Psicologia de Catástrofe dos Bombeiros Voluntários de Setúbal, cuja responsável colaborou no exercício realizado em Pinhal Novo, no Sábado, 19 de maio. Face a um cenário de suspeita de fuga de gás (o exercício testou ainda os cenários de ameaça de bomba e incêndio na escola – Ler Notícia), o objetivo foi organizar e acalmar “as vítimas”, «fazendo o momento de espera até à posterior evacuação do local em linha de segurança», conforme explicou a psicóloga Sandra Coelho (na foto), Adjunta de Comando do Quadro de Especialistas dos BVS.

As crianças acabariam por ser evacuadas para o recinto do campo de jogos do Clube Desportivo Pinhalnovense. Até lá, a gestão do tempo de espera no exterior do edifício da escola concentrou as atenções da psicóloga, à frente de uma equipa que incluiu os jovens voluntários de Proteção Civil, formados pelos Bombeiros de Pinhal Novo em colaboração com a Junta de Freguesia. «O objetivo foi realizar o exercício numa hora quente [13:30h], para avaliar a capacidade de resposta dos intervenientes e a tolerância a vários fatores, como a sede, o calor e o pânico», explicou Sandra Coelho.

A técnica utilizada passou por dividir as crianças em sub-grupos, identificados por uma fita de cor própria atada ao pulso de cada criança. Foi também aplicada uma fita delimitadora de cada grupo, «para haver resguardo e delimitar um perímetro de segurança, que tem um efeito estabilizador importante, nomeadamente para combater a ansiedade e evitar o pânico», como explica a psicóloga. Neste tipo de cenário, os educadores e professores «funcionam como o elemento neutro e acolhedor», ou seja, desempenham o papel de mediador entre a equipa de socorro e as crianças. A estratégia passou, depois, por envolver as crianças em atividades que lhes são familiares e com as quais se identificam, como cantar ou correr para a frente e para trás.

No final, feita a avaliação da capacidade de resposta de todos os adultos e crianças, Sandra Coelho considerou os objetivos do exercício amplamente atingidos, já que «as crianças revelaram uma elevada tolerância à frustração». Por outro lado, «toda a gente estava muito motivada e cooperante», sublinhou a psicóloga, realçando o papel dos jovens voluntários que participaram no exercício. «Achei excelente e dou os parabéns à Junta de Freguesia de Pinhal Novo pela criação deste grupo», afirmou, considerando que «a melhor forma de manter o grupo coeso é fazendo com que os elementos continuem a ter formação».

A psicóloga dos Bombeiros Voluntários de Setúbal, que trabalha também com os Sapadores da cidade, confirma que a integração da Psicologia nos corpos de bombeiros é cada vez mais necessária e requisitada, a três níveis: para apoio psicológico e clínico individual aos bombeiros, para formação do corpo de bombeiros e para saída do psicólogo nas ambulâncias, quando ativado pelo chefe de serviço.

«O psicólogo tem de ser multifacetado», conclui Sandra Coelho, fazendo questão de sublinhar que a sua função está integrada numa hierarquia de Comando. Isso mesmo ficou bem evidenciado neste exercício, quando a psicóloga se recusou a prestar esclarecimentos à comunicação social local antes de terminar o seu trabalho e, mesmo depois, só o fez após obter autorização expressa do comandante operacional no local (no caso, o Comandante dos BVPN).

Fonte: Helena Rodrigues (texto); João Rolo (foto)

Instrução com fogo real testa VTTR

A 2ª Secção do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo realizou, na parada do quartel, uma instrução com fogo real. O objetivo específico da ação foi testar as potencialidades do mais recente veículo operacional da corporação, recorrendo a três viaturas incendiadas para o efeito.

No passado Sábado, 14 de abril, pelas 18 horas, a 2ª Secção do CB iniciou uma instrução que teve por objetivo testar a capacidade do Veículo Tanque Tático Rural (VTTR), utilizando todo o seu material em simultâneo.

Inicialmente, o 2º Comandante elucidou os formandos sobre o funcionamento de algum do equipamento existente no veículo e, de seguida, passou-se à prática, na parada do quartel, com recurso a três viaturas de sucata. Procedeu-se à extinção do fogo nos veículos incendiados, utilizando dois meios de extinção: espuma e água.

Esta formação, de âmbito interno, contou com a presença de elementos da 2ª Secção (Chefe Manuela Rodrigues, Bombs. 2ª Cls. Fernando Martins e Mauro Henriques e Bomb. 3ª Cls. Pedro Costa), assim como de outros elementos que se encontravam de serviço no quartel (Bombs. 1ª Cls. António Barradas e António Oliveira, Bomb. 3ª Cls. Tiago Oliveira e Aspirantes Hugo Borbinhas, Artur Barreira e Paulo Bandarra).

Assistiu à instrução o Comandante do Corpo, que encerrou a mesma, referindo algumas técnicas a aplicar e mostrando-se satisfeito com a atuação e com o entusiasmo que envolvia os presentes.

Fonte: Manuela Rodrigues (texto); António Oliveira (foto)

Simulacro de incêndio entre as crianças

Pelas 10h00 do dia 2 de março, o toque da sirene anunciou a saída das viaturas de socorro para as instalações do Centro de Ocupação Infantil de Pinhal Novo (COI). Tratou-se de um simulacro de incêndio, que foi acompanhado pela reportagem da TVI – Ver Vídeo.

O exercício simulou um foco de incêndio numa das salas de aula daquele importante centro de educação infantil de Pinhal Novo, que obrigou a realizar operações de evacuação do estabelecimento e de socorro às vítimas. Para além de assinalar as comemorações do Dia Internacional da Proteção Civil – este ano celebrado em 1 de Março, sob o tema “A Proteção Civil e as Escolas” –, o simulacro serviu para testar a eficácia do Plano de Emergência interno do COI e a articulação entre os diferentes agentes envolvidos.

Rotinar procedimentos, testar as comunicações de emergência e os tempos de resposta dos vários agentes, bem como criar hábitos de segurança e de auto-proteção na população escolar, constituem objetivos específicos do exercício levado a cabo.

Para além do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, participaram nas operações a Guarda Nacional Republicana, o Centro de Saúde e a Junta de Freguesia de Pinhal Novo, através do seu Corpo de Voluntários.

O batizado “Exercício COI 2006” enquadrou-se num conjunto de ações, em matéria de prevenção e segurança, que a Câmara Municipal de Palmela, através do Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC), leva a efeito em parceria com o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, envolvendo as corporações de bombeiros do concelho, GNR, EDP, SETGÁS, Centro de Saúde de Palmela, Juntas de Freguesia e estabelecimentos de ensino.

Fonte: HR, c/ CMP e Imprensa (Telefoto TVI)

Bombeiros participaram no «Exercício Anjo 2005»

A realização de um simulacro conjunto, que envolveu os corpos de bombeiros de Pinhal Novo, Palmela e Águas de Moura, junto à Sociedade de Instrução Musical da Quinta do Anjo, marcou o arranque das comemorações do Dia Municipal do Bombeiro.

No âmbito das comemorações do Dia Municipal do Bombeiro, o Serviço Municipal de Proteção Civil e as três associações de bombeiros do concelho de Palmela realizaram no Sábado, 14 de maio, a partir das 17 horas, um simulacro na Quinta do Anjo, junto à Igreja Paroquial e à Sociedade de Instrução Musical. Intitulado “Exercício Anjo 2005”, o simulacro teve como cenário um incêndio na sala de espetáculos daquela coletividade e a consequente saída precipitada dos espectadores.

Entretanto, duas viaturas, que “circulavam” em excesso de velocidade na Rua João de Deus, “provocaram” vários atropelamentos, dos quais “resultaram” cinco feridos graves e o despiste das viaturas, seguido do incêndio de uma delas. Devido ao fumo intenso que saía da coletividade, teve de ser efetuada uma busca e salvamento no seu interior.

«Enquanto na rua há vítimas atropeladas e outras encarceradas, nas instalações da colectividade encontram-se duas vítimas, uma queimada e outra intoxicada», contou Raul Prazeres, Adjunto de Comando dos Bombeiros de Pinhal Novo, sobre o cenário do exercício. A intervenção da corporação abrangeu a emergência pré-hospitalar e a extinção do incêndio. «A nossa função foi prestar socorro às vítimas de atropelamento e colaborar na extinção do incêndio, fazendo arrefecimento das exposições e ventilação vertical», explica Raul Prazeres.

O Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo participou no simulacro conjunto – realizado sob o comando dos Bombeiros Voluntários de Palmela – com onze elementos e três viaturas: duas ambulâncias de socorro (cada uma com 3 homens) e um VUCI (com 5 bombeiros). Além das três corporações do concelho, o “Exercício Anjo 2005” contou com a participação do CDOS, Serviço Municipal de Proteção Civil, GNR, EDP, Centro de Saúde de Palmela e Junta de Freguesia de Quinta do Anjo.

De acordo com a organização, este exercício conjunto teve como objetivos aumentar a capacidade operacional dos vários agentes da Proteção Civil; possibilitar aos órgãos de coordenação uma apreciação rigorosa da resposta e da capacidade operacional dos equipamentos de socorro disponíveis, em caso de emergência; e rotinar procedimentos e testar comunicações de emergência entre os intervenientes.

Fonte: HR, c/ Raúl Prazeres; Foto de Cristóvão Vinagreiro

Simulacro em Rio Frio: vídeo e galeria de fotos já estão disponíveis

Vinte viaturas e 65 bombeiros estiveram envolvidos no combate às chamas e na busca e evacuação das vítimas. O exercício pretendeu demonstrar que, no concelho de Palmela, a união de meios pode fazer a força, mas não deixou de revelar a falta de uma auto-escada no concelho, além de algumas falhas de comunicação entre as equipas. [Ver Galeria de Fotos]

No âmbito das comemorações do Dia Municipal do Bombeiro, este ano co-organizadas pela Câmara Municipal de Palmela e pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, realizou-se, no passado dia 30 de abril, a partir das 20h30m, na Área Industrial da Herdade de Rio Frio, um exercício em que participaram as três corporações do concelho de Palmela e o corpo de bombeiros do Montijo, que interveio com o recurso a uma auto-escada.

Tratou-se de uma simulação de incêndio com fogo real, com origem numa explosão na fábrica de MOAGEMDOSUL, Lda., que permanecia em laboração normal, em que intervieram um total de 20 viaturas e dezenas de homens, envolvidos no combate às chamas e na busca e evacuação de vítimas.

No local foi instalada uma zona de triagem de vítimas, sob a coordenação do Dr. Richard Glied, médico da corporação pinhalnovense e das equipas do INEM, onde foram assistidas as situações de intoxicação provocada pelos fumos e de vítimas queimadas e politraumatizadas, por terem ficado presas nos escombros dos pavilhões da fábrica.

Em declarações à imprensa, Raúl Prazeres, adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, salientou que o objetivo principal do exercício era “testar os meios municipais e o tempo de atuação, sendo por isso que se escolheu Rio Frio, que está longe dos quartéis de todas as corporações de bombeiros do concelho”.

O adjunto de comando referiu-se ainda aos meios envolvidos no simulacro, considerando que “não vale a pena dizer que são suficientes, porque nunca serão” e admitindo a falta de uma auto-escada no concelho, razão pela qual foram convidados os Bombeiros Voluntários do Montijo, dotados deste meio, para participarem no exercício.

As operações foram acompanhadas pela equipa de jornalistas do programa televisivo “Vida Por Vida” e foram objeto de reportagem na emissão de 30 de maio daquele magazine das manhãs de domingo, na “2:” (aqui disponível).

Fonte: HR (c/ JN de 2 de Maio); Foto: Abílio Neves

Juvebombeiro simula colapso de ponte

O colapso de uma das extremidades da ponte da Cachofarra, em Setúbal, foi a situação criada pela Juvebombeiro do Distrito de Setúbal para a realização de um exercício que envolveu 86 participantes de 13 corporações de bombeiros.

O I Exercício Distrital da Juvebombeiro, que decorreu no passado dia 4 de abril na cidade de Setúbal, foi organizado pelo núcleo da Juvebombeiro da Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal. Este exercício envolveu 10 ambulâncias, 2 viaturas de salvamento e desencarceramento, 2 viaturas de combate a incêndio, 2 equipas de resgate, uma equipa de psicólogos, 1 viatura de comunicações e um reboque, totalizando 19 viaturas e 86 participantes de 13 corporações do distrito.

O local escolhido foi a ponte da Cachofarra, perto do parque da AutoEuropa, na cidade de Setúbal, por ser a capital do distrito. A situação simulada foi a do colapso de uma das extremidades da ponte, o que resultou num acidente de viação em cadeia envolvendo cinco viaturas ligeiras, sendo que três delas caíram da ponte em consequência do embate.

Uma vez que uma das viaturas caídas se encontrava em local inacessível por acesso pedonal, foi necessária a intervenção de duas equipas de resgate, que içaram as vítimas, devidamente imobilizadas, para o tabuleiro da ponte. Depois de terminadas as operações de desencarceramento, também essas vítimas foram encaminhadas para o posto de triagem.

Todos os 8 sinistrados foram avaliados no posto de triagem por um médico, enfermeiros e tripulantes de ambulâncias de socorro (T.A.S.), antes de serem transportados para a unidade hospitalar.

O exercício terminou às 13 horas e todos os participantes continuaram o convívio durante o almoço que se seguiu.

De acordo com Luís Neto, delegado da Juvebombeiro na corporação pinhalnovense, “neste simulacro procurou-se a interligação entre os bombeiros envolvidos, que passou por terem bombeiros de corporações distintas atuado nas viaturas de outros corpos de bombeiros, o que resultou muito bem”. Este bombeiro assumiu, no exercício, as funções de COS (Comandante das Operações de Socorro), tendo a corporação de Pinhal Novo sido também responsável pela coordenação do posto de triagem, a cargo do Dr. Richard Glied, e participado ainda com a ambulância ABCI 03 e a intervenção de 3 homens na viatura de desencarceramento dos Bombeiros Voluntários da Moita.

Fonte: Juvebombeiro (Susana Claro / Luís Neto)