Tribunal iliba parque de campismo após morte trágica de criança no Pinhal Novo

Gabriel dos Santos, de dois anos, morreu afogado numa piscina desativada. Tribunal rejeita indemnização e afasta responsabilidade do parque.

O Tribunal da Relação de Évora confirmou a absolvição do parque de campismo Vasco da Gama, no Pinhal Novo, na ação cível movida pela família de Gabriel dos Santos, criança de dois anos e quatro meses que morreu afogado numa piscina desativada a 21 de junho de 2020. A decisão judicial afastou qualquer responsabilidade da administração do parque, sublinhando que não ficou provado que o espaço estivesse acessível ou mal sinalizado, como alegava a família.

O caso, que abalou a comunidade local e chocou o país, remonta a um dia que deveria ter sido de celebração. A família Severino encontrava-se nas instalações do parque para festejar o aniversário de 10 anos de um dos filhos, quando, durante o check-in na receção, Gabriel desapareceu. Iniciaram-se buscas imediatas, com receios de rapto, mas o desfecho foi devastador: o corpo do menino foi encontrado já sem vida numa piscina desativada, coberta de algas e musgo, dando a aparência de relva.

A mãe, Norbertina Severino, acredita que o filho tenha confundido o fundo da piscina com relvado e escorregado. O espaço encontrava-se encerrado desde 2019 devido à pandemia e apresentava sinais de abandono. Contudo, o tribunal deu razão ao parque, considerando que o local estava devidamente vedado, com rede de alarme, portão fechado com chave ou cadeado, e com cobertura metálica e acrílica com portas de correr.

No acórdão, os juízes referem ainda que não foi possível provar que o portão estivesse aberto nem que houvesse falta de sinalética identificadora da piscina. A sentença frisa que, atendendo à tenra idade da criança, seria da responsabilidade dos pais garantir vigilância permanente, afastando assim qualquer culpa da entidade gestora.

Em agosto de 2021, o Ministério Público arquivou o inquérito criminal ao caso, por considerar não haver indícios de crime. Inconformada, a família avançou com um processo civil, solicitando uma indemnização de 230 mil euros, mas viu agora esse pedido ser igualmente rejeitado pelo Tribunal da Relação, confirmando a decisão da primeira instância.

A decisão final mergulhou a família numa nova onda de dor e sensação de impunidade, ficando por esclarecer as condições que terão permitido o acesso da criança à zona da tragédia. O caso continuará a ser recordado como um dos episódios mais marcantes da região nos últimos anos, deixando feridas profundas num luto que ainda hoje não sarou.

Fonte: Diário do Distrito

Bombeiros da Moita assistem a parto domiciliário em dia de aniversário da Associação Humanitária

Parto aconteceu em casa

O dia do 92.º aniversário da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Concelho da Moita, 31 de maio, teve mais um motivo de celebração.

Isto porque a corporação recebeu este sábado, pelas 08h22, uma chamada da Baixa da Banheira para socorro e transporte de uma parturiente ao Hospital.

https://www.facebook.com/BOMBEIROSMOITA«Na indisponibilidade de VMER e na pressa do bebé Heitor em conhecer o mundo, o parto ocorreu ainda na residência de Paula Dias, a mãe» explica a corporação na partilha que fez desta história na sua página do Facebook.

Mãe e bebé foram transportados ao Hospital São Francisco Xavier, e a corporação deixa ainda os votos de «Parabéns a todos os envolvidos» e as boas-vindas ao Heitor.

Fonte: Diário do Distrito, Foto: BV Concelho da Moita

Criança de 5 anos encontrada sozinha na estação do Pinhal Novo

A criança já foi entregue à mãe. A situação foi sinalizada à CPCJ e foi enviado auto de notícia para tribunal.

Uma criança de cinco anos foi encontrada sozinha, esta sexta-feira de manhã, na estação de comboios do Pinhal Novo, confirmou a Guarda Nacional Republicana (GNR) ao Notícias ao Minuto.

As autoridades receberam o alerta às 11h20, altura em que se dirigiram ao local, onde confirmaram que o menino estava sozinho, sem qualquer adulto responsável por perto.

Perante esta situação, a guarda “iniciou diligências” para localizar e contactar os familiares. Acabaram por conseguir contactar a mãe, a quem devolveram a criança, pouco depois.

Notícias ao Minuto tentou apurar as justificações dadas pela mãe para o menino estar sozinho na estação, mas a GNR afirmou apenas que o caso “vai ser investigado”.

Contudo, adiantaram que a criança “estava bem” e “sem ferimentos”.

A situação foi sinalizada à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) e foi também elaborado auto de notícia para tribunal.

Este trata-se do terceiro caso, esta semana, em que uma criança foi deixada sozinha. Os outros dois aconteceram na terça-feira, em que uma criança com cerca de três anos ficou ‘esquecida’ dentro de um carrinho de bebé, na estação de metro adjacente ao Terminal Fluvial de Cacilhas, e uma menina de dois anos foi deixada, alegadamente, por engano, numa escola em Odivelas.

Todos estes menores já foram entregues aos pais.

[Notícia atualizada às 14h36]

Fonte: Diário do Distrito

Colisão entre motociclos em Palmela provoca morte imediata de dois homens

Dois homens, de 28 e 35 anos, morreram este sábado à tarde após uma violenta colisão entre motociclos no concelho de Palmela.

Uma trágica colisão entre dois motociclos resultou, este sábado, na morte imediata de dois homens no concelho de Palmela. A ocorrência foi registada às 15h51 na estrada que liga Pinhal Novo a Rio Frio, tendo mobilizado diversos meios de socorro.

As vítimas, com 28 e 35 anos, eram os condutores e únicos ocupantes de cada um dos motociclos envolvidos. Segundo fonte da GNR, os óbitos foram declarados no local, sem possibilidade de reanimação.

O alerta foi dado ao Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal, que coordenou as operações. Para o local foram destacados mais de 20 operacionais, apoiados por oito veículos, entre os quais se incluíam elementos dos Bombeiros de Pinhal Novo, equipas do INEM e as Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) do Barreiro e de Setúbal.

A GNR tomou conta da ocorrência e investiga as circunstâncias da colisão, não sendo para já conhecidas as causas concretas do acidente.

Este é mais um episódio trágico nas estradas do distrito de Setúbal, que volta a sublinhar os perigos da condução em duas rodas e a urgência de reforçar as medidas de segurança nas vias secundárias da região.

Fonte: Diário do Distrito

Mãe faz apelo desesperado por filho desaparecido no Pinhal Novo

Jovem tem 17 anos de idade

Thais Oliveira partilhou um vídeo no qual pede ajuda para encontrar o seu filho, Paulo Henrique Oliveira Paula.

O jovem de 17 anos foi visto pela última vez pelas 15h00 junto à Escola Secundária do Pinhal Novo.

No vídeo emotivo, a mãe do jovem apela a quem possa ajudar a encontrar o filho, e pede desculpa às clientes do seu salão de cabeleireira por não poder manter o estabelecimento aberto.

Fonte: Diário do Distrito

O Apagão – Como foi no quartel

Boa tarde a todos, após o apagão estivemos bastante atarefados até repormos a energia no cb, algumas situações falharam, mas passados 60 minutos estava tudo a funcionar dentro da possibilidade, todas as chamadas via 112, foram passadas via rádio siresp, como emergências passadas pelo Comando Sub Regional, na nossa vila não existiu emergências dignas de registo, verificamos pontos de abastecimento na vila para possível abastecimento dos veículos caso fosse necessário, o nosso depósito de combustível tinha 6.000lt o único senão foi que tivéssemos que nos socorrer ao Joaquim Rato para efetuar uma ligação de forma a ligar-mos o gerador para conseguir-mos abastecer os veículos, criamos um ponto de abastecimento de água á população na parada com 2 depósitos de 1.000lt de água e a população veio em massa com garrafões e baldes servir-se de água, abastecemos também, uma quinta com água para os animais.

Saiu também um veículo “VSAT” com a E.I.P, para fazer um revis á estação , tentar verificar se alguém teria ficado preso em algum elevador.

Desta situação verificamos que:

O Quartel tem de ter gerador, de forma autónoma, que em caso de situações inusitadas podemos continuar com a nossa missão sem percalços

Fonte: Vasco Marto, Oficial Bombeiro 1ª

6,2 milhões de consumidores com eletricidade até às 00h00

O operador de rede de distribuição de eletricidade E-Redes informou que até às 00:00 de terça-feira estavam ligadas parcialmente 424 subestações, alimentando cerca de 6,2 milhões de clientes, mas não consegue prever a reposição integral.

“Às 00h00 estão ligadas parcialmente 424 subestações, 3200MW e alimentados cerca de 6,2 milhões de clientes. Não sendo ainda possível fazer previsões da reposição integral, a E-REDES alerta para eventuais demoras na realização da mesma”, refere o operador em comunicado.

Atualmente, existem cerca de 6,5 milhões de consumidores de eletricidade.

A REN — Redes Energéticas Nacionais confirmou hoje um corte generalizado no abastecimento elétrico em toda a Península Ibérica e parte do território francês e avançou que estão a ser ativados os planos de restabelecimento por etapas do fornecimento de energia.

O apagão registou-se às 11:30 de Lisboa.

Em resposta, a E-Redes, em colaboração com a REN, colocou em ação o Plano Operacional de Atuação em Crise, no estado máximo de emergência desde a hora do ‘apagão’, para reposição da energia em território nacional.

O operador adianta que tem mobilizado todo o dispositivo operacional dedicado à execução deste plano, para poder restabelecer a distribuição de energia.

O primeiro-ministro afirmou hoje que, “apesar de todas as adversidades, o Estado revelou “capacidade de reposta” e espera a reposição integral de eletricidade em todo o território “nas próximas horas”.

“Apesar de todas as adversidades de uma crise inédita, os serviços essenciais mantiveram-se em funcionamento e o Estado revelou capacidade de resposta”, afirmou.

Luís Montenegro falava à imprensa na residência oficial em São Bento no final do Conselho de Ministros que esteve reunido desde o final da manhã devido ao apagão que afetou Portugal Continental desde as 11:30.

O primeiro-ministro disse ser expectável um restabelecimento integral da eletricidade “nas próximas horas” em todo o território nacional.

Montenegro fez um balanço da forma como o Governo respondeu a esta situação que “foi e ainda é grave, inédita e inesperada”, salientando que, de imediato, constituiu um gabinete de crise e reuniu o Conselho de Ministros, que continuará a acompanhar a situação em permanência.

“O Conselho de Ministros decretou a situação de crise energética, o que possibilitou que durante todo o dia fossem tomadas medidas de afetação prioritária de fornecimentos a serviços essenciais e respetiva operacionalidade”, afirmou.

Segundo o primeiro-ministro, foi sendo avaliada ao longo do dia a manutenção de fornecimento de energia de todos os serviços e entidades críticas, prioritárias e essenciais, na área da saúde, órgãos de soberania, forças de segurança, telecomunicações, transportes, justiça, órgãos de comunicação social nacional, grande distribuição alimentar, entidades do sistema científico e tecnológico nacional e o sistema de pagamentos eletrónicos.

Fonte: Notícias ao Minuto

Mau tempo: Península de Setúbal com 651 ocorrências entre quarta e hoje de manhã

A Península de Setúbal registou 651 ocorrências desde as 00:00 de quarta-feira e as 11:30 de hoje relacionadas com o mau tempo, principalmente nos concelhos de Almada e Seixal, segundo a Proteção Civil.

De acordo com o Comando Sub-regional da Península de Setúbal, a maioria dos registos prende-se com quedas de árvores, ‘outdoors’ e estruturas de edifícios e telhados, não existindo feridos.

A Península de Setúbal tem nove concelhos na sua extensão: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal.

No concelho do Montijo quatro pessoas tiveram de ser deslocadas depois de o telhado da sua habitação ter sido arrancado pelo vento e o mesmo aconteceu numa casa no Poceirão, no concelho de Palmela, afetando sete pessoas.

Também no concelho de Palmela, segundo a Proteção Civil, cerca de 200 utentes de um parque de campismo no Pinhal Novo foram obrigados a sair dos alojamentos durante a noite e a concentrar-se num café, devido ao risco de queda de árvores.

Joana Martins, utente do Parque de Campismo Vasco da Gama há cerca de quatro anos, explicou à agência Lusa que o vento forte começou a fazer-se sentir cerca das 22:00 de quarta-feira, prolongando-se até às 03:00 de hoje.

Durante esse período, houve várias quedas de árvores que destruíram algumas residências e os utentes “foram convidados pela Proteção Civil a concentrarem-se num café no interior do parque”, onde passaram a noite.

O concelho do Barreiro foi o terceiro da península com maior número de ocorrências relacionadas com a passagem da depressão Martinho, registando 69 situações, segundo o município.

Numa resposta enviada à agência Lusa, a Câmara do Barreiro explica que não existem desalojados no concelho nem vítimas, tendo apenas sido registados danos em carros e em telhados.

Em Almada, segundo a autarquia, foram registadas mais de 300 ocorrências e pelo menos 10 escolas encontram-se fechadas devido à queda de árvores.

Na reação ao temporal estão envolvidos os três corpos de bombeiros do concelho, todas as forças de segurança, voluntários da Proteção Civil, bem como diversos serviços do município e das juntas de freguesia.

No concelho de Setúbal, a intempérie obrigou ao encerramento temporário do Cemitério de Nossa Senhora da Piedade por razões de segurança devido à queda de uma árvore.

Numa nota de imprensa, o executivo explica que o equipamento será reaberto logo que estiverem reunidas as condições de segurança para os utilizadores e após a realização dos trabalhos de limpeza.

Em Sesimbra, o município admitiu a possibilidade de haver cortes no abastecimento de água em algumas zonas do concelho, devido a uma falha de energia na Central de Água da Apostiça.

Segundo informação na página oficial na rede social Facebook, o mau tempo provocou uma falha de energia que impede o abastecimento do depósito de água do Casalão e poderá originar cortes de água na Vila de Sesimbra e em algumas zonas da freguesia do Castelo.

Tal como aconteceu um pouco por toda a Península de Setúbal, o mau tempo que se fez sentir na última noite também provocou várias quedas de árvores e estruturas, que estão a condicionar a circulação rodoviárias em algumas zonas do concelho.

A Câmara de Sesimbra garante, no entanto, que “os serviços municipais estão no terreno com várias equipas e meios mecânicos desde as primeiras horas da manhã a tentar dar resposta a todas estas ocorrências, para desobstruir as vias o mais depressa possível”.

A autarquia adianta ainda que o Parque Augusto Pólvora e o Castelo de Sesimbra vão estar encerrados devido à queda de árvores.

O mau tempo registado entre quarta-feira e hoje de manhã no continente português, com a passagem da depressão Martinho, deu origem a 5.800 ocorrências e 15 desalojados, de acordo com o mais recente balanço da Proteção Civil, que reconhece tratar-se de um número “acima da média”. Treze outras pessoas tiveram de ser deslocadas.

Fonte: Saúde mais

Depressão ‘Martinho’ desaloja dezenas de pessoas de parque de campismo em Pinhal Novo

Noite de terror devido à passagem da depressão Martinho

Os fortes ventos que a depressão ‘Martinho’ trouxe a Portugal causou danos e levou a que dezenas de pessoas tivessem de sair do parque de campismo Vasco da Gama, no Pinhal Novo, Palmela, durante a noite.

Os residentes no Camping Vasco da Gama tiveram de se refugiar num café no interior do parque por solicitação da Proteção Civil, devido à queda de árvores que destruíram algumas residências.

Joana Martins, utente do parque de campismo Vasco da Gama há cerca de quatro anos, explicou à agência Lusa que o vento forte começou a fazer-se sentir cerca das 22h00 de quarta-feira, prolongando-se até às 03h00 desta quinta-feira.

Segundo Joana Martins, a maioria das pessoas tem residências temporárias, mas algumas residem permanentemente no parque de campismo.

A agência Lusa contactou o responsável do espaço, que se recusou a prestar quaisquer declarações.

Fonte: Diário do Distrito, Foto: Observador

Moradores isolados na Salgueirinha exigem solução para inundações que os deixam ao abandono

As chuvas intensas voltaram a expor um problema crónico na Salgueirinha, em Pinhal Novo. Moradores denunciam ruas completamente alagadas e falta de resposta da Câmara de Palmela e da Junta de Freguesia. 

Os moradores da zona da Salgueirinha, em Pinhal Novo, vivem dias de autêntico caos devido às fortes chuvas que assolam a região. As ruas estão completamente inundadas, impedindo os moradores de saírem de casa, e a falta de escoamento das águas tem sido motivo de revolta. A situação agrava-se com o silêncio das entidades responsáveis, que já foram alertadas várias vezes para o problema.

Fábio Miranda, um dos residentes afetados, relata que a situação já se arrasta há dias e os acessos às habitações estão praticamente intransitáveis. “Desde quinta-feira que estamos nesta condição. Chove mais do que a berma consegue escoar, e a água simplesmente acumula, transformando as ruas num autêntico rio”, afirma. Segundo o morador, o solo já não absorve a água, agravando o cenário.

A Rua do Pinheiro Manso e a via junto à ribeira da Salgueirinha são algumas das mais afetadas, dificultando qualquer tipo de circulação. “Na madrugada de hoje, pelas 4h, a água estava ainda mais alta. Agora são 8h e, mesmo assim, continua quase impossível passar”, denuncia Fábio Miranda. Os moradores recordam ainda que a ribeira da Salgueirinha foi alvo de um investimento ‘milionário’, mas nem isso impediu o problema. “Se gastaram tanto dinheiro na obra, porque continua a alagar tudo?”, questionam.

Os apelos à Câmara Municipal de Palmela e à Junta de Freguesia de Pinhal Novo multiplicam-se, mas a resposta tem sido praticamente inexistente. “A última vez que falei com o presidente da Câmara foi a 21 de janeiro. Disseram-me que acompanharam a situação, mas nós nunca os vimos por aqui”, lamenta o morador.

O problema estende-se a outras zonas da freguesia. No Aceiro dos Arraiados, o transbordo de água de terrenos adjacentes cria autênticos lençóis de água nas estradas, sem que haja bermas para conter a situação. As valas, cuja manutenção é responsabilidade das autarquias, continuam entupidas, impedindo qualquer drenagem eficaz.

A revolta cresce entre os moradores, que exigem uma intervenção rápida. “É um problema que acontece sempre que chove forte e nunca é resolvido. Precisamos de soluções definitivas, não apenas de promessas”, concluem.

Fonte: Diário do Distrito