Bombeiros do Alentejo recebem ambulâncias e conjuntos de capacetes pela Campanha “Natal a Meias”

A campanha de 2023 do “Natal a Meias” contemplou três associações de bombeiros, duas do Alentejo, com uma ambulância de socorro cada.

As três corporações contempladas foram Freixo de Espada à Cinta, Crato e Mora. A entrega decorreu esta quarta-feira na sede da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), em Lisboa.

Esta cerimónia foi o culminar da campanha de responsabilidade social da Calzedonia, que decorreu nas lojas físicas e online, de novembro a dezembro de 2023.

A campanha “Natal a Meias” já vai na sétima edição e resulta da parceria Calzedonia/TVI/LBP. Em 2024 já é certo o seu regresso sendo expetável que chegue aos dois milhões de euros conforme adiantou nesta mesma cerimónia o administrador da Calzedonia, Marco Melchior.

Fonte: Rádio Campanário. Foto: Liga dos Bombeiros Portugueses

Mensagem de Ano Novo, presidente da MAG

28 de dezembro, 2022

A Mesa da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros de Pinhal Novo, deseja a todos os Sócios, Órgãos Sociais, todo o Corpo de Bombeiros, Colaboradores, toda a população da freguesia, JF, CMP, outras Entidades Públicas e Empresariais, um ótimo novo Ano de 2023, pleno de realizações positivas.            

 Forte abraço
Manuel Garcia Frade
Presidente da MAG da AHB Pinhal Novo

Tradição dos Reis cumpre-se em dose dupla

Primeiro, a «prata da casa» irrompeu pela sala da Direção a cantar as janeiras. Depois, acabou tudo à porta do quartel de garrafa de Porto na mão, com um grupo de populares. A tradição do dia de Reis cumpriu-se em Pinhal Novo.

A adaptação da letra da conhecida canção de José Afonso foi da autoria de Rosélia Palminha. De cábula nas mãos, um grupo feminino do quadro auxiliar e da fanfarra dos Bombeiros de Pinhal Novo irrompeu, na noite de Reis, 6 de janeiro, pela sala da Direção e cantou as janeiras. Assim:

Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por este quartel adentro vamos
Para sermos as primeiras


E foram mesmo. Estavam nervosas, confessaram as cantadeiras. Mas encantaram os presentes. E à terceira interpretação das quadras da D. Rosélia – dedicada a um bombeiro que entrou, mais tarde, na sala -, já as janeiras fluíram sem percalços. Seguiu-se um convívio à volta do bolo-rei e de um cálice de Porto, oferecido pela Direção.

As mulheres da Associação foram as primeiras, mas não foram as únicas a cantar as janeiras na gelada noite de Reis. Alguém anunciou que um grupo de populares, de guitarras e candeias acesas, estava a cantar as janeiras à porta da sede da Junta de Freguesia. Ouviam-se os acordes e as vozes. Será que também viriam cantar à porta do quartel?

E vieram mesmo. De repente, a quase-cidade parecia outra vez a pequena comunidade em que todos se conhecem. «Sr. Mestre, vai um calicezinho de Porto?»

Pois foi. Não resistimos. Trouxemos a garrafa de Porto para a rua e oferecemos um copinho aos cantores das janeiras. Para aquecer as vozes e as almas. Foi a nossa forma de dizer obrigado.

Helena Rodrigues; Carlos Marta (Fotos)