Apresentação Pública do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR 2025)

O Comando Sub-regional da Península de Setúbal, em estreita colaboração com o Município de Palmela, realizou a apresentação pública do Plano de Operações Sub-regional do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2025 (DECIR).

📍 A sessão decorreu na Biblioteca Municipal de Palmela e reuniu representantes das principais entidades envolvidas na provenção e combate aos incêndios da região, nomeadamente o presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Amaro, o Comandante Regional de Lisboa e Vale do Tejo, Elísio Oliveira, representantes dos Serviços Municipais de Proteção Civil, dos Corpos de Bombeiros, Membros da Comissão Distrital de Proteção Civil e representantes do Centro de Coordenação Operacional Sub-regional.

A apresentação esteve a cargo do Comandante Sub-regional, Sérgio Moura, que destacou o reforço da articulação entre os diversos agentes de proteção civil, sublinhando o compromisso conjunto na preparação para a prevenção e combate aos incêndios rurais.

🚒 Este dispositivo é essencial para garantir uma resposta rápida, eficaz e coordenada em situações de emergência, protegendo pessoas, bens e o território da Península de Setúbal.

Fonte: Facebook da ANEPC

Soldados da Paz

O dispositivo de combate a incêndios rurais volta este domingo a ser reforçado, pela segunda vez este ano, passando a estar no terreno em permanência 9.745 operacionais e 65 meios aéreos, número que aumentará ao longo do mês.

Este dispositivo vai estar no terreno até 30 de junho, e trata-se do segundo reforço de meios do ano, no que é denominado ‘nível Charlie’.

Durante este período, vão estar disponíveis e “em permanência” 9.745 operacionais que integram 1.983 equipas dos vários agentes presentes no terreno e 2.048 viaturas, além dos meios aéreos, que serão no máximo 76, segundo a Diretiva Operacional Nacional (DON) que estabelece o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR).

Ao longo do mês, os meios disponíveis podem aumentar em caso de necessidade, prevendo o DECIR a mobilização em 24 horas de meios adicionais que podem chegar aos 13.243 elementos de 2.243 equipas e 2.922 viaturas.

Estes 13.243 operacionais das 2.243 equipas envolvidos no DECIR ao longo do mês de junho são elementos pertencentes aos bombeiros voluntários, a sua maioria, Força Especial de Proteção Civil, militares da Guarda Nacional Republicana e elementos do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, nomeadamente sapadores florestais e sapadores bombeiros florestais

Os meios aéreos previstos para esta fase vão ficando disponíveis ao longo do mês de junho.

Este ano mudou o critério de contabilização dos operacionais envolvidos no combate aos incêndios rurais, não sendo por isso possível fazer uma comparação com 2024.

De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, a DON deste ano deixou de integrar os meios e recursos afetos à vigilância e deteção e contempla apenas os recursos permanentes, mobilizáveis e efetivos para o combate aos fogos.

Os meios de combate vão voltar a ser reforçados a 01 de julho e até 30 de setembro – ´nível delta´-, naquela que é considerada a fase mais crítica de incêndios e que mobiliza o maior dispositivo, estando este ano ao dispor, entre permanentes e mobilizáveis, 15.024 operacionais de 2.567 equipas e 3.411 viaturas e 79 meios aéreos, mais sete do que no ano passado.

Fonte: Facebook dos Soldados da Paz

Setúbal em alerta: calor extremo agrava risco de incêndio e obriga a cuidados redobrados

Serviço Municipal de Proteção Civil apela à autoproteção da população face a temperaturas que podem ultrapassar os 35 graus nos próximos dias.

 O concelho de Setúbal vai enfrentar, entre os dias 28 e 31 de maio, um período de calor intenso e tempo seco, elevando significativamente o risco de incêndio rural e obrigando à adoção de medidas de autoproteção. A advertência foi emitida esta terça-feira pelo Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros de Setúbal, com base nas previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Conforme o IPMA, as temperaturas máximas poderão ultrapassar os 35 graus, com especial incidência nos dias 29 e 30 de maio, em particular nas regiões do Sul e Vale do Tejo. Este cenário meteorológico, associado à baixa humidade relativa e à ausência de precipitação, representa condições críticas para a propagação de incêndios.

Perante esta situação, a Proteção Civil recomenda um conjunto de cuidados essenciais à população, com destaque para a evitação da exposição solar direta entre as 11h00 e as 17h00, bem como a aplicação de protetor solar a cada duas horas.

Outras medidas preventivas incluem:

  • manutenção de uma boa hidratação, mesmo sem sensação de sede;
  • evitação de bebidas alcoólicas;
  • preferência por ambientes frescos, à sombra ou climatizados;
  • A utilização de roupa leve e fresca, que cubra a maior parte do corpo para evitar queimaduras solares.

As autoridades sublinham ainda a importância de evitar comportamentos de risco em zonas florestais e rurais, como o uso de maquinaria, queimadas ou fogueiras, reforçando que qualquer descuido pode originar incêndios de grandes dimensões.

O Serviço Municipal de Proteção Civil mantém a monitorização permanente da situação e apela a todos os cidadãos para que sigam as recomendações oficiais, contribuindo assim para a segurança de todos e a proteção do território.

Fonte: Diário do Distrito

Força Aérea recebeu o quarto dos nove helicópteros para combate aéreo de incêndios

A Força Aérea Portuguesa recebeu hoje o quarto dos nove helicópteros destinado ao combate aéreo de incêndios rurais e à projeção de forças no terreno, integrando estes meios aéreos a capacidade própria do Estado.

Segundo a Força Aérea Portuguesa (FAP), trata-se de helicópteros UH-60 Black Hawk que permitem o transporte de uma equipa de 12 bombeiros totalmente equipados e capacidade de transportar até 2.950 litros de água por largada, além de terem uma autonomia de voo de 2:30.

O novo helicóptero vai ficar sediado em Ovar e, nas próximas semanas, vai passar por uma fase de testes até à aceitação final pela Força Aérea, explica a FAP em comunicado, referindo que a entrega dos restantes helicópteros está prevista para até final de 2026.

A FAP indica que os tripulantes da Esquadra 551 estão atualmente numa fase de aquisição de qualificações essenciais à operação do meio aéreo e cumprimento das respetivas missões, prevendo-se que essa fase esteja concluída no próximo ano, salientando que o combate aéreo de incêndios rurais e “a projeção de forças no terreno são missões de extrema exigência, o que obriga a um plano prolongado de treino e de qualificações, que garantam o cumprimento das operações com eficiência e segurança”.

O Governo português transferiu em 2018 para a gestão da Força Aérea os meios próprios do Estado para o combate a incêndios rurais. Nesse sentido foram assinados contratos de aquisição de seis UH-60 Black Hawk, em grande parte financiados com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo os primeiros dois helicópteros entregues em novembro de 2023 e o terceiro em dezembro de 2024.

Em setembro do ano passado, a Força Aérea assinou o contrato para a aquisição de mais três helicópteros bombardeiros médios UH-60 Black Hawk, através do concurso público autorizado pela Resolução do Conselho de Ministros, também com verbas do PRR, aumentando assim a frota para nove.

Fonte: Diário de Notícias, Foto: FAP

Presidente da Liga dos Bombeiros prestou homenagem a bombeiros falecidos durante incêndio em Tábua

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses prestou homenagem aos bombeiros da corporação de Vila Nova de Oliveirinha (Tábua), falecidos num incêndio florestal no passado mês de setembro.

António Nunes visitou ontem à tarde os Bombeiros Voluntários de Tábua e deslocou-se ao local onde faleceram os três bombeiros de Vila Nova de Oliveirinha, Sónia Melo, Susana Carvalho e Paulo Santos, no combate às chamas, para lhes prestar uma “singela homenagem”, revela em nota a Liga.

Com o seu falecimento, elevou-se a 254 o número de bombeiros falecidos em serviço desde 1980.

Fonte: CentroTV – Sapo

Incêndio destrói indústria agropecuária em Alcochete e mobiliza forte operação de bombeiros

Um incêndio numa indústria agropecuária em Alcochete mobilizou dezenas de operacionais e veículos de combate ao longo da manhã.

Um incêndio de grandes proporções deflagrou na manhã deste sábado numa indústria agropecuária localizada na Lagoa da Cova, Rego da Amoreira, em Alcochete. A emergência mobilizou os Bombeiros Voluntários de Alcochete, que rapidamente enviaram ao local um veículo de combate a incêndios e um veículo tanque, com uma equipa composta por sete operacionais.

A situação exigiu o reforço dos Bombeiros de Pinhal Novo, que deslocaram dois veículos de combate com guarnições completas, elevando o número total de operacionais no terreno para 21. Para além dos bombeiros, a Guarda Nacional Republicana (GNR) esteve presente, garantindo a segurança e realizando as diligências necessárias no local.

Até ao momento, não foram divulgados detalhes sobre as possíveis causas do incêndio, nem informações sobre eventuais danos materiais ou vítimas.

Fonte: Diário do Distrito

Máquina provocou incêndio em fábrica de rações no Montijo

Bombeiros foram alertados às 12h23 e cerca das 14 horas o incêndio já tinha sido considerado dominado

Um incêndio deflagrou esta quinta-feira pouco depois do meio-dia numa máquina da fábrica de rações para animais da Raporal, no concelho do Montijo, propagou-se rapidamente à cobertura do edifício, mas ficou dominado duas horas depois, informou a Proteção Civil.

Segundo o Comando Sub-regional da Península de Setúbal da Proteção Civil, os bombeiros foram alertados às 12h23 e cerca das 14 horas o incêndio já tinha sido considerado dominado.

Para o local foram mobilizados 21 operacionais da GNR e dos Bombeiros Voluntários do Pinhal Novo e do Montijo, apoiados por oito viaturas.

Fonte: O Setubalense

Seis pessoas assistidas na Ponte Vasco da Gama após incêndio em viatura e colisão (c/ vídeo)

Alerta foi dado às 14h40

Seis pessoas foram assistidas no tabuleiro da Ponte Vasco da Gama, no sentido Alcochete – Lisboa, depois de um incêndio numa viatura, seguido de colisão.

O alerta foi dado às 14h40, para um incêndio numa viatura ligeira, que viria a provocar a colisão entre duas viaturas.

No local estiveram 10 operacionais apoiados por 4 viaturas dos Bombeiros Voluntários de Alcochete e GNR.

Fonte: Diário do Distrito

Autarcas deviam ter usado carta de perigosidade de incêndio para reclamar apoios ao Governo 

A Carta de Perigosidade de Incêndio Rural está suspensa até ao final do ano, após críticas de autarcas, mas um responsável pelo documento estranha que não tenha sido usada para reclamar junto do Governo meios para proteger o território.

“O que eu faria se fosse autarca” era “agarrar no mapa, dirigir-me à CCDR [Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional] respetiva, ao primeiro-ministro e ao Governo do país e perguntar-lhes: esta é a nossa situação” e “avaliaram-na bem, o que é que o país está disposto a fazer para nos ajudar a corrigir a situação?”, referiu José Luís Zêzere, em declarações à Lusa.

O investigador, que integrou a equipa do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT), da Universidade de Lisboa, que elaborou a Carta de Perigosidade de Incêndio Rural, salientou que o perigo de fogos rurais “não é igual à perigosidade sísmica”, das “cheias ou dos galgamentos oceânicos” e que depende “do uso de solo”.

O também diretor do Centro de Estudos Geográficos acrescentou que, no caso dos incêndios, “se o terreno for gerido, se a carga combustível for aliviada, a perigosidade reduz”.

“Se o município acha e considera que tem vermelho [perigosidade alta] a mais”, tem “possibilidade de tirar vermelho dali”, advogou José Luís Zêzere, ao contrário do perigo sísmico, com o qual se tem que viver, ainda que reduzindo o risco e construindo melhores casas.

No caso do “fogo florestal, é diferente” pois “os municípios podem gerir isso” em “vez de desatarem aos gritos a dizer isto e aquilo, em alguns casos imprecisões, acerca da carta”, considerou.

“O país que temos instalado com o uso de solo, com a desorganização territorial, com o abandono dos territórios rurais (…) é aquele e as áreas ardidas anualmente, desde 2019 a 2024, demonstram-no cabalmente”, frisou.

A carta de perigosidade (estrutural), elaborada para o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), é uma das componentes da cartografia de risco, destinada ao “planeamento das medidas de prevenção e combate” aos incêndios, por via do ordenamento do território e florestal, bem como “o condicionamento às atividades de fruição dos espaços rurais e para a alocação de meios de vigilância e combate”.

O documento comporta cinco classes de perigosidade, designadamente muito baixa (verde), baixa (amarela), média (laranja), alta (vermelho) e muito alta (castanho), constituindo as duas últimas “áreas prioritárias de prevenção e segurança [APPS]”.

Na sequência da contestação de autarcas, por causa de restrições ao nível de edificação e de atividades culturais, desportivas ou outras, e circulação em áreas florestais públicas ou comunitárias, a carta foi suspensa, primeiro até 31 de março de 2023 e depois até 31 de dezembro deste ano.

Segundo justificou à Lusa o anterior secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, a suspensão destinou-se a possibilitar às comissões sub-regionais a adaptação das APPS, segundo metodologia aprovada pela Comissão Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais, vigorando até lá os planos municipais de defesa da floresta contra incêndios.

“A Direção-Geral do Território e o ICNF pretenderam retirar consequências desta realidade e perigosidade estrutural ao nível municipal e a reação negativa por parte dos autarcas terá vindo daí por causa das limitações”, reconheceu José Luís Zêzere.

Ainda assim, o geógrafo admitiu “alguma dificuldade” em aceitar que o resultado do mapa “surpreenda os autarcas do Pinhal Interior ou do Minho”, ou de outras zonas, pois “então a situação do país é muito pior” do que se pensa, porque “pior do que viver numa situação de risco é não ter consciência disso”.

Além disso, “se não acontecer nada de estrutural” a nível de ordenamento florestal e do território, o “mais certo é ter mais disto e ainda pior”, com a “alteração climática em curso”, alertou.

Para o investigador, o “diagnóstico está todo feito” e o país tem “um problema de falta de valor, falta de economia numa data de territórios que estão abandonados”, que “são os que mais ardem”, ao contrário, por exemplo, do Alentejo, que na atual cartografia está “dominantemente a verde”.

“O que significa que a sua perigosidade estrutural é mais baixa que, por exemplo, o Pinhal Interior ou a Beira Alta, ou Trás-os-Montes ou uma boa parte do Minho, para falar daquilo que é a zona mais problemática do país”, juntamente com Monchique e “uma parte da serra algarvia”, enunciou.

“A distribuição espacial das classes de perigo mostra uma diferença acentuada entre as regiões Norte/Centro de Portugal continental, com um padrão geral de risco de incêndio florestal elevado e muito elevado, em relação ao Alentejo, no Sul, onde predomina a classe muito baixa”, concluíram Sandra Oliveira, Ana Gonçalves e José Luís Zêzere num artigo na revista científica ‘Science of the Total Environment’.

Os investigadores notam que “a classe de perigo mais elevada encontra-se no topo noroeste do país, no interior da região Centro e na parte oeste do Algarve”, “2,2% dos municípios possuem pelo menos 90% do seu território” em “perigo elevado e muito elevado”, no interior do centro do país e oeste algarvio, e “há 32,4% dos concelhos em que as duas classes mais perigosas cobrem menos de 10% do território”, na zona costeira norte e no Alentejo.

Fonte oficial do ICNF confirmou à Lusa que a carta de perigosidade está suspensa para “um conjunto de efeitos” em relação a licenciamentos, mas é utilizada na definição de “prioridades e planeamento”, designadamente “na rede de postos de vigia” e outras medidas.

Fonte: Sapo 24

País em Chamas: quase todas as corporações de Setúbal mobilizam operacionais no combate aos Incêndios do Norte

Quase todas as corporações de bombeiros do Distrito de Setúbal enviaram homens ou viaturas de combate a incêndios.

Esta terça-feira, 17 de setembro, mantêm-se, por volta das 15h, 60 incêndios ativos em Portugal, principalmente nos distritos do PortoGuardaViseuAveiroVila Real Coimbra, combatidos por quase 5 mil operacionais 1.200 veículos de combate.

No que diz respeito à região da península de Setúbal, quase todas as corporações destacaram viaturas e bombeiros para as diferentes frentes de combate, com dezenas de operacionais que ficarão no norte do país até ao final desta semana.

As corporações de Pinhal NovoSul e SuesteMontijoCanhaBarreiroSeixalÁguas de Moura e Setúbal enviaram carros de combate a incêndios assim como operacionais.

AlcochetePalmelaCacilhas e Moita enviaram viaturas com tanques de água, enquanto Águas de Moura Amora disponibilizaram ambulâncias.

No Alentejo Litoral, Odemira contribuiu com um veículo florestal, e um carro de combateAlvalade com um veículo florestal e Vila Nova de MilFontes com um veículo de tanque de água.

São por volta de 74 operacionais do distrito, apoiados por cerca de 18 veículos de combate a incêndios.

Comando Sub-Regional da Proteção Civil de Setúbal é a entidade que gere o envio de operacionais na península de Setúbal para o combate aos diferentes incêndios que lavram no norte do país. As corporações foram divididas em dois grupos e a entidade informa que os meios permanecerão no terreno “durante esta semana”.

Os Bombeiros do Montijo relatam ainda que para evitar a exaustão dos seus homens e mulheres, as equipas das várias corporações “vão substituindo as pessoas no terreno“, conseguindo, assim, manter o mesmo número de efetivos destacados.

Já o Comando Sub-Regional do Alentejo Litoral informa que empenhou os seus meios na região de Carregal do Sal, distrito de Viseu, com 14 operacionais apoiados por 1 veículo de comando, 2 veículos florestais e um veículo de tanque de água.

Contribuição de cada corporação do distrito de Setúbal:

(algumas das corporações que não aparecem na lista, podem ter contribuído apenas com operacionais)

Península de Setúbal

Total da região= +/- 60 operacionais

Grupo 1

Carros de combate a incêndios:

Pinhal Novo

Sul e Sueste

Montijo (3 veículos e 7 operacionais)

Canha

Tanques de água:

Alcochete

Palmela

Ambulâncias:

Águas de Moura

(Total de 30 operacionais.)

Grupo 2

Carros:

Barreiro

Seixal

Águas de Moura

Setúbal

Tanques:

Cacilhas

Moita

Ambulâncias:

Amora (dois operacionais)

(Total de 28 operacionais)

Sapadares de setúbal- nenhum

Sesimbra- nenhum

Região do Alentejo Litoral

Carros de combate:

Odemira (1)

Veículos flroestais:

Odemira (1)

Alvalade (1)

Tanques de água:

Vila Nova de MilFontes (1)

Total de operacionais: 14

Acompanhe os desenvolvimentos dos incêndios no norte do país, com o Diário do Distrito.

Fonte: Diário do Distrito