Com as subidas de temperatura para este fim de semana, aconselhamos a ver os seguintes vídeos retirados do “Youtube”
Fonte: Américo Silvestre – Sub-Chefe do QH

Associação Humanitária de Bombeiros de Pinhal Novo
Para que a história não se apague
Com as subidas de temperatura para este fim de semana, aconselhamos a ver os seguintes vídeos retirados do “Youtube”
Fonte: Américo Silvestre – Sub-Chefe do QH
Os Bombeiros do Pinhal Novo foram esta noite ativados para um incêndio na empresa Reginacork – Indústria e Transformação de Cortiça no Pinhal Novo.
Segundo informação do CDOS Setúbal ao Diário do Distrito, tratou-se de um incêndio numa pilha de cortiça que foi rapidamente extinto.
O alerta foi dado às 21h33 e no local estiveram, além dos operacionais, uma patrulha da GNR de Palmela, num total de 9 operacionais com 3 viaturas.
O incêndio já está extinto, e nas manobras de consolidação e rescaldo, participaram ainda duas viaturas da empresa.
Fonte: Diário do Distrito
De forma a fazer face aos incêndios que fustigaram o nosso país, entre junho e outubro, os Bombeiros de Pinhal Novo mobilizaram inúmeras equipas para combate direto e apoio às populações nos distritos do centro e norte de Portugal.
Na maioria foram empenhados bombeiros voluntários que têm outros empregos. Umas das entidades que dispensou os seus colaboradores que são também bombeiros voluntários foi a Volkswagen Autoeuropa, em Palmela.
Na edição de dezembro do “jornal.”, o jornal dos colaboradores da Volkswagen Autoeuropa, são homenageados, com orgulhos, seus “colaboradores bombeiros”.
Bruno Pereira, um dos colaboradores entrevistados faz parte do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo. Leia todo o artigo do “jornal.”
“Bruno Pereira, 40 anos, é bombeiro desde 1995. Miguel Bastos, 24 anos, é bombeiro desde 2009. Ambos são serralheiros de cunhos e cortantes, na área de prensas. E ambos são um orgulho nacional. Intervieram nos incêndios de verão e, por vezes, saíram diretamente do trabalho para a sua missão.
Pela Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Setúbal, Miguel Bastos já interveio desde 2009 e, 167 ocorrências de incêndio. Neste Verão foi autorizado a dispensar 20 dias de trabalho na fábrica [da Volkswagen Autoeuropa] para combater os dramáticos incêndios em Portugal. Esteve em mais de 30 situações de grandes incêndios e, Viana do Castelo, Coimbra, Guarda e Viseu. «Apesar de todas terem a sua importância, talvez Pedrogão Grande tenha sido das intervenções mais complicadas.»
Por sua vez Bruno Pereira, dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, participou também diretamente nos incêndios de Pedrogão Grande, Vila de Rei e Oliveira do Hospital. «O mais difícil foi ter de obrigar os habitantes a abandonarem as suas casas, mesmo contra a sua vontade, no meio de fumo e temperaturas muito altas.», descreve. E acrescenta «O sentimento de impotência de não conseguir salvar algumas das vítimas, animais e bens materiais é terrível de sentir». Apesar da longa experiência de ambos, confessam que este ano tudo foi mais intenso. «Em Vila de Rei fiquei de rastos. O relevo dos terrenos era muito acentuado.» e »Pedrogão foi das intervenções mais complicadas de sempre para mim.»
Em relação a outras experiências no passado, ambos confirmaram que “Este verão foi mais complicado que todos os outros devido à seca severa que deixa os combustíveis com níveis de humidade muito baixos.”
Ser bombeiro é talvez uma das atitudes mais altruístas de um ser humano. Por detrás do arrojo, força anímica e coragem ilimitadas para enfrentar um terreno em chamas, estão emoções avassaladoras que têm de saber controlar. A satisfação interior por vezes é reforçada pelas populações que estão a ajudar a sobreviver. «No incêndio de Vila de Rei ao fim de quais duas horas de combate direto às chamas, conseguimos que o fogo não afetasse nenhuma das casas da aldeia e senti muita emoção ao ver as expressões de alegria na cara dos habitantes quando puderam regressar a sua casa. E também quando tivemos de sair da aldeia fiquei para irmos para outra intervenção, fiquei muito sensibilizado por ouvir as palmas e os agradecimentos dos vários populares.», conta Bruno Pereira.
Bruno Pereira e Miguel Bastos já evidenciaram muitos incêndios. E são unânimes em afirmar que é imperioso o ordenamento e vigilância do território florestal; fazer cumprir a lei de limpezas das propriedades privadas e dos estados; dar formação aos habitantes sobre as normas de segurança em redor das habitações e propriedades. E também se aperceberam continuamente que são necessários mais meios materiais para efetuar as missões.
Perguntamos-lhes se aconselham os colegas a serem bombeiros. «Claro que sim, mas apenas se tiverem um grande gosto em ajudar o próximo sem ter ambição de serem remunerados por isso. Não é fácil termos de passar muito tempo longe da família. É necessário termos muita robustez física para socorrer vítimas.»
A Volkswagen Autoeuropa tem orgulho na bravura destes seus colaboradores bombeiros.”
(texto de Isabel Carimbo)
Fonte: Facebook da AHBPN
Um incêndio deflagrou, esta madrugada, no terraço do Centro Comercial “Mochos”, em Pinhal Novo, e, em poucos minutos, as chamas devoraram o bar “Airbag”. Na Internet já circulam imagens reais do incêndio.
Desta vez, o terraço com vista aérea sobre a vila proporcionou aos seus habitantes um cenário noturno de fogo urbano, com grandes dimensões, nunca visto em Pinhal Novo. A sirene dos Bombeiros soou em Pinhal Novo cerca de dez minutos depois das 2 da manhã desta quarta-feira, 2 de Agosto. O “Airbag”, um dos bares mais populares da vila, todo construído em madeira, que ocupava o terraço do Centro Comercial “Mochos”, estava a arder.
O incêndio deflagrou cerca da 1h50m e obrigou os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo a contarem com o apoio do veículo autoescada da corporação do Montijo.
«Ardeu tudo em minutos», descreve Flávio Andrade, repórter fotográfico, que reside em frente às traseiras do edifício. Às 2h06m, a sua objetiva registou a primeira fotografia do incêndio, conforme se documenta.
Bombeiros tiveram trabalho até às 4 da manhã
As chamas consumiram totalmente a construção de madeira, pré-fabricada, instalada na cobertura do edifício comercial, localizado numa zona residencial que é das mais movimentadas, durante o dia, em Pinhal Novo. Àquela hora, o edifício já estava vazio e foi o segurança quem deu o alerta para a ocorrência.
O fogo foi considerado extinto às 2h55m e as operações de rescaldo foram dadas por concluídas pelas 4 horas. Nos trabalhos participaram 45 bombeiros, 23 dos quais do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo; outros, no entanto, acorreram à chamada da sirene, e dirigiram-se para o local em viaturas próprias.
Além do CB de Pinhal Novo, com 8 viaturas, participaram nos trabalhos e estiveram de vigilância, no local, meios operacionais das corporações vizinhas de Palmela, Moita, Montijo e Sul e Sueste (Barreiro), a que se juntou também o Comandante Distrital, Alcino Monteiro Marques. Ao local acabaria ainda por ser chamada a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), do INEM, para socorro a um popular que se sentiu mal, acusando problemas cardíacos, quando assistia à ocorrência.
Entre os bombeiros de Pinhal Novo registaram-se dois feridos ligeiros, um dos quais, devido a intoxicação por inalação de fumos, esteve a ser assistido, até às 8 horas da manhã, no Hospital de São Bernardo, em Setúbal.
CB realça rápida mobilização de meios
Para o Comandante do CB de Pinhal Novo é, sobretudo, de realçar a prontidão da resposta dos bombeiros que não estavam de serviço no quartel, mas acorreram ao toque da sirene. Fernando Pestana realça ainda a rápida mobilização de meios, a nível distrital: «Às 2h20m já tínhamos cá a autoescada do Montijo e todas as outras corporações foram imediatas a corresponder ao apelo.»
O Comandante sublinha também a importância do apoio da GNR, «dos agentes que estavam de serviço no posto e de outros que acorreram em apoio», para a criação do necessário perímetro de segurança, tendo em conta as muitas dezenas de populares que observavam as operações, atraídos pelas chamas e pelo aparato operacional no local.
Para os residentes no lado Norte da vila, as labaredas que saíam do bar de madeira a arder e as explosões que se ouviram, na cobertura ao ar livre do edifício de 3 pisos, foram consideradas um espetáculo impressionante. «Parece que estou a ver o incêndio do Chiado», relatava o habitante de um sótão com vista para o fogo, que ainda se lembrou a tempo de recorrer a um par de binóculos.
Para os bombeiros, tratou-se, sobretudo, de garantir que o incêndio ficasse controlado, no espaço e no tempo, sem que ocorresse qualquer propagação, nem ao resto do edifício, nem aos prédios circundantes. De acordo com os operacionais, uma eventual propagação ao piso inferior estaria dificultada pela existência de uma lage de betão, que separa o último piso do centro comercial da cobertura onde estava instalado o “Airbag”. Por outro lado, a carga térmica da madeira, para mais estando a arder ao ar livre, não foi suficiente para provocar a propagação ao piso inferior.
Já na manhã desta quarta-feira, o Comandante pôde verificar que as lojas do centro comercial estão a funcionar normalmente. «Ainda deverá ser feita uma avaliação, por parte dos serviços técnicos da Câmara, das possíveis consequências do sobreaquecimento no terraço sobre a estrutura do edifício», adianta. Fernando Pestana foi, ainda, surpreendido por um telefonema da presidente da Câmara Municipal de Palmela, que, apesar de estar de férias, quis inteirar-se de que está tudo bem. E está!
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Veja aqui o vídeo amador já disponível na Internet, ao som dos Massive Attack.
Veja aqui mais fotos da ocorrência.
Fonte: HR, com F. Pestana e Carlos Marta; Fotografia de Flávio Andrade
Um incêndio no lar “Amigos do José Maia”, em Areias Gordas, concelho de Palmela, durante a tarde desta quarta-feira, obrigou à transferência de cinco idosos que aí residiam para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, dado apresentarem problemas respiratórios devido à inalação de fumos.
O alarme foi dado às 16.58 horas por um popular que telefonou para os Bombeiros de Pinhal Novo.
De acordo com o Centro de Coordenação Operacional de Setúbal (CDOS), sete idosos foram transportados para outro lar, nas imediações, visto as instalações terem ficado bastante destruídas. “Por enquanto, o lar não apresenta condições para continuar a abrigar os seus residentes habituais”, avançou uma fonte do CDOS.
Ao local acorreram os Bombeiros de Pinhal Novo e de Palmela, num total de nove viaturas e de 21 homens. Estiveram ainda no lar sinistrado a GNR e a Segurança Social.
Fonte dos bombeiros adiantou, ao JN, que “o incêndio teve início no quadro elétrico da cozinha, alastrando pela instalação elétrica, o que provocou muito fumo”. Este facto, aliado ao pó dos extintores dos bombeiros, terá provocado problemas respiratórios em cinco dos 18 idosos que se encontravam no interior do lar.
Face ao sucedido, as corporações de Palmela e do Pinhal Novo lamentaram o facto “do lar não ter qualquer sistema de alarme ligado aos bombeiros, nem sequer a uma empresa de segurança privada, o que é muito comum neste tipo de instituições”.
Alguns dos utentes do lar, segundo apurou o JN, vão ser recebidos por familiares, enquanto outros vão ficar à responsabilidade da Segurança Social, até ser encontrada uma solução.
O Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo mobilizou para o local da ocorrência um total de seis viaturas: o Veículo Urbano de Combate a Incêndios (VUCI 02), a ambulância do INEM (ABSC 03) e mais quatro ambulâncias de Socorro e de Cuidados Intensivos da corporação.
Paulo Morais / Jornal de Notícias; Foto de Flávio Andrade (Arquivo BVPN)
Felizmente, foi mais o susto e o aparato operacional do que a gravidade das consequências. Esta semana, houve fogo num 3º andar em Pinhal Novo.
O alerta chegado ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, na tarde de quarta-feira, 10 de agosto, dava conta de um foco de incêndio num 3º andar da Rua Mouzinho de Albuquerque, com possibilidade de haver vítimas dentro da habitação.
A primeira viatura enviada ao local, no lado Sul da vila, foi o VUCI 02 (Veículo Urbano de Combate a Incêndios), com 5 bombeiros, que fizeram o reconhecimento da situação. Foram também mobilizados uma ambulância de emergência e o outro VUCI da corporação.
Os bombeiros foram encontrar o fogo confinado à sala da habitação, onde arderam completamente um televisor, uma aparelhagem e a mesa de apoio aos aparelhos. Tudo indica que o incêndio possa ter tido origem no sobreaquecimento do televisor, que já estaria ligado há várias horas. De qualquer forma, a GNR de Pinhal Novo esteve presente no local e tomou conta da ocorrência.
Ao aperceberem-se do foco de incêndio, os residentes no andar já tinham abandonado a habitação, antes da chegada dos bombeiros. Assustada com o fumo, uma criança do andar vizinho é que acabaria por ser evacuada, juntamente com os seus dois animais domésticos.
No decurso das operações, e para além da extinção do incêndio, os bombeiros procederam à ventilação e desenfumagem do local, onde ficou visível do exterior, na varanda da sala, o negro do fumo.
Fonte: Helena Rodrigues (Texto e Foto), com Raúl Prazeres
Os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo estão entre as onze corporações do distrito de Setúbal que, esta tarde, combatem um incêndio na Arrábida, que deflagrou entre a Aldeia da Piedade e Casais da Serra. Fonte deste Corpo de Bombeiros considera que a situação «está muito complicada».
«Está muito complicado. Os acessos, a vegetação densa e a topografia do terreno dificultam imenso o nosso trabalho», considera Vasco Marto, subchefe da corporação de Pinhal Novo, que esteve no local. Este operacional destaca ainda a temperatura como um dos maiores inimigos dos bombeiros, neste momento.
O incêndio, que deflagrou cerca das 15h40 desta quarta-feira na Arrábida, entre a Aldeia da Piedade e Casais da Serra, está a ser combatido por onze corporações de bombeiros e um helicóptero. Segundo fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, as oito primeiras corporações a serem mobilizadas para o local foram as de Palmela, Pinhal Novo, Sesimbra, Seixal, Moita, Salvação Pública (Barreiro) e Setúbal (sapadores e voluntários).
Segundo o balanço apresentado pelo SNBPC, às 17h30, o incêndio é considerado já de “grandes proporções” e está a ser combatido por 97 homens, auxiliados por 27 viaturas de 11 corporações e um helicóptero. A corporação de Pinhal Novo tem no local o Veículo Florestal de Combate a Incêndios e um Veículo Tanque de Grande Capacidade, com um total de oito bombeiros.
O incêndio está a devastar uma zona de vegetação de difícil acesso por meios terrestres e, às 17h30 de hoje, ainda não estava considerado circunscrito. Este fogo, na zona do Alandre, foi detetado pelo posto de vigia da Associação de Produtores Florestais do Distrito de Setúbal – Aflopes, atravessou a EN 379 e lavrou em direção à zona dos Picheleiros.
Os bombeiros tiveram de ordenar a evacuação do parque de campismo local. Uma segunda frente de fogo na Arrábida, na zona de Valongo, estava a lavrar numa zona de declive muito acentuado, segundo fonte da Aflopes, que estima em mais de 50 hectares a área já ardida.
Fonte: HR, c/ Agência Lusa
Mais de uma dúzia de saídas para fogo marcaram os primeiros cinco dias do Grupo de Primeira Intervenção (GPI) dos Bombeiros de Pinhal Novo. Só entre o final de Sábado e o Domingo, oito focos de incêndio mobilizaram o Grupo nas zonas rurais da sua área de intervenção. Numa das situações, um animal em perigo foi resgatado.
Têm sido muitas as ocorrências de fogo rural dentro da área de atuação do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo, para que são mobilizados os operacionais que integram o GPI, desde 1 de julho. Esta terça-feira, ardeu o que restava da área de pinhal e mato na Salgueirinha, junto às portagens do Pinhal Novo. No combate às chamas, estiveram também envolvidas as corporações de Palmela e do Montijo.
Na sequência de outro foco de incêndio nesse mesmo local, no fim-de-semana, foram os bombeiros encontrar um animal em risco de ser apanhado pelas chamas. «O gatinho estava numa estradinha rente ao fogo, no meio do fumo», conta um dos operacionais. Resgatado pela equipa, o animal acabaria por ser adotado por Serafim Neves, Chefe da corporação.
Os Bombeiros estão a mobilizar para estas situações, prioritariamente, o VFCI e o autotanque VTTU, assim como o VUCI 01 e o VTGC 02 da corporação. Todavia, como já foi aqui amplamente referenciado (Reler Notícia), a corporação continua a reivindicar mais meios de combate a incêndios, que possam reforçar a sua capacidade operacional e concorrer para a própria motivação dos seus elementos.
No distrito de Setúbal, e até agora, a situação de maior gravidade ocorreu na tarde desta terça-feira (5 de Julho), na Herdade da Apostiça, no concelho de Sesimbra. O incêndio foi dado como extinto às 17h50, informou o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal. Segundo a fonte, o incêndio começou cerca das 16h00 e foi combatido por 23 viaturas e 74 bombeiros das corporações de Almada, Seixal, Sesimbra e Cacilhas. O fogo florestal esteve próximo das instalações militares da NATO, mas não as atingiu.
Fonte: HR c/ Leonel Barradas (e Agência Lusa)
Três toques da sirene ecoaram em Pinhal Novo, na tarde de Domingo, 15 de maio, a chamar os bombeiros para três focos de incêndio simultâneos. O primeiro dia da «Época de Fogos» de 2005 ficou marcado por um incêndio rural que consumiu cinco hectares de eucalipto e mato, junto às portagens de acesso à A12.
Este ano antecipada em quinze dias devido à seca prolongada que assola o País, a abertura da Época de Incêndios Florestais 2005 ficou marcada, em Pinhal Novo, por um incêndio que eclodiu pelas 15h40 no eucaliptal junto às portagens da A12, no acesso à Ponte Vasco da Gama a partir da E.N. 252 (direção Pinhal Novo – Montijo). Em simultâneo, registou-se outro foco de incêndio junto às instalações da COOPLISBOA, na Salgueirinha, bem como um falso alarme de fogo junto à Associação Sol Nascente, no Terrim.
Os três toques da sirene que se ouviram em Pinhal Novo chamaram mais bombeiros ao quartel. A corporação fez deslocar para o eucaliptal o veículo florestal de combate a incêndios e um veículo tanque de grande capacidade, enquanto para a Salgueirinha seguiram o veículo tanque tático urbano e o veículo urbano de combate a incêndios. O pronto-socorro florestal que os Bombeiros Voluntários de Palmela fizeram deslocar para o Terrim acabaria por ir em auxílio do combate às chamas junto às portagens, a que se juntou ainda outra viatura de combate a incêndios florestais do Corpo de Bombeiros Voluntários do Montijo.
Dificuldades de acesso e falta de limpeza
Cinco hectares ardidos de eucalipto e mato foi o resultado do incêndio junto às portagens, o mais grave do dia. Todavia, o fogo voltou a pôr em evidência dois dos problemas crónicos da “desorganização” florestal em Portugal: a falta de limpeza das matas e a dificuldade de acesso dos carros de combate.
«Verificámos que o terreno está circundado por valas que dificultam o acesso dos pronto-socorro ao eucaliptal», denuncia o Comandante dos Bombeiros de Pinhal Novo. Por outro lado, ainda segundo Fernando Pestana, «o terreno estava cheia de entulho, nomeadamente pneus e entulho da construção civil».
No total, 26 bombeiros estiveram envolvidos no combate ao incêndio: quinze de Pinhal Novo, seis do Montijo e cinco de Palmela. A corporação pinhalnovense teve ainda no local o veículo de Comando e uma viatura de transporte de pessoal para apoio técnico às outras viaturas. Pelas 17h30, o fogo entrou na fase de rescaldo, tendo sido considerado extinto cerca das 18 horas. A GNR de Pinhal Novo também esteve presente no local.
Fonte: HR c/ Fernando Pestana (Foto Arquivo BVPN)
Um incêndio numa habitação, na tarde de terça-feira, provocou um ferido ligeiro, com intoxicação por inalação de fumos, e danos num quarto. Tudo aconteceu numa moradia situada junto à Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Pinhal Novo.
O incêndio, de origem acidental, terá sido provocado por um queimador de incenso e causou danos em mobiliário e peças de vestuário.
O incidente não teve proporções mais graves devido ao sangue-frio dos trabalhadores que procediam à reparação do telhado da moradia, e que controlaram o foco de incêndio, ainda antes da chegada dos bombeiros.
Com a chegada dos bombeiros, o incêndio foi extinto e procedeu-se à desenfumagem do espaço. Os dois ocupantes da moradia, uma criança e uma senhora de 63 anos, foram assistidos por elementos do serviço de urgência pré-hospitalar deste Corpo de Bombeiros. A senhora teve de ser transportada ao Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, devido a intoxicação por inalação de fumos.
Fonte: Luís Neto