O INEM admite “a existência de valores em regularização no âmbito da execução do acordo com os seus parceiros”. Assume também que “não é possível” aplicar “de imediato” o acordo para 2026. Já o ministro da Administração Interna afiança que o Governo encontrará em breve uma solução para uma dívida que “não é admissível”.

Fonte: RTP, Foto: Gerada pelo ChatGPT


