Ambulância voltou a ser maternidade…

Na madrugada de 17 de outubro, numa estrada de terra batida, mais uma menina nasceu dentro da ambulância, às mãos dos bombeiros de Pinhal Novo. Uma ocorrência frequente, mas sempre especial para toda a corporação.

«Já sabe da notícia? Ontem à noite, mais uma criança nasceu na ambulância. Já não é a primeira…», conta Rudi Matos, o socorrista que esteve de serviço na ambulância do INEM, em conjunto com o seu colega Rui Jorge Silva, na madrugada desta terça-feira, 17 de outubro.

Os bombeiros saíram do quartel pelas 4:10h, com destino à zona rural da Quinta da Carrasqueira, freguesia do Poceirão. Pouco depois de iniciarem o transporte da parturiente – «Numa estrada de terra batida; eram tantos buracos!» –, a cerca de 500 metros da residência, a mãe sentiu o parto iminente e alertou os socorristas, que tiveram de parar a ambulância.

Em poucos minutos, realizaram o parto de uma menina, o 8º filho daquela mãe, de 35 anos. A bebé nasceu pelas 4:55h, sem complicações, a cerca de 50 minutos do Hospital de São Bernardo, em Setúbal, para onde mãe e filha foram transportadas depois de cumpridos todos os protocolos de atuação nestas situações.

Este foi o terceiro parto assistido por Rudi Matos; o seu colega já ultrapassou a dezena de casos (foi o seu segundo parto deste ano – Ler Notícia). Mais homens de ação do que de palavras, é quase “a ferros” que se lhes consegue “arrancar” as sensações destes momentos. «São tantas [sensações]! Ficamos satisfeitos por ter corrido tudo bem…», lá vai dizendo Rudi. Ambos transmitem a segurança com que a experiência, e a formação de Tripulantes de Ambulância de Socorro (TAS), lhes permite enfrentar estas situações.

Mas estas ocorrências especiais – por muito frequentes que sejam – são partilhadas por toda a corporação, e não apenas pelos operacionais diretamente envolvidos. Foi isso que se notou no rasgado sorriso com que o motorista Nuno Mineiro – por exemplo – deu a notícia de mais este nascimento aos doentes que, como habitualmente, transportou ao longo desse dia. Entre as centenas de serviços de transporte semanalmente assegurados pela corporação, uma ocorrência especialmente feliz como esta foge à rotina e nunca fica só entre as quatro paredes do quartel!

Em Baião: Mulher deu à luz pela 2ª vez numa ambulância e foi assistida pelo mesmo bombeiro

Menos comum será uma mulher dar duas vezes à luz numa ambulância e, em ambos os partos, ser assistida pelo mesmo bombeiro. Foi isso mesmo que aconteceu, já hoje, 19 de outubro, com os Bombeiros de Santa Marinha do Zêzere, Baião.

Segundo informou o Comandante daquela corporação, a mulher, residente em Santa Marinha do Zêzere, dirigiu-se aos Bombeiros para ser transportada de ambulância para o Hospital de Amarante. Contudo, mal entrou na ambulância, e mesmo antes desta se pôr em andamento, entrou em trabalho de parto, acabando por dar à luz uma menina, às 00:00h.

Mãe e filha, ambas bem de saúde, foram depois transportadas para Amarante numa ambulância pré-hospitalar. O mais curioso, neste caso, é que a mãe dera já anteriormente à luz um rapaz dentro de uma ambulância, a caminho de Amarante. E o mesmo bombeiro que a assistira na altura voltou hoje a apoiá-la no parto.

Fonte: HR, c/ Rudi Matos, V. Marto e Lusa (Texto); Foto: L. Neto (Arquivo BVPN)

Colisão provoca dois feridos

Um acidente, envolvendo uma viatura da GNR, provocou dois feridos ligeiros, na Segunda-feira, 11 de setembro, em Pinhal Novo. A colisão com o veículo da GNR deixou um ligeiro de passageiros no mau estado que as fotografias documentam. Nove bombeiros e três viaturas dos BVPN estiveram no local. Fotos gentilmente cedidas por Abílio Neves.

O alerta foi dado pelas 10.18 h. Os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo foram chamados para uma ocorrência de acidente de viação, que envolveu dois veículos ligeiros, sendo um deles uma viatura da GNR.

A colisão deu-se no lado Sul da vila, no cruzamento da Rua Vasco da Gama com a Rua D. Francisco de Almeida. Do embate resultaram dois feridos ligeiros: um elemento daquela força de segurança e uma criança, que seguia na outra viatura.

As duas vítimas foram assistidas no Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, para onde foram transportadas pelos bombeiros.

Os BVPN fizeram sair para o local três viaturas, um VSAT e duas ABSC, com um total de 9 homens.

Fonte: Raúl Prazeres

«Airbag» ardeu em poucos minutos

Um incêndio deflagrou, esta madrugada, no terraço do Centro Comercial “Mochos”, em Pinhal Novo, e, em poucos minutos, as chamas devoraram o bar “Airbag”. Na Internet já circulam imagens reais do incêndio.

Desta vez, o terraço com vista aérea sobre a vila proporcionou aos seus habitantes um cenário noturno de fogo urbano, com grandes dimensões, nunca visto em Pinhal Novo. A sirene dos Bombeiros soou em Pinhal Novo cerca de dez minutos depois das 2 da manhã desta quarta-feira, 2 de Agosto. O “Airbag”, um dos bares mais populares da vila, todo construído em madeira, que ocupava o terraço do Centro Comercial “Mochos”, estava a arder.

O incêndio deflagrou cerca da 1h50m e obrigou os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo a contarem com o apoio do veículo autoescada da corporação do Montijo.

«Ardeu tudo em minutos», descreve Flávio Andrade, repórter fotográfico, que reside em frente às traseiras do edifício. Às 2h06m, a sua objetiva registou a primeira fotografia do incêndio, conforme se documenta.

Bombeiros tiveram trabalho até às 4 da manhã

As chamas consumiram totalmente a construção de madeira, pré-fabricada, instalada na cobertura do edifício comercial, localizado numa zona residencial que é das mais movimentadas, durante o dia, em Pinhal Novo. Àquela hora, o edifício já estava vazio e foi o segurança quem deu o alerta para a ocorrência.

O fogo foi considerado extinto às 2h55m e as operações de rescaldo foram dadas por concluídas pelas 4 horas. Nos trabalhos participaram 45 bombeiros, 23 dos quais do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo; outros, no entanto, acorreram à chamada da sirene, e dirigiram-se para o local em viaturas próprias.

Além do CB de Pinhal Novo, com 8 viaturas, participaram nos trabalhos e estiveram de vigilância, no local, meios operacionais das corporações vizinhas de Palmela, Moita, Montijo e Sul e Sueste (Barreiro), a que se juntou também o Comandante Distrital, Alcino Monteiro Marques. Ao local acabaria ainda por ser chamada a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), do INEM, para socorro a um popular que se sentiu mal, acusando problemas cardíacos, quando assistia à ocorrência.

Entre os bombeiros de Pinhal Novo registaram-se dois feridos ligeiros, um dos quais, devido a intoxicação por inalação de fumos, esteve a ser assistido, até às 8 horas da manhã, no Hospital de São Bernardo, em Setúbal.

CB realça rápida mobilização de meios

Para o Comandante do CB de Pinhal Novo é, sobretudo, de realçar a prontidão da resposta dos bombeiros que não estavam de serviço no quartel, mas acorreram ao toque da sirene. Fernando Pestana realça ainda a rápida mobilização de meios, a nível distrital: «Às 2h20m já tínhamos cá a autoescada do Montijo e todas as outras corporações foram imediatas a corresponder ao apelo.»

O Comandante sublinha também a importância do apoio da GNR, «dos agentes que estavam de serviço no posto e de outros que acorreram em apoio», para a criação do necessário perímetro de segurança, tendo em conta as muitas dezenas de populares que observavam as operações, atraídos pelas chamas e pelo aparato operacional no local.

Para os residentes no lado Norte da vila, as labaredas que saíam do bar de madeira a arder e as explosões que se ouviram, na cobertura ao ar livre do edifício de 3 pisos, foram consideradas um espetáculo impressionante. «Parece que estou a ver o incêndio do Chiado», relatava o habitante de um sótão com vista para o fogo, que ainda se lembrou a tempo de recorrer a um par de binóculos.

Para os bombeiros, tratou-se, sobretudo, de garantir que o incêndio ficasse controlado, no espaço e no tempo, sem que ocorresse qualquer propagação, nem ao resto do edifício, nem aos prédios circundantes. De acordo com os operacionais, uma eventual propagação ao piso inferior estaria dificultada pela existência de uma lage de betão, que separa o último piso do centro comercial da cobertura onde estava instalado o “Airbag”. Por outro lado, a carga térmica da madeira, para mais estando a arder ao ar livre, não foi suficiente para provocar a propagação ao piso inferior.

Já na manhã desta quarta-feira, o Comandante pôde verificar que as lojas do centro comercial estão a funcionar normalmente. «Ainda deverá ser feita uma avaliação, por parte dos serviços técnicos da Câmara, das possíveis consequências do sobreaquecimento no terraço sobre a estrutura do edifício», adianta. Fernando Pestana foi, ainda, surpreendido por um telefonema da presidente da Câmara Municipal de Palmela, que, apesar de estar de férias, quis inteirar-se de que está tudo bem. E está!
…………………………………

Veja aqui o vídeo amador já disponível na Internet, ao som dos Massive Attack.

Veja aqui mais fotos da ocorrência.


Fonte: HR, com F. Pestana e Carlos Marta; Fotografia de Flávio Andrade

Relato e cenas de um merecido fim-de-semana

A Liga convidou e, em representação dos BVPN, o casal Maria Manuela Rodrigues e João Paratudo passou o fim-de-semana de 10 e 11 de junho no Hotel Palma, em Monforte. O programa incluiu uma visita à quinta do cavaleiro João Moura, com direito a montar a cavalo!

O testemunho:

Gostaria de começar por agradecer ao Corpo de Comando e Graduados terem-me escolhido para beneficiar da oferta da Liga dos Bombeiros Portugueses: um fim-de-semana no Hotel Palma, em Monforte.

A viagem concretizou-se nos dias 10 e 11 do passado mês de junho, tendo sido meu acompanhante o meu marido, também Auxiliar do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo.

A chegada ao Hotel Palma ocorreu por volta do meio-dia. Fomos conhecer o nosso quarto, com a indicação de que o almoço seria servido pelas 13 horas e que, nessa altura, iríamos conhecer os colegas das outras corporações, que também participavam nesta iniciativa*.

À hora do almoço é que nos conhecemos todos, mas, contrariamente ao previsto, éramos apenas três casais. Além de Pinhal Novo, estavam representados no grupo os Bombeiros Voluntários de Lisboa e os Voluntários de Esmoriz.

Tivemos o prazer de ter sempre por companhia uma guia turística e animadora cultural, a D. Susana, que foi muito simpática e esteve sempre pronta a explicar os pormenores das visitas que estavam programadas.

Tivemos ainda a surpresa de receber a visita da equipa de reportagem do programa “Vida Por Vida”, que nos acompanhou durante toda a tarde de sábado.

Conforme programado, realizámos uma visita à “Quinta de Sto. António”, propriedade do cavaleiro João Moura. Andámos a dar a ração aos cavalos e alguns de nós experimentaram montar a cavalo. À solta, na quinta, encontra-se também um boi, muito manso e já velhote, que se permitiu receber algumas festas dos visitantes.

Terminada a visita, e depois do jantar, houve baile, animado por um conjunto que foi especialmente contratado para nós. Fartámo-nos de dançar!

No dia seguinte, de manhã, fomos visitar as ruínas romanas e, ainda, o quartel dos Bombeiros Voluntários de Monforte.

Chegada a hora de almoço, seguiram-se as despedidas. O “saldo” foi francamente muito positivo. Só nos resta realçar as boas instalações, o bom atendimento e, em especial, a companhia e profissionalismo da nossa guia. E ainda viemos com a curiosidade de, depois, nos vermos a nós próprios no “Vida Por Vida”!

Muito obrigada!

Maria Manuela Rodrigues


*A oferta de um fim-de-semana no Hotel Palma foi uma iniciativa da LBP, que pretendeu premiar a assiduidade dos bombeiros nos quartéis. Há vários anos que a Auxiliar Maria Manuela Rodrigues dedica os seus domingos a assegurar o funcionamento da central de comunicações do CB; o Bomb. Equip. 1ª Classe João Paratudo – Ler Retrato – assegura, diariamente, o transporte de dezenas de doentes, para consultas e tratamentos.

Do álbum de fotografias:


Fonte: Mª Manuela Rodrigues (a quem agradecemos a entusiástica colaboração)

Dez dias em festa… brava e molhada!

A chuva que se abateu sobre terras de Caramelos veio trocar as voltas às Festas Populares de Pinhal Novo, que decorrem até 18 de junho. A praça de toiros ficou alagada, obrigando ao adiamento da Corrida de Toiros. Texto atualizado em 15-06-2006; fotos em 20-06-2006.

É caso para dizer: S. Pedro não é aficionado e os touros não sabem nadar, yôôôh! A Corrida de Toiros de Apresentação do Grupo de Forcados Amadores de Pinhal Novo – que concentra boa parte das atenções do Corpo de Bombeiros, por vários forcados serem também membros da corporação – teve de ser adiada para 25 de junho, às 17.30 horas, o Domingo a seguir às Festas.

De 9 a 18 de junho de 2006, as Festas Populares de Pinhal Novo duram dez dias, para assinalar dez anos de existência. E, entre um vasto programa cultural, em mais uma forma de nos associarmos às Festas da nossa terra –, é a Corrida de Toiros que gera maior expectativa no Corpo de Bombeiros. Mesmo para os menos aficionados, é inevitável lembrar que vários elementos da corporação estiveram na origem e fazem parte do Grupo de Forcados… e ficar a torcer por eles!

Devido ao mau tempo, que deixou a praça de toiros montada ao fundo da Rua de Olivença cheia de água (principalmente à entrada) e com o terreno impróprio para a prática das artes tauromáquicas, a estreia dos forcados teve de ser adiada. A expectativa fica, assim, renovada para a tarde de 25 de junho. Lá estará de prevenção uma ambulância do CB, com a tripulação especialmente atenta à estreia dos colegas que vão pegar os toiros. Entre o público espera-se o apoio de muitos mais bombeiros, tal como já aconteceu em 12 de Abril passado, quando foram, sobretudo, elementos e amigos da corporação a responder à convocatória para a primeira admissão de sócios dos “Amigos da Festa Brava” – a associação criada para manter o Grupo de Forcados Amadores de Pinhal Novo – e para a eleição dos seus primeiros corpos sociais.

A organização da Corrida de Toiros tem sido sempre um quebra-cabeças para os promotores das Festas e, este ano, ficou a cargo da jovem Associação “Amigos da Festa Brava de Pinhal Novo”. Para além da estreia do Grupo de Forcados, dirigidos pelo cabo Sandro Patraquim (bombeiro de 3ª classe), o cartaz da corrida (que já há muitos dias se encontra afixado na vitrina do quartel e foi espalhado por tudo quanto é sítio de Pinhal Novo e arredores rurais, bem como pelos concelhos limítrofes e fortemente aficionados) apresenta os cavaleiros Rui Salvador, Gilberto Filipe e Manuel Lupi (praticante), os Forcados do Aposento do Barrete Verde de Alcochete e de Cascais, e seis toiros da ganadaria da Herdade de Camarate.

Muitos outros motivos justificam a participação dos Bombeiros na 10ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo. Desde logo, aproveitando a abertura oficial do arraial, a partir das 20h30 de sexta-feira, 9 de junho, a AHBVPN inaugurou o seu novo Veículo Tanque Tático Rural, que resulta do trabalho de recuperação de uma viatura pesada que lhe foi cedida e que ficou em exposição junto ao seu pavilhão institucional, localizado em frente à entrada principal da estação da REFER. Aí, os visitantes das Festas podem ainda apreciar duas motobombas antigas, recuperadas pelos bombeiros – Ler Notícia.

Depois, há vários espetáculos e iniciativas culturais, para todos os gostos. O cabeça de cartaz é o brasileiro Martinho da Vila, que atuará no último dia das Festas, depois de já terem passado pelo palco da Praça da Independência o cantor romântico Luís Filipe Reis (9 de junho), os veteranos Delfins (12 de junho), o popular Quim Barreiros (15 de junho) e os ranchos participantes no Encontro Nacional de Folclore (17 de junho).

Outro palco, instalado junto ao coreto do jardim José Maria dos Santos, receberá guitarras portuguesas, gaitas de foles, bandas filarmónicas e a Grande Noite do Fado. Como é hábito, o cartaz das Festas inclui Largadas de Toiros, Cortejo Etnográfico (pela primeira vez com uma versão luminosa, prevista para a noite de 14 de junho, mas adiada para Sexta-feira, 16 de unho, devido ao mau tempo), as Marchas Populares (10 de junho, no Polidesportivo José Maria dos Santos), música ao vivo para animar as tasquinhas do Pátio Caramelo, arruadas pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira, exposições, bailaricos, manifestações desportivas, religiosas e muitos litros de… Sopa Caramela!

A encerrar o primeiro e o décimo dia da 10ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo – um evento que começou por ser organizado por uma Comissão de Festas criada por iniciativa da Junta de Freguesia de Pinhal Novo e, em 2000, levou à formação da Associação “Festas Populares de Pinhal Novo – Desenvolvimento e Cultura Local”, responsável pela sua promoção –, os céus da vila iluminar-se-ão com espetáculos de fogo de artifício, sob o olhar vigilante dos seus bombeiros.

Fonte: Helena Rodrigues (Texto); Carlos Marta (Foto)

Motobombas antigas em exposição nas Festas Populares

Este ano não vai ser preciso puxar muito pela cabeça para decorar o pavilhão dos Bombeiros nas Festas Populares de Pinhal Novo. A corporação tem duas motobombas antigas para expor; a da marca Carl Metz ficou agora pronta a ser mostrada ao público.

Veja aqui esta foto da motobomba Carl Metz, antes do “tratamento de beleza” que os bombeiros lhe deram, e descubra as diferenças na Galeria de Fotos. Depois de, no ano passado, terem lançado mãos à tarefa de recuperar uma primeira motobomba antiga – Ver Foto e Ler Notícia –, os bombeiros andaram agora de volta do exemplar da famosa marca alemã, que jazia abandonado, há muitos anos, no quartel.

Infelizmente, para não estarem a gastar dinheiro, tiveram – por agora – de desistir da ideia de pôr a bomba a funcionar, porque precisaria de uma série de peças novas. Tanto mais que, segundo os bombeiros, a bomba – que será «da altura da II Guerra Mundial, quando a Metz teve o seu maior desenvolvimento» – já não funcionaria quando veio parar à corporação.

«Ficou assim só para manter o espírito», explica o Chefe Vasco Marto, apesar de tudo satisfeito com o resultado do trabalho que o ocupou – e ao Auxiliar João Palmela – durante vários fins-de-semana, e que descreve assim:

«Primeiro, levei a bomba para a oficina de serralharia do meu cunhado e convenci-o [!!!] a pagar a decapagem [limpeza do metal com jatos de areia]. Depois, desmontei-a toda, peça por peça, e fui montando… Foi necessário reconstruir o escape e algumas ligações para passagem de água. Depois de tudo pronto, foi desmontar outra vez e tudo pintado. Depois de tudo pintado, foi montar… e já está!».

Vasco lembra que ainda há trabalho por fazer. «Espero agora conseguir melhorar outra bomba antiga que também já se encontra na oficina do meu cunhado, mas essa fica para depois, pois são coisas que dão imenso trabalho e ocupam alguns fins-de-semana… Quando recarregar as “baterias”, arrancamos com a nova recuperação», promete.

A mais recente “peça de museu renascida das cinzas” encontra-se montada sobre uma grande pedra de granito e permitirá aos visitantes do pavilhão institucional da Associação nas Festas Populares de Pinhal Novo – de 9 a 18 de junho de 2006 – um contacto muito próximo com a história dos meios de combate aos incêndios, tanto quanto tem sido possível aos voluntários preservarem a memória do seu quartel.

Fonte; Helena Rodrigues, c/ Vasco Marto; Foto de Joaquim Castro (editada em 20-06)

55 anos abertos à comunidade

As comemorações do 55º aniversário da AHBVPN, no passado dia 1 de maio, tiveram menos pompa e circunstância, mas mostraram uns Bombeiros menos fechados sobre si mesmos.

Este ano, a Associação recebeu a igreja no seu salão (Ver Galeria de Fotos) e saiu do quartel para ir almoçar em casa da Associação de Reformados de Pinhal Novo, numa afirmação institucional dos Bombeiros como «parceiros ativos da comunidade». No programa do aniversário – em que se optou por não haver sessão solene, nem discursos oficiais, nem as habituais dezenas de convidados –, nem só a evocação do Comandante Baptista, primeiro comandante e um dos fundadores da corporação, apelou à memória do passado.

Logo pela manhã, depois da alvorada com toque da sirene e do hastear das bandeiras no quartel-sede, com formatura geral, a habitual romagem ao cemitério velho da vila foi também acompanhada de uma ida ao cemitério novo («Porque há bombeiros nos dois cemitérios», (Ver Galeria de Fotos) justificou a presidente da Direção), para colocação de coroas de flores em memória dos sócios e bombeiros falecidos; recorde-se que o ano de 2006 começou, para os BVPN, com a despedida de um dos seus elementos, que agora pôde ser recordado – Ler Notícia.

Aurora Serrão assumiu, em nome da Direção a que preside desde março deste ano, que os tempos são de contenção financeira e que a opção foi por tornar a comemoração do aniversário um evento de âmbito interno, «mais voltado para dentro». Para a decisão de suprimir do programa a habitual sessão solene, pesou também a ausência anunciada de Ana Teresa Vicente, presidente da Câmara Municipal de Palmela, por se encontrar em deslocação oficial a Cabo Verde.

Primeiro estranha-se, mas depois…

A maior novidade do programa deste ano foi a celebração, pelas 11 horas, de uma missa comemorativa do aniversário da Associação, que trouxe ao salão do quartel – onde foi instalado o altar – muitos populares. E se, para os menos católicos, a primeira reação por ver o salão transformado em local de culto terá sido de alguma estranheza, esta tendeu a dissipar-se quando soaram os cânticos religiosos, a cargo do coro da igreja de Pinhal Novo. Ao vivo, a música sacra preencheu em pleno a grande sala de festas dos Bombeiros. Houve quem confessasse que já não assistia a uma missa há uns 20 anos (e gostou); houve quem estivesse tentado a, pela primeira vez na vida, ir tomar a hóstia, aproveitando a bênção do padroeiro dos bombeiros (E seja o que Deus quiser)…

«A paróquia de Pinhal Novo disponibilizou-se, desde a primeira hora, para colaborar com os Bombeiros, e pensámos que a melhor maneira de aproximar as duas instituições seria realizar uma missa dentro da Associação», explica Aurora Serrão. Corolário desta aproximação poderá até ser a integração do pároco de Pinhal Novo no Quadro de Especialistas e Auxiliares, como capelão da corporação.

Depois da celebração da missa, ainda coube ao Padre Ramalho a bênção do novo VETA (Veículo com Equipamento Técnico de Apoio) da corporação, uma viatura recuperada graças ao empenho e boa vontade dos próprios bombeiros – Ler Notícia.

Pela primeira vez, o almoço-convívio que se seguiu, em ambiente familiar e informal (ver fotos dos momentos de descontração nos Apanhados), teve lugar na sede da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Pinhal Novo, o que também foi entendido como uma estratégia de aproximação dos Bombeiros aos seus parceiros da comunidade. De imediato, os aniversariantes beneficiaram de poder contar com a cozinha daquela instituição para a preparação do almoço (para além do apoio das familiares dos bombeiros que colaboraram na confeção e das empresas e estabelecimentos comerciais que, como em anos anteriores, ofereceram géneros alimentares).

Mas a intenção da Direção é que este seja apenas o início de uma parceria alargada com a Associação de Reformados. «Ninguém trabalha isolado e queremos que esta seja uma parceria ativa, queremos que os Bombeiros sejam parceiros ativos da comunidade», defende a presidente da Direção dos BVPN.

Aniversário evoca fundador

Na Assembleia Geral de 11 de março de 1980, ao ser aprovado um voto de pesar e guardado um minuto de silêncio pelo falecimento de Francisco Joaquim Baptista, este foi evocado como «fundador, Comandante Honorário desta Associação e seu mais dedicado colaborador». No arquivo fotográfico da instituição, há, depois, registo de uma delegação ter assinalado o aniversário da sua morte prestando-lhe homenagem no cemitério onde foi sepultado, em Estremoz. Foi esta romagem que se repetiu este ano, mas, desta vez, na tarde de 1 de maio de 2006, para assinalar a passagem de 55 anos após o nascimento dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, de que o seu primeiro comandante (de 21-09-1951 a 08-11-1953) foi o principal obreiro – Ler Testemunho e sobre o nascimento dos BVPN. Até o primeiro quartel dos BVPN funcionou numa garagem do Comandante, na rua Vasco da Gama – Ver Foto.

Mas também em vida a Associação soube homenagear o seu fundador, apesar de, já então, não ter havido unanimidade. A Assembleia Geral de 5 de Janeiro de 1954 decidiu (com 39 votos favoráveis, 20 contrários e 5 abstenções) atribuir-lhe o título de Comandante Honorário, sendo-lhe oferecido o fardamento que usava quando em funções, desde o ano de fundação da Associação (1951) até 1953.

Vinte anos depois de ter deixado o cargo, no dia 25 de julho de 1973, Francisco Joaquim Baptista receberia na sua residência, em Estremoz, a visita de uma delegação da Direção da altura, que aí se deslocou numa nova ambulância adquirida pela Associação, com o propósito de a apresentar ao Comandante Honorário. Assinale-se ainda que, na ata da primeira Assembleia Geral realizada no atual quartel-sede, em março de 1979, ficou registado que Francisco Joaquim Baptista assistiu à sessão.

Reunião geral interna nas vésperas do aniversário

A apresentação do programa comemorativo dos 55 anos da Associação constituiu um dos pontos da ordem de trabalhos da reunião geral, para que se encontravam convocados todos os elementos do Corpo de Bombeiros, que teve lugar na noite de sexta-feira, 28 de abril, no auditório do quartel. A reunião serviu também para apresentação dos novos corpos gerentes e das linhas de orientação para a gestão da Associação no corrente mandato.

«Toda a gente me conhece, mas quero explicar às pessoas o que cada elemento da Direção está a fazer, na sua área», prometia a presidente, prevendo antecipar, nessa reunião, algumas informações e decisões em matéria financeira.

A esperança da presidente era, todavia, que a reunião servisse para todos se poderem ouvir uns aos outros. «Tenho passado aqui muitas horas, tenho ouvido toda a gente e tenho reparado que as pessoas têm necessidade de falar», desabafa Aurora Serrão. Por isso, fez questão que o encontro tivesse lugar antes de 1 de maio, «para toda a gente vir de corpo e alma para o aniversário». «O aniversário é deles [dos bombeiros] e não meu, embora eu me sinta uma bombeira sem farda», dizia a Profª. Aurora, renovando um desejo já antes expresso, quando ainda não era a Senhora Presidente dos Bombeiros: «O que eu gostava muito é que toda a gente remasse para o mesmo lado…».

Fonte: Helena Rodrigues (Textos); Joaquim Castro (Foto)

Dia Municipal do Bombeiro ao longo do mês de maio

Mais uma vez sob o lema «Voluntários por opção, Profissionais na ação», decorrem, até 21 de maio, as comemorações do Dia Municipal do Bombeiro. A iniciativa da Câmara Municipal de Palmela pretende homenagear os bombeiros e integra iniciativas distribuídas pelas três corporações do concelho.

O programa do Dia Municipal do Bombeiro 2006 vai estar centrado na freguesia do Poceirão, onde se realiza, na tarde de 20 de maio, um simulacro de acidente numa passagem de nível, que envolverá as três corporações de bombeiros do concelho: Pinhal Novo, Palmela e Águas de Moura. É também no Poceirão que, no Domingo, 21 de maio, terá lugar a sessão solene de homenagem a todos os bombeiros do concelho.

A apresentação pública do programa comemorativo do Dia Municipal do Bombeiro decorreu em conferência de imprensa realizada na Sexta-feira, 5 de maio, pelas 17 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Palmela, na presença de representantes das Direções e Comandos das corporações envolvidas. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo fez-se representar pela presidente da Direção, Profª. Aurora Serrão, e pelo Comandante Fernando Pestana.

PROGRAMA

12 de maio (Sexta-feira)
15h00: Simulacro na Escola Hermenegildo Capelo, em Palmela

13 de maio (Sábado)
15h00: Debate “Reformas e parcerias com o Estado no âmbito da proteção e socorro” – Auditório dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo (com moderação do presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Águas de Moura, José Cardoso)

14 de maio (Domingo)
10h00: ”Gestos que salvam” – Ações de formação com os munícipes, abertas a toda a população do concelho, nos quartéis de bombeiros do concelho
16h00: Passeio de cicloturismo inter-bombeiros, com partida do quartel dos Bombeiros Voluntários de Águas de Moura

16 de maio (Terça-feira)
19h00: Jogo de Futebol entre os veteranos do Palmelense Futebol Clube e a seleção de bombeiros do concelho, no Complexo Desportivo Municipal de Palmela

20 de maio (Sábado)
17h30: Simulacro de acidente na passagem de nível do Poceirão, envolvendo as três corporações de bombeiros do concelho e todos os agentes da proteção civil

21 de maio (Domingo)
08h00: Hastear de bandeiras com toque de sirene nos quartéis dos Bombeiros Voluntários de Palmela, Pinhal Novo e Águas de Moura;
09h30: Exposição de viaturas de socorro e de combate a incêndios – Rua Principal do Poceirão
11h15: Receção às entidades oficiais – Junta de Freguesia do Poceirão
11h30: Desfile apeado e motorizado – Rua Principal do Poceirão
12h00: Sessão Solene de homenagem aos bombeiros do concelho – Pavilhão Multiusos Mário Bento
13h00: Almoço convívio entre a Câmara Municipal, Juntas de Freguesia, Direções, Comandos e Corpos Ativos das Associações de Bombeiros do concelho

Fonte: HR, c/ Fernando Pestana e Câmara Municipal de Palmela

No quartel de bombeiros, no 25 de Abril

Se perguntarmos aos pinhalnovenses, em especial aos ligados ao movimento associativo da freguesia, «onde é que você estava no 25 de Abril… de 2006?», muitos responderão: «Em frente ao quartel dos bombeiros».

Como já é tradição, em Pinhal Novo, representantes do movimento associativo reuniram-se, na tarde soalheira do feriado de abril, em frente às sedes dos Bombeiros Voluntários e da Junta de Freguesia de Pinhal Novo, onde receberam e distribuíram cravos vermelhos, e daí desfilaram pela Avenida da Liberdade até ao Largo José Maria dos Santos, no coração da vila. O desfile comemorativo do 25 de Abril foi encabeçado pela fanfarra da corporação, com o estandarte transportado pelo bombeiro Rui Jorge Silva, e integrou os principais responsáveis políticos do concelho e da freguesia, incluindo a presidente da Câmara Municipal de Palmela, Ana Teresa Vicente.

Pela primeira vez, nos últimos anos, o aniversário da Revolução de Abril foi também evocado dentro do quartel, através da apresentação, no auditório, da peça “Dar uma no Cravo”, pelo Grupo de Jovens do Centro Comunitário de S. Pedro, da Caritas Diocesana de Setúbal. Foi uma apresentação multimédia – com a particularidade das condições técnicas no auditório, especialmente a nível de som, terem sido asseguradas por um jovem elemento do Corpo de Bombeiros* –, em que, a palavras sobre a liberdade proferidas em palco, se juntaram uma forte banda sonora e a projeção de vídeos, textos e imagens históricas sobre a Revolução.

A apresentação terminou com o filme da visita de um grupo de jovens à cadeia de Peniche, que albergou vários presos políticos durante o Estado Novo, agora transformada em museu. E, claro, com a “Grândola Vila Morena”, de José Afonso.

Uma responsável pelo grupo de jovens atores explicou, depois, que o Centro Comunitário de S. Pedro desenvolve, nas localidades de Lagameças e Cajados, um trabalho, no terreno, com crianças do 1º Ciclo e jovens, e de apoio às suas famílias, sob o lema de “aprender para crescer”. O espetáculo trazido à Associação foi criado há dois anos, para o projeto “Março a Partir” e, pelo seu conteúdo histórico, mantém-se atual. «Muitos de vocês ainda não estavam cá no 25 de Abril», disse a representante da Caritas, para a muito jovem assistência, explicando que o objetivo da apresentação foi lembrar e sensibilizar os mais jovens para o 25 de Abril de 1974.

E você, onde é que estava no 25 de Abril?

A pergunta, lançada de chofre a José Joaquim Serrão, combatente na Guerra Colonial, tem uma resposta que mostra bem como a história portuguesa contemporânea está ainda por fazer. «Estava na Guiné, mais precisamente em Farim, e só soubemos do 25 de Abril no dia 26 à noite, foi quando soubemos que tinha havido um golpe militar em Portugal, através de um africano que ouviu a notícia na rádio da Guiné Conacri», conta o Segundo Secretário da Direção dos BVPN.

José Serrão fazia parte, há quase dois anos, de uma companhia chamada “Caçadores Africanos 14”, «mais conhecida por Baga-Baga», que tinha sido formada pelo general Spínola e era constituída por pelotões (seis) de africanos que integravam o exército português.

«No dia 28 de abril, ainda tivemos recontros com os guerrilheiros. Depois, resolvemos estabelecer contactos e marcámos um encontro na mata para entrar em conversações com o PAIGC [a organização política que combatia pela independência da Guiné e Cabo Verde]», recorda José Serrão. E acrescenta: «É bom que se diga que eu não me senti vencido na guerra, nem os meus companheiros. O que nós queríamos era pôr fim àquela situação. E penso que era também este o sentimento da outra parte».

Dessa experiência, para além das memórias do abandono da “sua” tropa por Portugal, da violência e da «confusão tremenda e desorganização completa», ficou-lhe uma “imagem de marca” que ainda o persegue. Conta, entre risos: «Foi lá que comecei a fumar cachimbo. Eles eram muçulmanos, fumavam cachimbo e bebiam Fanta e Coca-Cola, bebidas que ainda não tinham chegado a Portugal e que até era proibido trazer para cá. Também fumavam e mascavam castanha de cola e era isso que explicava que fizessem aquelas caminhadas no mato completamente frescos, enquanto nós vínhamos de rastos…».
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*A Direção da AHBVPN apresenta um agradecimento especial ao bombeiro Artur Barreira, pelo apoio técnico prestado à peça de teatro.

Fonte: Helena Rodrigues (Reportagem)

Uma surpresa de terras de Sua Majestade

A família alargada dos BVPN conta com mais um novo elemento, a filha do Afonso, o nosso homem-que-tem-andado-por-Londres. Já conhecem a Fatinha de Sousa, que no dia 5 de maio completa 3 meses.

À distância de um clique. É como têm estado os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo para o bombeiro Afonso Sousa, desde que decidiu ir tentar a sua sorte para Inglaterra. Mesmo exonerado do Quadro Ativo dos BVPN, por ordem de serviço de 1 de maio de 2005, Afonso nunca deixou de acompanhar a vida da sua corporação, através deste sítio. Aqui sim, pode-se verificar como a Internet veio mesmo permitir a expansão da “aldeia” até uma escala global.

«Amigos, tenho-vos acompanhado aqui de longe graças a esta maravilhosa página», escrevia o Afonso, em 27.03.2004, no livro de visitas. Os testemunhos do nosso bombeiro-emigrante, que foram chegando desde terras de Sua Majestade, são prova desta proximidade de quem está, afinal, fisicamente afastado. Dois anos depois daquela mensagem, ao comentar, no passado dia 27 de março, a notícia do último treino dos seus camaradas na Serra da Arrábida – Ler –, Afonso não resistiu a confessar-se emocionado por poder, assim, matar saudades dos seus tempos de bombeiro. Essas saudades que, no 53º aniversário da Associação, em 1 de maio de 2004, o fizeram aparecer de surpresa no quartel (apesar de não ter podido integrar a formatura por uma peça do seu fardamento já ter ido parar a um dos colegas).

Nascido em 19 de setembro de 1983, Afonso da Conceição Sá de Sousa ingressou no Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo, como Cadete, em 2000. Em 2002, frequentou o curso para promoção ao posto de bombeiro de 3ª classe, recebendo as respetivas divisas durante as cerimónias do 52º aniversário da Associação – Ver Foto.

Não seria, portanto, por o pai estar momentaneamente (esperamos) fora do Corpo Ativo, que deixaríamos de noticiar a chegada da Fatinha de Sousa à família alargada dos BVPN, antes mesmo da Milene, da Margarida e do Daniel. Ela nasceu no passado dia 5 de fevereiro.

Muitos Parabéns, Afonso! E obrigada por nos fazeres ver que, no mundo demasiado conturbado dos bombeiros portugueses, este sítio (ainda) é capaz de valer a pena!

Fonte: Helena Rodrigues com Américo Silvestre e foto gentilmente enviada por Afonso Sousa