“JOVENS CADETES – 2023”

5 março, 2023 pelas 10 horas

Entrevista do Grupo Cadetes, ao B 1ª Cl João Daniel, em relação à sua deslocação ao Chile, como “Bombeiro Sapador ao serviço da FEPC”

O Instrutor subchefe Tiago Silva, convidou o Bombeiro 1ª Classe João Daniel Farias Joaquim, para uma breve entrevista com o grupo de Cadetes, por ter participado como Bombeiro Sapador da FEPC, integrado na FOCON, que se deslocou ao Chile, entre os dias 12 de fevereiro e 1 mar de 2023, em apoio no combate aos incêndios florestais naquele país.

Antes de mais quero agradecer a tua disponibilidade João Daniel, pela tua presença em poderes estar aqui, dando conhecimento a este grupo de jovens Cadetes, o que foi a tua inédita experiência, no combate aos fogos florestais no Chile, que se encontra localizado no subcontinente da América do Sul e cuja a sua diversidade, quer na área do socorro, quer no acentuado relevo, em nada tem de semelhante á nossa realidade. Amigo João Daniel, reforço os meus sinceros agradecimentos e do nosso Comandante que não lhe foi possível estar presente e dava a palavra ao Cadete mais jovem do grupo, que certamente ele e os outros elementos, estão muito curiosos em ouvir a tuas justificações da tua nova experiência de vida, nesta tão nobre missão na deslocação aquele país. Obrigado.

Amigo João Daniel, o meu nome é GUILHERME PEREIRA, faço parte do grupo de cadetes desta corporação e se me permite gostava de lhe colocar 4 perguntas:

A minha 1ª pergunta seria a seguinte.

Qual a sua identificação, começando pelo seu nome completo, idade e data de nascimento, estado civil e se tem filhos e a sua residência atual?

O meu nome é João Daniel Farias Joaquim, tenho 41 anos de idade e nasci em 26 de julho de 1981, sou casado tenho um filho e uma enteada e estou a residir nesta localidade.

Como 2ª pergunta, questionava-o sobre.

Quais as suas habilitações literárias, e caso não tenha o 12º ano, se pensa concluir a escolaridade mínima obrigatória?

Tenho o 12º ano, concluído há cerca de 5 anos, pelo programa RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências), que consistia num processo de demonstração de competências adquiridas e desenvolvidas ao longo da vida.

3ªPergunta.

Qual é a sua profissão atual e há quantos anos a exerce, e porque optou por essa profissão e não qualquer outra?

A minha profissão atual é de Bombeiro Sapador na Força Especial de Proteção Civil, há cerca de 15 anos, que teve início no ano de 2008. Tal fato deve-se essencialmente, por ter surgido uma oportunidade com a criação desta Força Especial da ANEPC (Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil) agregada ao MAI (Ministério da Administração Interna). Foi na realidade uma oportunidade que me surgiu na vida, assim como para outros meus colegas, que também eram aqui bombeiros voluntários, uns ainda cá permanecem na Corporação e outros acabaram por desistir. Este novo passo que considero mais seguro em termos profissionais, em nada me afetou de prestar os meus serviços como bombeiro voluntário ao serviço desta Corporação nas minhas horas livres e deixem-me dizer-lhes, que o faço com muito orgulho.

Foi sem dúvida uma nova experiência, que iniciei naquela força, como elemento das brigadas helitransportadas no combate aos incêndios florestais e que de alguma forma, também constituiu para uma experiência de vida diferente, sendo transportado por meios aéreos e não terrestres para o combate aos incêndios florestais, no mais curto espaço de tempo, enfrentando aquilo que nós bombeiros na prática, chamamos de fogos nascentes.   

4ª E última pergunta e desde já o meu obrigado, pela sua colaboração.

Nas tuas horas de descanso praticas outras atividades, quais? E com que regularidade?

Sim, eu trabalho em regime de parti-me na firma da Lisnave em Setúbal, também executo reparações de telemóveis em casa e estou inserido num grupo de motares, em que por vezes aproveitamos para fazer os nossos passeios.

Sou o cadete ANTÓNIO SANTOS e atendendo que a sua profissão é ser bombeiro sapador na Força Especial da Proteção Civil ao serviço do estado, também gostava de lhe colocar 4 perguntas:

Então a minha 1º pergunta era a seguinte,

 O que faz um bombeiro sapador na Força Especial profissionalmente e em que local se encontram sediados?

Bem, as nossas principais funções, em que estamos a trabalhar diretamente sob a responsabilidade da ANEPC (Autoridade Nacional Emergência e Proteção Civil), como disse anteriormente, inserem-se em várias vertentes na área do socorro, que são as seguintes:

A “vertente apeada” que consiste em combater os incêndios com as ferramentas mecânicas e manuais.

A “vertente com veículos” é a área dos VL’s (veículos ligeiros) VF’s (veículos florestais) e VT’s (veículos tanques) para abastecimento de água, das viaturas de combate.

A “vertente de mergulho” para socorro em situações de naufrágio.

A “vertente de montanha” são os elementos, que se encontram situados na serra da Estrela, para tudo o que esteja relacionado com o socorro, com cotas de elevada altitude.

A “vertente dos drones” são equipas que estudam os tipos de incêndios, pontos quentes, perímetro dos incêndios e a melhor colocação das equipas e veículos de combate no terreno.  

E por último também existe a “vertente das equipas de logística” para apoio em termos de alimentação e pernoitas em circunstâncias mais perlongadas nos teatros de operações. 

Como 2º pergunta,

Perguntava-lhe se alguma vez se encontrou em dificuldades no exercício da sua profissão, onde, e em que circunstâncias?

Sim, já estive em situações consideradas complicadas, mas graças a Deus, sempre conseguimos sair ilesos, tirando algumas queimaduras ligeiras sem gravidade, que derivado às mudanças bruscas do vento, por vezes nos surpreende e ficamos cercados. Todas as situações, aconteceram mais no norte do país, em que por vezes era difícil a extinção dos incêndios, devido declive acentuado do relevo existente.

A minha 3º pergunta, era a seguinte,

Qual foi a sua maior alegria, na área do socorro?

Eu diria, não uma, mas sim várias alegrias e o dos meus companheiros na área do socorro, que essencialmente se traduzem em ter conseguido salvar pessoas e os seus bens, quando se encontram em situações muito complicadas, em risco de perderem os seus haveres e as suas próprias vidas. Não consigo agora equacionar as inúmeras situações, que ocorreram ao longo destes anos, definindo qual a maior, mas acreditem que me sinto imensamente feliz, por ter socorrido pessoas em casos extremamente complicados, em que as encontramos desesperadas na luta pela sua própria vida, impotentes para enfrentar a força das chamas em grandes incêndios.

E para finalizar as minhas perguntas, o meu obrigado também pela sua colaboração e a minha 4ª questão é a seguinte,

Com os conhecimentos adquiridos na área do socorro ao longo dos anos, quer como Bombeiro Voluntário ou como Bombeiro Sapador da Força Especial de Proteção Civil, consegue-nos dizer qual a diferença e onde considera, que se possam complementar?

Eu, para mim a diferença entre ambas está só na cor da farda e no ordenado, porque a finalidade em si é igual. É claro também possuímos uma formação continua mais acentuada diariamente o que nos dá outra confiança de atuação nas ocorrências, mas o fundamental no socorro é rigorosamente igual.

Na ausência do meu colega DIOGO MONTEIRO, desta vez vou ser eu novamente GUILHERME PEREIRA a substitui-lo e se me permite, também lhe colocava 4 questões dele:

A 1ª pergunta do Diogo era a seguinte.

Na sua deslocação ao Chile, inserido na FOCON da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, por quantos elementos era constituída a força e sepertenciam todos à Força Especial da Proteção Civil? E caso não sendo, quais eram as outras forças e o número participantes? 

A FOCON, não era constituída só por elementos da Força Especial. Eramos um total de 144 elementos, 44 da Força Especial, 30 dos Bombeiros Voluntários, 30 da GNR (Bombeiros Sapadores Florestais), 30 da GNR (UEPS-Unidade de Emergência de Proteção e Socorro), 6 do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) e 4 da Proteção Civil.

Como 2ª pergunta era a seguinte.

Qual foi o dia da partida, quantas horas demorou a viagem e em que localidade permaneceram? E já agora em termos de instalações e logística?

Nós saímos de Portugal no dia 12 de fevereiro de 2023 e regressamos no dia 1 de março de 2023 (16 dias), o percurso demorou cerca de 12 horas e foi em voo direto entre Lisboa e Santiago, no Chile. Depois seguimos em autocarros até à cidade de Consetion, que ficava a cerca de 500 quilómetros de distância. Quanto ás instalações onde permanecemos era num colégio privado e as nossas refeições eram rações de combate durante o dia na floresta e à noite uma refeição quente, no refeitório do colégio, onde ficávamos a descansar durante a noite.

3º pergunta.

Em que viaturas se deslocavam para os locais de incêndio, qual a forma de combate e que tipo de relevo foram encontrar?

O meio de transporte que utilizamos, para os locais dos incêndios, que ficavam a cerca de 50 quilómetros de distância, era em autocarros, isto porque o nosso estado não autoriza que pudéssemos conduzir os veículos daquele país e também não enviou veículos nossos. Quanto ao relevo era péssimo, com altitudes cerca de 2 vezes superior à serra da Estrela, e com grandes paredes de inclinação, que dificultava a progressão no terreno e nos obrigava a cortar mato, para criar aberturas de faixas e evitar que o incêndio passasse de um lado para outro, isto quer no método direto (na frente de fogo) ou no indireto (fora da frente de fogo).

Última e 4ª pergunta do Diogo Monteiro.

Se tivesse que regressar novamente ao Chile, para colaborar no combate aos incêndios florestais e não sendo obrigatório, qual seria a sua decisão? E porquê?

Sem dúvida que ia na mesma, mas isto, uma pessoa também tem família e por vezes não é fácil, para os que cá ficam. Contudo se tivesse que regressar já me sentia mais confiante, pela experiência já vivida.    

Porque sou filho do João Daniel, e considero que os meus companheiros já colocaram as perguntas mais pertinentes sobre a tua deslocação ao Chile, vou tentar também colocar-te 4 perguntas.

Então a minha 1º pergunta é.

Atendendo que a ausência nunca é fácil, assim como os costumes e outros fatores associados à distância, como foi a tua adaptação aos métodos usados pelo povo chileno, no combate aos fogos urbanos e florestais?

O método utilizado pelos bombeiros chilenos nos incêndios urbanos não conheço muito bem, mas acredito que seja muito idêntico ao nosso. Quanto aos incêndios florestais podemos considerar igual, atendendo que todos os anos vem equipas chilenas, trabalhar connosco em apoio no combate aos incêndios florestais. Da mesma forma conforme surgiu este ano o nosso apoio, também já aconteceu em anos anteriores participarem equipas portuguesas no combate aos incêndios naquele país. Nós cá em Portugal somos conhecidos como “brigadas apeadas”, enquanto eles lá são conhecidos pelos “brigadistas”, mas posso-vos garantir, que tanto eles como nós funcionamos com o mesmo método de combate.     

Como 2ª pergunta, colocava-te a seguinte questão.

Estando nós no continente Europeu e como todos nós sabemos, que no continente Americano existem meios mais sofisticados no combate aos incêndios, porquê Portugal no apoio e não outro pais da América? E se existe algum protocolo entre Portugal e o Chile, nesta área?

É facto que existem países muito evoluídos no combate dos incêndios florestais no continente Americano, mas em contrapartida também se encontra outros, que pouco ou nada avançaram nos métodos de extinção dos grandes incêndios. Quanto à existência de um protocolo entre Portugal e o Chile é verdade, foi ciado há cerca de 6 anos um protocolo, que permite uma ajuda mútua entre ambos os países, sempre que as condições se agravem. No entanto e para vosso conhecimento para além de Portugal, também Espanha, México, Brasil e outros países europeus, se encontravam lá a colaborar.

3ª pergunta.

Não falando em incêndios, qual é a tua opinião em relação à vivência no dia a dia daquele povo?

O povo chileno vive muito à base do comércio, o custo de vida é muito elevado e os seus salários são baixos. Só para vocês terem uma ideia da realidade do custo de vida reparem, enquanto cá um café custa na ordem dos 75 cêntimo, lá custa 1800 pesos, que corresponde a 2 euros e quem diz o custo do café, nos géneros alimentícios é a mesma coisa.

E para finalizar a minha 4ª pergunta era a seguinte.

Com esta nova missão, num país totalmente diferente em matéria de incêndios florestais, qual foi o tipo de relevo e vegetação que encontraste?

Quanto ao relevo como disse anteriormente é muito montanhoso, com altitudes na ordem dos 3 mil metros, com grandes paredes que só com o auxílio dos troncos e ramas das árvores é que era possível descer ou subir os declives, para conseguirmos progredir. A vegetação é muito à base do eucalipto e do pinheiro, atendendo que eles exportam frequentemente este tipo de madeira. No entanto existe uma grande agravante é que depois do corte das árvores para exportação, deixam muito lixo nas matas, devido à desbastação das árvores e que em matéria de incêndios, se torna muito complicado, devido à manta morta existente na floresta.

Por fim quero agradecer-te em meu nome e dos meus colegas, pela tua participação e os esclarecimentos que nos facultaste desta tua grande missão, que eu como teu filho, sinto muito orgulho nesta tua nobre e inédita experiência, que certamente te vai marcar, para o resto da tua e nossa vida. Muito obrigado pai.

Quartel em Pinhal Novo, 05 de março, 2023                     O Instrutor

                                                                                   _________________________

                                                                                           O Subchefe Tiago Silva

Fonte/Fotos – Fernando Pestana secretário da MAG

Faleceu Alberto Sousa Ferro

É com profunda consternação e pesar que Órgãos Sociais, Comando, Corpo de Bombeiros e Webmasters, da Associação Humanitária de Bombeiros de Pinhal Novo, ao tomarem conhecimento do falecimento de ALBERTO SOUSA FERRO, apresentam à sua digníssima esposa, filha e família os nossos sentidos pêsames, pela partida do vosso ente querido.

Até sempre amigo ALBERTO FERRO e obrigado pelo teu apoio, como dirigente nos vários órgãos sociais, durante 20 anos, ao serviço desta nobre Instituição.

No momento atual, desconhece-se o dia e hora das exéquias fúnebres e assim que se torne público a divulgação do ato, voltamos a dar conhecimento a todos os cibernautas.  

A Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros de Pinhal Novo, informa que o corpo de Alberto Sousa Ferro, chega pelas 10 horas da manhã ao quartel sede e o corpo permanecerá em câmara ardente no salão polivalente até às 15 horas, seguindo depois em cortejo fúnebre com destino ao crematório de Setúbal. 

Fonte – Secretário da MAG Fernando Pestana

FORMAÇÃO CADETES – 2023

12 de março

O dia de hoje, teve como novidade o ingresso de mais um novo cadete no grupo, com o nome de Rodrigo Cupertino Ramos, de 17 anos de idade, residente em Pinhal Novo.   Na sua apresentação, tivemos oportunidade de saber, que a sua inscrição na Corporação de Bombeiros, se deve ao facto de ter visto no Facebook um publicitário, onde constava encontrarem-se abertas as inscrições para jovens cadetes e desde logo lhe despertou a atenção e com concordância dos seus pais não hesitou em se inscrever. O subchefe Tiago Silva felicitou o instruendo pela opção e desejou-lhe o melhor sucesso ao serviço dos bombeiros e da comunidade Pinhalnovense.

Concluída a apresentação do novo cadete, procedeu-se ao içar das bandeiras (Nacional, CEE, Junta de Freguesia de Pinhal Novo e das bandeiras da Associação e dos Bombeiros do Sul e Sueste do Barreiro) nos mastros que se encontram na zona frontal do quartel sede. (O instrutor subchefe Tiago Silva)

Ainda dentro do primeiro tempo de formação, foi feita ordem unida, com os ensaios individuais dos movimentos de marchar e as das posições de firme, sentido e descansar. (Formador o Bombeiro 3ª Cl Manuel Santos).

Os dois últimos tempos, foram ministrados conhecimentos sobre os conceitos básicos do fogo, o que pode dar origem a uma combustão, formas de propagação, velocidade do fogo e temperatura de reação. (Formador Bombeiro de 1ª Cl Mauro Henriques)

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Fonte – O subchefe Tiago Siva, Fotos – O secretário da MAG Fernando Pestana

Bombeiros exigem mais financiamento e viaturas

Corporações de bombeiros de todo o país estão reunidas em Gondomar, no congresso extraordinário da Liga. Pedem mais financiamento e respeito, duas reivindicações que o Presidente da República garante estarem a ser tidas em conta pelo ministro da Administração Interna.

Fonte: RTP

“Estava aqui na noite em que a minha mãe faleceu”: Bombeira atendeu chamada com pedido de socorro do filho

Laura trabalha na central dos Bombeiros de Pinhal Novo e integrou piquete constituído só por mulheres para assinalar o 8 de março

“Estava aqui na noite em que a minha mãe faleceu. O meu filho ligou a pedir socorro e foi um grande choque”, recorda, emocionada, a bombeira Laura Campos, de 54 anos. É uma das 21 mulheres que integram os bombeiros de Pinhal Novo, Palmela, trabalha na central, onde são atendidas as chamadas com os pedidos de ajuda, e fez parte de uma equipa muito especial criada para homenagear as mulheres a propósito do 8 de março.

Fonte: Correio da Manhã

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

Realiza-se no próximo dia 8 de março de 2023, pelas 21 horas, no auditório da Associação Humanitária de Bombeiros de Pinhal Novo, a Assembleia Geral Ordinária para discussão dos seguintes pontos:

1 – Discussão e votação do Balanço e do Relatório e contas da gerência do ano de 2022 e apreciação do parecer do Conselho Fiscal.

2 – Discussão e votação da Proposta da Direção sobre a Venda de Terreno Urbano, propriedade da Associação, em Vila Nova de Poiares.

3 – Outros Assuntos.

Pinhal Novo, 26 de fevereiro, 2023

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Manuel Ambrósio Garcia Frade

Já conhece o bombeiro sapador do mês de março? Veja aqui

O calendário esteve à venda e esgotou rapidamente, tendo todos os lucros revertido a favor da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome.

O Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB) de Lisboa divulgou o operacional que representa o mês de março no calendário solidário da corporação.

Ricardo Monteiro posou para as objetivas para dar cara e corpo ao nosso mês de março no Calendário Solidário do RSB.

Apesar do calendário já não se encontrar à venda, o RSB promete que “todos os meses” dará a conhecer “os operacionais que se voluntariaram para esta causa”.

De recordar que a receita do calendário que ‘incendiou’ as redes sociais esteve à venda entre 16 de dezembro e 20 de janeiro, revertendo a favor da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome, no âmbito da Campanha Emergência Alimentar. O cheque com o valor referente às vendas foi entregue na quinta-feira.

O calendário, que se tornou num sucesso e esgotou rapidamente, tinha um valor simbólico de 10 euros.

Recorde o ‘making of’ do calendário aqui.

Fonte: Notícias ao Minuto

FORMAÇÃO CADETES – 2023

26 de fevereiro

Com a colaboração dos Bombeiros de 3ª Classe Jorge Vinagreiro e o António Cardoso, iniciou-se a formação com o içar das bandeiras (Nacional, Comunidade Europeia, Junta de Freguesia e das Corporações de Pinhal Novo e Sul e Sueste) às 9 horas da manhã.

No espaço complementar ainda dentro do 1º tempo, foi ministrada ordem unida, mas que devido ás condições climatéricas, foi ocupado os espaços livres do parque dos veículos de combate a incêndios, com os movimentos das posições (firme, sentido, descansar e o sincronismo dos movimentos inferiores e superiores do corpo no marchar). (O bombeiro 3ª classe Manuel Santos).

O início do segundo tempo foi ocupado, com a entrega de cadernetas individuais, para registo próprio da sua assiduidade e explicado, que conforme for o tipo de ausência, assim será atribuída uma pontuação, que no final do ano vai definir percentualmente a participação efetiva dos formandos.

Ainda dentro do mesmo período, foi dada continuidade à prática da montagem e desmontagem dos aparelhos respiratórios de ar ambiente. (O instrutor Tiago Silva e o bombeiro 3ª cl Ricardo Galante)

No terceiro e último tempo da formação semanal, o instrutor voltou a ocupar-se com exercícios de manobras no exterior do quartel, utilizando os mesmos equipamentos da semana anterior.

1 lance de mangueira de 50 mm

1 disjuntor 50X25 mm

2 lances de mangueira de 25 mm

2 agulhetas de 25 mm

Com adaptação à bomba do Pronto de Socorro a uma pressão de 5 bares, foi explicado o manuseamento do leque de saída de água das agulhetas e a sua utilização. (O instrutor Tiago Silva e o bombeiro de 3 cl Jorge Vinagreiro)

Fonte/Fotos – Secretário da MAG Fernando Pestana

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Intoxicação por monóxido de carbono na Aldeia Nova da Aroeira

Os Bombeiros de Pinhal Novo, foram acionados através do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), pelas 02:17 deste domingo, para socorro de uma possível intoxicação por monóxido de carbono, na rua Serafim José, na Aldeia Nova da Aroeira, no concelho de Palmela. Informação avançada pelos Bombeiros de Pinhal Novo através da rede social Facebook.

Ao que tudo indica, terá sido um fogareiro no interior da habitação, que provocou quatro vítimas, por inalação de monóxido de carbono.

Após serem assistidas pelas equipas pré-hospitalares no local, duas das vítimas (menores), foram transportadas à unidade hospitalar Garcia da Horta em Almada, devido à Pediatria do Hospital de São Bernardo em Setúbal estar encerrada até dia 6 deste mês. 

Foram mobilizados ao local um veículo urbano de combate a incêndios, com seis operacionais, apoiados com três ambulâncias de socorro e Guarda Nacional Republicana com 2 operacionais.

Fonte: Diário do Distrito