Conservação e Manutenção de Caminhos Florestais – Proteção Civil

ℹ A conservação e manutenção de caminhos florestais é um dos maiores focos para o Município de Pedrógão. Estamos a executar o programa de gestão da Rede Viária Florestal, integrado no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, com o objetivo de garantir a acessibilidade em segurança aos proprietários e operadores florestais, assim como aos meios de combate a incêndios. Esta iniciativa visa antecipar riscos, prevenir incêndios, garantir a segurança de pessoas e bens, e conservar os caminhos florestais.

✔ Através desta execução, estamos a preparar-nos para o Verão, assegurando condições ideais para o combate a incêndios e a proteção da nossa floresta. As necessidades para a estação mais quente do ano preparam-se no Inverno. É fundamental garantir a acessibilidade e a conservação dos caminhos florestais, contribuindo para a segurança de todos os que usufruem deste recurso natural.

🚜🍃 Juntos, podemos criar um ambiente mais seguro e preservar a nossa floresta. O Município de Pedrógão continua empenhado na manutenção dos caminhos florestais e na implementação de medidas preventivas. Contamos com o apoio de todos para proteger e valorizar o nosso património natural.

Fonte: Facebook do Município de Pedrogão Grande

Autarquia antecipa-se ao Estado

A Câmara Municipal de Cascais atribui 50 mil euros a cada uma das associações de bombeiros do concelho. O apoio destina-se a salvaguardar muitos dos custos assumidos pelos bombeiros no recente período de incêndios florestais e corrigir as dificuldades anunciadas com a atualização do ordenado mínimo.

A Câmara de Cascais antecipa-se assim às obrigações do Estado para com os Bombeiros.

Fonte: Facebook da LBP. Foto: Câmara Municipal de Cascais

Bombeiros vão receber do Estado mais 300 euros

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) acredita que, na fase de debate na especialidade, os deputados parlamentares possam reforçar a dotação prevista para as Associações de Bombeiros no Orçamento de Estado de 2025. A LBP tinha proposto 46 milhões de euros e estão inscritos apenas 34 milhões (corresponderá, em média, a mais 300 euros por mês para cada associação). Lembre-se que a proposta da LBP de 46 milhões tinha em conta os 10 milhões que as associação vão ter que suportar a mais em 2025 com a atualização do ordenado mínimo.

Este tema será um dos assuntos abordados amanhã com os representantes dos grupos parlamentares durante o debate promovido pela LBP, às 11h00, na sua sede, em Lisboa.

Fonte: Facebook da LBP

Há “S. Martinho na Praça” de Palmela e Pinhal Novo a 9 de novembro

Os Mercados Municipais e de Produtores de Palmela e Pinhal Novo recebem mais uma edição do “S. Martinho na Praça”, a 9 de novembro.

Com esta iniciativa, Município, operadoras/es e produtoras/es, promovem os produtos locais, de qualidade, característicos da época, com destaque para as castanhas, batatas doces e vinho novo.

Visite os mercados no dia 9, durante a manhã e participe no Magusto aberto à população.

Fonte: Gazeta Rural

Acidente entre veículos no Pinhal Novo deixa dois feridos

Dois carros colidiram esta quarta-feira, por volta das 10h42.

Dois veículos ligeiros de passageiros colidiram esta manhã, às 10h42, numa estrada em Aceiro dos Arraiados, localidade na freguesia de Pinhal Novo, concelho de Palmela.

Para o local foram mobilizados 5 veículos e 12 operacionais das autoridades competentes para prestar assistência às vítimas. A colisão causou fez dois feridos leves, informa o Comando Sub-Regional da Proteção Civil de Setúbal.. Uma das vítimas terá recusado transporte para uma unidade hospitalar, mas foi assistida no local.

As causas do acidente estão a ser investigadas pelas autoridades responsáveis.

Fonte: Diário do Distrito

O SNS esqueceu-se dos Bombeiros!

Na distribuição da deliberação sobre o plano de reorganização da rede dos serviços de urgência, o SNS esqueceu-se de dar conhecimento à Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP). Nesse sentido, a LBP não pode analisar e informar os corpos de bombeiros, não obstante o documento estar a ser divulgado por outros canais.

A LBP lamenta profundamente que um parceiro como os Bombeiros, sempre na linha da frente, seja colocado de lado, não seja reconhecido nem valorizado no trabalho esforçado que tem estado a desempenhar.

Mais estranho ainda, para lá do conhecimento do documento à LBP, é no mesmo meter ao barulho mais uma estrutura, os serviços municipais de Proteção Civil, para articular com os hospitais, as estruturas locais de saúde, o INEM e finalmente os Bombeiros, quando antes tudo decorria entre o CODU/INEM e os Bombeiros.

Será que terá de ser mesmo assim? Será normal que o Ministério da Saúde marginalize quem não faz greve e lhe tem dado apoio no socorro?

A LBP vai continuar a repetir que os Bombeiros nunca poderão ser responsabilizados se ocorrer alguma situação grave. Mas, mesmo assim, eles nunca deixarão de atuar caso ocorra.

Fonte: Facebook da LBP

Bombeiros queixam-se à Provedora da situação da Saúde

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) apresentou queixa formal à Provedora de Justiça sobre o estado da Saúde. Segundo a LBP, “o País presta um mau serviço às populações, onde cada um faz como quer e num clima disfuncional instalado”.

No caso dos Bombeiros, a situação obriga-os a responder, tantas vezes, com mais tempo, para mais longe e com um grau de incerteza crescente relativamente ao destino do doente que transportam, acrescentando risco ao risco”.

O clima instalado gera o descrédito no sistema e desconfiança extensível indevidamente aos bombeiros por razões que lhes são alheias e que estes não controlam nem dominam.

Fonte: Facebook da LBP

Debate com representantes dos Partidos Políticos

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) convida os partidos políticos representados na Assembleia da República para um debate sobre as dotações orçamentais disponíveis para o Setor dos Bombeiros.

O evento terá lugar na sede da LBP, pelas 11h00 do próximo dia 18 de Outubro,

será um debate aberto a Dirigentes das entidades detentores de Corpos de Bombeiros, Elementos de Comando e Bombeiros, que poderão colocar questões aos representantes dos partidos políticos.

Os órgãos de comunicação social podem estar presentes.

Fonte: Facebook da LBP

Atropelamento mortal na estação do Pinhal Novo interrompe circulação ferroviária

Ocorrência foi registada pelas 8 horas desta manhã. Circulação já foi retomada

Uma pessoa morreu esta manhã num atropelamento na estação de comboios do Pinhal Novo, o que obrigou à interrupção da circulação ferroviária na Linha do Sul, disse à Lusa fonte do Comando Regional da Península de Setúbal da Proteção Civil.

De acordo com a GNR, a circulação foi interrompida cerca das 8 horas. Vinte minutos depois foi retomada a circulação na linha.

A estação do Pinhal Novo funciona como ponto de encontro entre a linha do Sado e a linha do eixo-ferroviário Norte/Sul.

Fonte: O Setubalense

Permitir bombeiros fardados na AR “abre precedente” que fere “equidade”

O presidente da Assembleia da República teme que a sua decisão de permitir que bombeiros fardados assistissem a um debate no parlamento tenha aberto um precedente que põe em causa a equidade entre os cidadãos.

“Por esta altura, passado o ápice do momento, talvez alguns já se tenham arrependido da decisão que suscitaram. O problema não está nos bombeiros em si. Está no precedente que se abre”, escreve José Aguiar-Branco, num artigo de opinião publicado hoje no jornal Público.

Na quarta-feira, o presidente da Assembleia da República emitiu um parecer que impedia que bombeiros fardados assistissem ao debate valorização da carreira, decisão que acabou por reverter após ter ouvido reparos de todos os partidos exceto do PSD antes de arrancar o debate.

Na altura, justificou a decisão inicial não por “discriminação em relação aos bombeiros”, mas porque queria dar-lhes “tratamento igual” a outras categorias profissionais, frisando que, no passado, também se impediu a entrada a polícias, militares, enfermeiros ou médicos com a sua farda de trabalho.

Essa posição foi reafirmada no artigo publicado hoje, em que Aguiar-Branco diz querer “que os cidadãos sintam o Parlamento como a sua casa, a casa da democracia, a casa onde todos têm lugar”.

“Mas as casas têm regras”, acrescenta, defendendo que são essas regras que preservam a igualdade e que “não podem ser ditadas por um anseio momentâneo de popularidade.

“Amanhã, qualquer outro grupo pode pedir um tratamento semelhante. Ou então, poderemos correr o risco de tratar os cidadãos de modo distinto, em função da simpatia que temos pelos interesses que eles representam”, continua.

Ainda para explicar a sua primeira decisão, Aguiar-Branco sublinha que a Assembleia da República é o “epicentro da democracia representativa”, onde os cidadãos não intervêm diretamente e apenas assistem.

“É preciso conservar a equidade e a capacidade de resistir aos impulsos do momento. Só assim preservaremos o regime dos riscos da arbitrariedade e da espetacularização”, conclui.

Fonte: Notícias ao Minuto, Foto: Leonardo Negrão/ Global Imagen