Bombeiros recuperam poço para formação

Saber operar com motobombas faz parte da formação básica de um bombeiro. E que melhor sítio para praticar do que num poço? Com esse objetivo, a corporação lançou mãos à obra de recuperar um poço abandonado, na zona rural de Pinhal Novo – Ver Galeria de Fotos.

O recurso às motobombas – manuais ou incorporadas nos veículos de combate a incêndios – é utilizado pelos bombeiros para proceder à aspiração de água em caso de inundação ou ao abastecimento dos autotanques, por exemplo. São técnicas que fazem parte da formação inicial de um bombeiro.

Serviço “dois em um”

De uma assentada, os bombeiros estão a levar a cabo uma ação de proteção de vidas e bens – visto que o poço, localizado num terreno não vedado e com o mural partido, constitui um perigo para animais ou mesmo pessoas – e vão ficar com um espaço ideal para a corporação e não só (para todas as abrangidas pelas ações de formação conjunta promovidas pela Federação de Bombeiros do Distrito de Setúbal) poder treinar o manuseamento das motobombas.

Além do mais, está em causa um relevante trabalho de limpeza, numa zona de risco de incêndio rural. É que o poço estava cheio de entulho e foi preciso começar por escoar a água e retirar tudo o que estava depositado no fundo («até encontrar areia limpa», explica o Comandante Fernando Pestana). Só depois os bombeiros puderam iniciar a reconstrução do beiral.

Os trabalhos prosseguiram neste Sábado, 23 de julho. Mas consta que os voluntários ainda têm trabalho para mais um dia. Pelo menos…

A Associação agradece o apoio da Cerâmica de Pegões, de J. G. Silva, pela cedência dos tijolos; e da empresa Joto Tulhos, de Rio Frio, pela cedência de manilhas.

Fonte: Helena Rodrigues (Texto), c/ Fernando Pestana

Fuga de gás obriga a evacuação na Quinta do Pinheiro

Viveram-se momentos de alguma tensão, esta sexta-feira, na Rua José Saramago, em Pinhal Novo, na sequência de uma rotura num cano de abastecimento de gás, provocada por uma retroescavadora. Os bombeiros, com o apoio da GNR, evacuaram a zona até estarem repostas as condições de segurança.

A rotura num cano secundário de abastecimento de gás natural, na urbanização Quinta do Pinheiro, na tarde desta sexta-feira, foi provocada por uma máquina retroescavadora que operava no solo, na Rua José Saramago, junto à sede do Jornal do Pinhal Novo.

Os Bombeiros de Pinhal Novo acorreram ao local com o veículo urbano de combate a incêndios (VUCI 02) e verificaram que o gás acumulado na zona era muito, o que gerou algum receio na população. Àquela hora, muitos dos residentes não estavam em casa, pelo que não ultrapassou a dezena e meia o número de pessoas que tiveram de ser evacuadas (trabalhadores de uma pizzaria e da redação do Jornal do Pinhal Novo, além de residentes nos prédios em redor).

Para o isolamento da área e evacuação da população, os bombeiros contaram com o apoio de dois piquetes da GNR local, que procedeu também ao corte do trânsito na zona. Foi ainda acionado o piquete da Setgás, a empresa responsável pelo abastecimento de gás canalizado, bem como o Serviço Municipal de Proteção Civil.

Após ter sido fechada a conduta geral do gás, o piquete da empresa procedeu à reparação do cano. A intervenção dos bombeiros concluiu-se com a medição da percentagem de gás existente no local, que permitiu certificar que estavam repostas as condições de segurança na zona.

Nestas situações, a maior preocupação consiste no perigo de explosão, devido ao risco de acumulação de gás. Quando esta acumulação ocorre no interior dos edifícios, por exemplo, o simples acto de tocar uma campainha ou acender a luz do prédio pode provocar uma explosão. Daí justificarem-se todas as precauções tomadas.

Fonte: Raúl Prazeres

Chamas voltaram à Arrábida

Os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo estão entre as onze corporações do distrito de Setúbal que, esta tarde, combatem um incêndio na Arrábida, que deflagrou entre a Aldeia da Piedade e Casais da Serra. Fonte deste Corpo de Bombeiros considera que a situação «está muito complicada».

«Está muito complicado. Os acessos, a vegetação densa e a topografia do terreno dificultam imenso o nosso trabalho», considera Vasco Marto, subchefe da corporação de Pinhal Novo, que esteve no local. Este operacional destaca ainda a temperatura como um dos maiores inimigos dos bombeiros, neste momento.

O incêndio, que deflagrou cerca das 15h40 desta quarta-feira na Arrábida, entre a Aldeia da Piedade e Casais da Serra, está a ser combatido por onze corporações de bombeiros e um helicóptero. Segundo fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, as oito primeiras corporações a serem mobilizadas para o local foram as de Palmela, Pinhal Novo, Sesimbra, Seixal, Moita, Salvação Pública (Barreiro) e Setúbal (sapadores e voluntários).

Segundo o balanço apresentado pelo SNBPC, às 17h30, o incêndio é considerado já de “grandes proporções” e está a ser combatido por 97 homens, auxiliados por 27 viaturas de 11 corporações e um helicóptero. A corporação de Pinhal Novo tem no local o Veículo Florestal de Combate a Incêndios e um Veículo Tanque de Grande Capacidade, com um total de oito bombeiros.

O incêndio está a devastar uma zona de vegetação de difícil acesso por meios terrestres e, às 17h30 de hoje, ainda não estava considerado circunscrito. Este fogo, na zona do Alandre, foi detetado pelo posto de vigia da Associação de Produtores Florestais do Distrito de Setúbal – Aflopes, atravessou a EN 379 e lavrou em direção à zona dos Picheleiros.

Os bombeiros tiveram de ordenar a evacuação do parque de campismo local. Uma segunda frente de fogo na Arrábida, na zona de Valongo, estava a lavrar numa zona de declive muito acentuado, segundo fonte da Aflopes, que estima em mais de 50 hectares a área já ardida.

Fonte: HR, c/ Agência Lusa

Perigo espreita com óleo na estrada

Esta manhã, um camião esvaziou por completo o depósito de óleo na EN 252, em pleno centro rodoviário de Pinhal Novo. Escassos minutos depois, o despiste de uma motorizada provocava a queda de um idoso. Foi apenas o primeiro de quatro acidentes resultantes do derramamento.

O incidente deu-se pelas 9h30, numa altura em que é especialmente denso o tráfego de trânsito na Estrada Nacional 252, que atravessa a vila de Pinhal Novo. Um pesado de mercadorias, que circulava no sentido Pinhal Novo-Montijo, começou a derramar óleo junto ao supermercado “Minipreço”. O condutor acabou por ver o depósito de óleo da viatura esvaziar-se completamente, escassos metros à frente, na paragem de autocarros da rotunda dos pinheirinhos (na foto).

Poucos minutos depois, um idoso caiu, em frente ao centro comercial “Pinô”, na sequência do despiste da motorizada em que seguia. Foi apenas o primeiro de dois despistes de velocípedes a motor, provocados pelo derramamento do óleo na via. Apesar de não terem sofrido ferimentos graves, os dois condutores foram transportados ao hospital de Setúbal. A situação provocou ainda a queda de dois peões, que não necessitaram de assistência hospitalar.

Como habitualmente neste tipo de situações, foi efetuado o corte da via e, além da atuação dos bombeiros – com o Veículo de Socorro e Assistência Tático (VSAT) e cinco homens – foi necessária a intervenção da proteção civil municipal, encarregue de espalhar pó de pedra ao longo da via e acionar uma lavadora mecânica para efetuar a remoção do resultado.

Na assistência aos acidentados e transporte ao hospital estiveram, ainda, envolvidas a viatura do INEM e a ambulância de socorro ABSC 01, com um total de quatro bombeiros.

Fonte: Helena Rodrigues (Texto e Foto), c/ Vasco Marto

Camião de carga vai ser transformado em autotanque

A corporação já lançou mãos à tarefa de recuperar o chassis de uma viatura DAF 2800, para posterior adaptação de um depósito de água. O objetivo é transformar o pesado de mercadorias num veículo tanque tático, que substitua o atual VTTU 01, ainda ao serviço.

As ajudas têm sido relevantes, mas nunca são demais. A primeira, deve-se à firma SOPOL, que recentemente ofereceu à Associação três veículos pesados que já não pretendia utilizar: duas viaturas DAF 2800 e outra DAF DAY 4400 (4×4).

Da primeira, pretende a corporação obter um novo veículo tanque tático; a segunda – explica o Comandante Fernando Pestana – vai servir para aproveitamento de acessórios, enquanto a terceira (equipada com caixa de carga e uma grua hidráulica de 3,5 toneladas) será utilizada para transporte de cargas.

O trabalho de recuperação do chassis da primeira DAF 2800 começou no Sábado, 25 de Junho, nas instalações da firma FJCR–Transportes de Mercadorias Lda., onde um grupo de voluntários da corporação procedeu à desmontagem da báscula e da caixa de carga. Além de ceder a sua oficina e ferramentas, aquela mesma empresa predispôs-se já a oferecer o trabalho de pintura do chassis e (a vermelho) da cabine da viatura, o que constitui uma ajuda preciosa que cumpre agradecer.

A Direção entrou, entretanto, na fase de orçamentação da construção de um tanque de 10 toneladas, em aço inoxidável, para equipar a viatura.

O reforço da operacionalidade na área do combate aos incêndios constitui uma das mais prementes reivindicações do corpo ativo, que insistentemente tem feito chegar ao Comando e Direção a sua preocupação pela atual insuficiência de meios.

Fonte: Helena Rodrigues, c/ Fernando Pestana

Oito focos de incêndio em 24 horas e «um gatinho» resgatado

Mais de uma dúzia de saídas para fogo marcaram os primeiros cinco dias do Grupo de Primeira Intervenção (GPI) dos Bombeiros de Pinhal Novo. Só entre o final de Sábado e o Domingo, oito focos de incêndio mobilizaram o Grupo nas zonas rurais da sua área de intervenção. Numa das situações, um animal em perigo foi resgatado.

Têm sido muitas as ocorrências de fogo rural dentro da área de atuação do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo, para que são mobilizados os operacionais que integram o GPI, desde 1 de julho. Esta terça-feira, ardeu o que restava da área de pinhal e mato na Salgueirinha, junto às portagens do Pinhal Novo. No combate às chamas, estiveram também envolvidas as corporações de Palmela e do Montijo.

Na sequência de outro foco de incêndio nesse mesmo local, no fim-de-semana, foram os bombeiros encontrar um animal em risco de ser apanhado pelas chamas. «O gatinho estava numa estradinha rente ao fogo, no meio do fumo», conta um dos operacionais. Resgatado pela equipa, o animal acabaria por ser adotado por Serafim Neves, Chefe da corporação.

Os Bombeiros estão a mobilizar para estas situações, prioritariamente, o VFCI e o autotanque VTTU, assim como o VUCI 01 e o VTGC 02 da corporação. Todavia, como já foi aqui amplamente referenciado (Reler Notícia), a corporação continua a reivindicar mais meios de combate a incêndios, que possam reforçar a sua capacidade operacional e concorrer para a própria motivação dos seus elementos.

No distrito de Setúbal, e até agora, a situação de maior gravidade ocorreu na tarde desta terça-feira (5 de Julho), na Herdade da Apostiça, no concelho de Sesimbra. O incêndio foi dado como extinto às 17h50, informou o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal. Segundo a fonte, o incêndio começou cerca das 16h00 e foi combatido por 23 viaturas e 74 bombeiros das corporações de Almada, Seixal, Sesimbra e Cacilhas. O fogo florestal esteve próximo das instalações militares da NATO, mas não as atingiu.

Fonte: HR c/ Leonel Barradas (e Agência Lusa)

Para o ano há mais… Festas!

Milhares de pessoas, pinhalnovenses ou visitantes de outras localidades, não resistiram a sair para a rua e fazer a 9ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo – que decorreu de 7 a 12 de junho, de diversas maneiras, noites e madrugadas fora. Os bombeiros andaram por todo o lado: em funções, ou nem por isso. A fanfarra da corporação destacou-se na procissão de domingo (na foto).

O OUTRO LADO DOS BOMBEIROS… NAS FESTAS

1. No stand institucional dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, o cadete Francisco Palmela e o aspirante Artur Barreira foram anfitriões incansáveis, a acorrer a pequenos acidentes, a distribuir propostas de sócio e a propor ideias para o reforço da implementação local da Associação. Francisco Palmela insiste que os bombeiros devem organizar bailes no salão (para prolongar o espírito das Festas?). Artur Barreira trocou, na noite de sábado, a farda de bombeiro pela de marchante (nas Marchas Populares). Outros bombeiros e membros da fanfarra fizeram o mesmo.

2. Os manuais de jornalismo ensinam que notícia é um homem morder um cão. Portanto, o que aconteceu numa das noites das Festas não constitui notícia. Mas a verdade é que uma visitante foi mordida por um cão! Os bombeiros estavam lá e assistiram-na.

3. Nas largadas, a participação dos bombeiros não se resume a ficar de prevenção com uma ambulância e fazer alguns curativos. Dentro do recinto onde são largados os touros (em pontas), vários elementos da corporação mostravam um outro lado da sua coragem. Entre comes e bebes, servidos ali mesmo – numa construção rudimentar montada no centro da “arena” – pelo bombeiro António Barradas.

4. Mas há mais das largadas. Empoleirado em cima da camioneta que transporta os touros, com uma boina bem diferente do bivaque habitual, quem soltava os animais era o bombeiro Rudi Matos. Pelo que se viu, “o carteiro mais veloz do Pinhal Novo”, e habitual organizador das largadas, já encontrou um sucessor à altura.

5. Fernando Pestana, o comandante da corporação, não gosta de comer entremeadas no meio do pó. Por isso, preferiu terminar as noites das Festas no espaço dos motards, onde a caipirinha era rainha. Aí, sobressaiu a hospitalidade do bombeiro Paulo Costa (e esposa), grande amante das duas rodas (além dos carros de incêndio) e que confessou ter uma relação difícil, isso sim, com outro tipo de veículos: as ambulâncias!

6. Grande dançarino de bailes populares revelar-se-ia o bombeiro António Oliveira. Pois é! O bailarico na noite da sardinha assada, no polidesportivo do Jardim José Maria dos Santos, esteve bastante animado e a corporação esteve muito bem representada.

7. Na derradeira noite do fogo-de-artifício, também as faixas refletoras dos fatos dos bombeiros e os capacetes reluziram em todo o seu esplendor. Como medida de prevenção, os bombeiros de serviço apontaram a mangueira à tenda que abrigou uma exposição sobre o 25 de Abril e encharcaram-na. A tenda estava demasiado perto do arsenal para o artifício, na Praça da Independência, e o objetivo foi arrefecer o material combustível, não fosse o diabo tecê-las. Mais longe, no quartel, alguém sabe como estaria, debaixo daquele barulho todo, a pobre da cadela Labaredas? Tadinha…

ESTE FOI O PROGRAMA DAS FESTAS 2005

Terça-feira, 7 de junho
20h30: Inauguração Oficial das Festas Populares de Pinhal Novo – Pelas ruas das Festas
21h00: Abertura da Exposição “Objetos e Memórias da Cultura Caramela” – Átrio da Biblioteca Municipal
21h30: Abertura da Exposição “Trinta Anos do 25 de Abril no Concelho de Palmela” – Praça da Independência
21h30: Rancho Folclórico da Palhota e Venda do Alcaide – Palco do Polidesportivo
22h00: Concerto pela Banda da S.F.U.A. – Palco do Coreto
22h30: Discovery – Pátio Caramelo
23h00: Rui Veloso – Palco da Praça da Independência
00h00: Largada de Touros – Junto às bombas da Repsol
00h30: Fogo de Artifício – Praça da Independência

Quarta-feira, 8 de junho
09h00: Arruada pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira – Pelas ruas da vila
21h30: Grupo Folclórico Danças e Cânticos dos Olhos de Água – Palco do Polidesportivo
22h30: Fox-trott – Pátio Caramelo
23h00: Noite da Popular FM, com Ronalda, Ana Rita, Dom Kika, Canta Brasil – Palco do Coreto
00h00: Largada de Touros – Junto às bombas da Repsol

Quinta-feira, 9 de junho
09h00: Arruada pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira – Pelas ruas da vila
21h30: Rancho Folclórico Os Rurais da Lagoa da Palha e Arredores – Palco do Polidesportivo
23h00: Marco Paulo – Palco da Praça da Independência
23h00: Ferro & Fogo – Pátio Caramelo
00h00: Largada de Touros – Junto às bombas da Repsol

Sexta-feira, 10 de junho
09h00: Arruada pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira – Pelas ruas da vila
10h00: Largada – Junto às bombas da Repsol
10h30: Torneio de Judo – Pavilhão Desportivo Municipal
15h00: Colóquio Prevenção Rodoviária – Auditório Municipal
21h00: Rancho Folclórico da Herdade de Rio Frio e Rancho Folclórico Danças e Cantares do Verde Minho – Palco do Polidesportivo
22h00: Música Popular Portuguesa com os Grupos Corais Pluricoop, A.R.P.I., S.F.U.A., Ausentes do Alentejo e Vozes da Planície – Palco do Coreto
23h00: Shakra – Pátio Caramelo
00h00: Sardinhada – Polidesportivo José Maria dos Santos
00h00: Largada de Touros – Junto às bombas da Repsol

Sábado, 11 de junho
09h00: Arruada pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira – Pelas ruas da vila
09h30: Torneio de Basquetebol – Pavilhão Desportivo Municipal
10h00: Largada – Junto às bombas da Repsol
22h00: Atuação das Marchas Populares, com Marchas da Pluricoop, Associação de Reformados, Amigos de Baco e Associação “Os Martelos” – Polidesportivo José Maria dos Santos
22h30: Rodies – Pátio Caramelo
23h30: Grande Noite do Fado, com Jorge Fernando, Maria José Valério, entre outros – Palco do Coreto
00h00: Largada de Touros – Junto às bombas da Repsol

Domingo, 12 de junho
09h00: Arruada pelos Gaiteiros do Círio da Carregueira – Pelas ruas da vila
10h00: Largada – Junto às bombas da Repsol
15h00: 5º Torneio de Natação – Piscina Municipal
15h30: Procissão em Honra de São José
18h00: Cortejo Etnográfico “Artes e Ofícios”
21h00: Grupo de Sevilhanas da Casa do Povo de Pinhal Novo – Palco da Gastronomia
21h30: Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo – Palco do Polidesportivo
22h30: Quadrilha – Palco da Praça da Independência
22h30: Rockolicos – Pátio Caramelo
00h00: Largada de Touros – Junto às bombas da Repsol
00h30: Fogo de Artifício – Praça da Independência

CRONOLOGIA DOS PRIMEIROS TEMPOS DAS FESTAS

1997
9 de abril – Reuniu-se pela 1ª vez, na sede da Junta de Freguesia de Pinhal Novo, uma comissão com o propósito de realizar uma festa popular anual em Pinhal Novo. O nome de José Carreira Agostinho (ex-presidente da Junta de Freguesia de Pinhal Novo) ficaria para sempre ligado à “paternidade” do projeto.
10 de junho – Concretizam-se as Festas Populares de Pinhal Novo. No 1º dia de festa, Marco Paulo atua no Campo Santos Jorge.
11 de junho – Tem lugar a 1ª Largada de Touros das Festas.
13 de junho – Espetáculo com “Ritual Tejo”.
14 de junho – 1ª Corrida de Touros das Festas Populares de Pinhal Novo.
15 de junho – O Cortejo Etnográfico sai às ruas da vila. A 1ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo encerra com um espetáculo de fogo de artifício.

1998
9 de junho – Abertura da 2ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo. Espetáculo “Gala Caramela”.
12 de junho – Sara Tavares e os “Shout” atuam no palco instalado no lago do Jardim José Maria dos Santos.
13 de junho – Espetáculo com “Sétimo Céu”. Marchas populares. Grande Noite do Fado.
14 de junho – Uma locomotiva a vapor do início do século reconstitui a viagem do Poceirão até à Estação dos Caminhos de Ferro do Pinhal Novo, onde é recebida em festa. O Cortejo Etnográfico volta às ruas. Encerramento da 2ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo.

1999
8 de junho – Inauguração da 3ª edição das Festas. Espetáculo com Mónica Sintra.
10 de junho – Realiza-se o 1º Grande Prémio de Atletismo das Festas Populares.
11 de junho – Os “Silence 4” atuam para milhares de pessoas no Campo Santos Jorge; foi o maior espetáculo de massas que se viu em Pinhal Novo.
12 de junho – É inaugurado um Monumento ao Ferroviário na Praça da Independência, frente à Biblioteca Municipal.
13 de junho – Cortejo Etnográfico. Espetáculo de Música Popular Portuguesa com “Ronda dos Quatro Caminhos”. Encerramento da 3ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo.

2000
8 de junho – Começa a 4ª edição das Festas. É inaugurada uma exposição de material ferroviário no armazém da estação dos caminhos de ferro. O duo “Anjos” enche o campo de futebol do Clube Desportivo Pinhalnovense.
9 de junho – A digressão de 2000 dos “GNR” passa pelo Pinhal Novo.
10 de junho – 2ª Corrida de Atletismo. Corrida de Toiros.
11 de junho – Uma procissão em honra de S. José, padroeiro da vila de Pinhal Novo, é integrada no programa das Festas. A piscina municipal recebe o 1º torneio de natação das Festas Populares. Mais uma vez, o Cortejo Etnográfico e as Marchas Populares animam as ruas da vila.
13 de junho – É instalada no Jardim José Maria dos Santos uma “grua de água” – engenho que, nas estações dos comboios, abastecia de água as locomotivas a vapor. As Festas Populares 2000 encerram com fogo de artifício.
29 de junho – Os sócios fundadores da Associação Festas Populares de Pinhal Novo – Desenvolvimento e Cultura Local comparecem no Cartório Notarial de Palmela para outorgarem a escritura que constitui a Associação.
16 de agosto – Publicação dos estatutos da Associação no Diário da República (III Série).
6 de novembro – Realiza-se, na sala de sessões da Junta de Freguesia de Pinhal Novo, a Assembleia Geral constituinte da Associação Festas Populares de Pinhal Novo – Desenvolvimento e Cultura Local.

7 a 12 de junho de 2005
A Associação Festas Populares de Pinhal Novo – Desenvolvimento e Cultura Local, sob a direção de Luís Fernandes, organizou a 9ª edição das Festas Populares de Pinhal Novo

2006
As Festas Populares de Pinhal Novo completam 10 anos de vida

Fonte: Helena Rodrigues (Textos); Flávio Andrade (Foto) – http://www.flankus.com

Uma semana com bombeiros de Cabo Verde na Galeria de Fotos

Já estão disponíveis aqui as melhores fotos da formação inicial de bombeiros de 3ª classe, na Cidade de São Filipe, na ilha do Fogo. O Adjunto de Comando dos BV Pinhal Novo participou na missão, como formador,

Os Bombeiros de Pinhal Novo, Palmela e Águas de Moura estão a participar numa missão técnica em São Filipe, na ilha do Fogo – Cabo Verde, que teve início em 30 de maio. A missão enquadra-se no protocolo de colaboração entre os municípios de São Filipe e de Palmela e visa ministrar formação inicial para bombeiros de 3ª classe. A primeira parte da formação – em que participou, como formador, o Adjunto de Comando dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, Raúl Prazeres – já terminou.

Só após esta formação – o projeto tem a duração total de três semanas e está dividido em três fases – o Corpo de Bombeiros Voluntários de São Filipe se tornará uma realidade, uma vez que a cidade ficará dotada de um grupo de bombeiros de 3ª classe. O objetivo da missão é, assim, a criação de uma corporação de bombeiros voluntários naquela cidade da ilha do Fogo.

Esta missão surge no contexto do protocolo de colaboração existente entre os municípios de Palmela e de São Filipe. No âmbito deste protocolo, já se tinha deslocado a Cabo Verde, em setembro de 2001, uma delegação da Proteção Civil Municipal de Palmela, composta por oito elementos, entre os quais o Adjunto de Comando dos BV Pinhal Novo. As corporações do concelho têm vindo também a colaborar no equipamento gradual dos bombeiros de São Filipe.

«Aqui em Cabo Verde está-se bem…»

Raúl Prazeres encontrou-se, assim, de regresso a São Filipe, quatro anos depois. Da primeira experiência em Cabo Verde, «bastante enriquecedora», recorda a «grande força de vontade para receber formação e muita participação» dos candidatos a bombeiros. A principal dificuldade sentida na altura foi mesmo a carência de meios.

Desta vez, o Adjunto de Comando deu formação a duas turmas de 12 formandos, na área dos incêndios: fogos florestais, fogos urbanos e industriais, fenomenologia da combustão e proteção individual. «A ilha do Fogo é uma ilha vulcânica, com pouca vegetação, portanto a realidade aqui é uma e lá é outra», sublinha Raúl Prazeres.

O CB de Pinhal Novo vai ainda colaborar nesta missão através da participação da Adjunta de Comando Equiparada, Helena Joaquim. A enfermeira vai ministrar formação básica de socorrismo (curso de Tripulante de Ambulância de Transporte) àqueles que vão ser os primeiros bombeiros de São Filipe.

Fonte: Helena Rodrigues (Texto); Raúl Prazeres, em Cabo Verde (Fotos)

Jornalistas foram bombeiros por uma tarde

Vinte jornalistas tiveram uma aula prática com fogo real, na tarde de 11 de maio, no Centro de Formação da Lousã da ENB. Vestiram a farda, lançaram-se no combate e sentiram-se bombeiros. As “figuras” que a “Brigada Jornalística de Combate a Incêndios Florestais” andou a fazer já podem ser apreciadas na Galeria de Fotos.

Nada melhor para os repórteres que têm de fazer a cobertura informativa dos incêndios, do que sentirem um bocadinho na pele as dificuldades de ser bombeiro. Neste caso, a primeira dificuldade que se deparou aos voluntariosos jornalistas que se deslocaram à Lousã foi mesmo o equipamento.

Distribuído à chegada à Escola Nacional de Bombeiros, depois de várias horas de caminho (o autocarro fez a viagem entre Lisboa e a Lousã muito devagarinho), o equipamento tinha tudo, menos botas. Só mesmo uma jornalista da RTP Faro teve direito a um par de botas de bombeiro, já que as suas (pontiagudas e de salto finíssimo) eram manifestamente desaconselháveis para os trabalhos.

E que trabalhos! Divididos em dois grupos, um ficou com o material sapador e fartou-se de cavar para afastar das chamas a densa matéria combustível; o outro, experimentou as delícias da mangueira e dos extintores dorsais (que também servem para molhar os colegas).

Os repórteres fotográficos presentes (da Agência Reuters e do grupo de imprensa regional de Setúbal “Sado 2000”), preferiram trabalhar com as suas câmaras. O mesmo fez a equipa do programa televisivo “Vida por Vida”, apesar do repórter Sérgio Costa não ter deixado de vestir o fardamento (a ele e à editora deste site as calças chegavam pouco abaixo dos joelhos; «parece que vamos à pesca», diziam).

«A introdução a este tipo de matérias deveria ser obrigatória para todas as pessoas, desde a primeira infância», salientou a jornalista freelancer Luísa Ribeiro à reportagem do jornal “Trevim”, da Lousã. A aula prática com fogo real foi o culminar de um seminário destinado a jornalistas, sobre o tema «Incêndios e Cobertura Jornalística», promovido pelo Cenjor (Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas) em colaboração com a Escola Nacional de Bombeiros.

O curso teve a duração de 20 horas, incluindo três sessões de carácter teórico sobre incêndios florestais (com a Engª. Verónica Catarino, formadora da ENB), incêndios urbanos e industriais (com o formador da ENB, Eng. Carlos Ferreira de Castro) e a organização operacional na luta contra os incêndios (com a participação de Gil Martins, Comandante do CNOS, e Duarte Caldeira, Presidente do Conselho Executivo da LBP e da Direção da ENB).

Fonte: Helena Rodrigues (Texto); Luísa Ribeiro (Fotos) – Na Lousã

Queda de grua provoca um ferido ligeiro

A queda de uma grua, numa obra de construção civil em Pinhal Novo, provocou um ferido ligeiro, na tarde de sexta-feira, 27 de maio. O jovem ficou semi-encarcerado debaixo da estrutura.

O acidente de trabalho ocorreu numa obra de construção civil junto às piscinas de Pinhal Novo. Por razões que não foi possível aos Bombeiros esclarecer, a queda da grua fez com que um trabalhador ficasse semi-encarcerado debaixo da estrutura.

O jovem foi assistido no local pela equipa de emergência pré-hospitalar dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo e transportado ao hospital de Setúbal.

No local, além da ambulância do INEM sediada na corporação, esteve o veículo de salvamento e desencarceramento (VSAT), com seis homens.

Fonte: Raúl Prazeres e António Oliveira (Foto por telemóvel)