Reabilitação do edifício Santa Rosa, no Pinhal Novo, adjudicada

Projeto inicia em breve e espera melhorar as condições de uso e possibilitar novas valências.

O edifício Santa Rosa, localizado no Pinhal Novoconcelho de Palmela, vai ser requalificado. A empreitada representa um custo total de 51.588,57 € e já foi entregue a uma empresa de construção para iniciar a obra, em breve.

Segundo a vereadora Fernanda Pésinho, o projeto vai respeitar as características “arquitetónicas do edifício”, “valorizá-las e adaptá-las a novos usos”, procurando ainda melhorar a eficiência “energética” do espaço.

O edifício Santa Rosa “ocupa um importante lugar na vida cultural de uma vila e na memória coletiva da comunidade”, disse a vereadora, na última reunião ordinária da Câmara Municipal de Palmela, a 13 de novembro.

O espaço Santa Rosa, localizado na freguesia de Pinhal Novo, foi fundado nos 40, e alberga o grupo ATA- Ação Teatral Artimanha e o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Pinhal Novo. 

Fonte: Diário do Distrito

Comboios da Fertagus passam a circular a cada 20 minutos, aliviando sobrecarga nos autocarros para Lisboa

A Fertagus reduzirá o intervalo dos comboios entre Setúbal e Lisboa para 20 minutos, beneficiando milhares de passageiros.

A partir de meados de dezembro, os comboios da Fertagus vão passar a circular entre Setúbal e Lisboa a cada 20 minutos, uma melhoria que responde à elevada procura de transporte público na região. Até agora, as composições circulavam com intervalos de meia hora durante as horas de ponta e de hora a hora nos períodos restantes. Esta alteração alivia a pressão sobre as carreiras rodoviárias da Carris Metropolitana, que viram um aumento de passageiros no início deste mês.

A informação é avançada pela Câmara Municipal de Setúbal, que destaca os esforços conjuntos entre a autarquia, o Ministério das Infraestruturas e a Infraestruturas de Portugal (IP). A autarquia explicou que a medida resulta de várias reuniões e insistências junto da empresa Fertagus, pertencente ao Grupo Barraqueiro, que opera esta ligação ferroviária vital entre Setúbal e Lisboa, com paragens nas localidades de Palmela, Venda do Alcaide, Pinhal Novo, Penalva, Coina, Fogueteiro, Foros de Amora, Corroios e Pragal.

A Câmara de Setúbal considera que o novo intervalo de 20 minutos assegurará uma mobilidade ferroviária mais eficiente, beneficiando os munícipes que se deslocam para a capital e para outros concelhos da Península de Setúbal. Atualmente, os comboios partem de Setúbal com um intervalo de meia hora entre as 5h48 e as 8h58, e a cada hora durante o restante dia, retomando a frequência de meia hora entre as 17h58 e as 20h58.

Além desta medida, a Câmara de Setúbal salienta ter aproveitado para reafirmar uma reivindicação adicional: a extensão do serviço da Fertagus até à estação de Praias do Sado. Esta extensão, será uma mais-valia para os alunos e professores do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que atualmente precisam de trocar de transporte na estação principal e utilizar o serviço da CP — Comboios de Portugal.

Ficando a promessa de manter negociações ativas para alcançar este objetivo.

Fonte: Diário do Distrito, Foto:  DR – Fertagus

Milhares de alunos e professores com problemas nos kits digitais

Há pais indignados, alunos que não conseguem fazer trabalhos de casa, professores que não conseguem cumprir planos de aula e docentes que não conseguem trabalhar em casa. No início do ano letivo, o Governo deu ordem às escolas para recolher os hotspots dos professores e deu continuidade à medida do anterior executivo de restringir a atribuição de hotspots a apenas alguns alunos

O filho de Ana Isabel Cabrita tem usado “a Internet de casa” para as pesquisas e para os trabalhos que os professores mandam fazer fora do horário escolar. Por isso, só há cerca de três semanas se apercebeu que estava sem acesso à Internet no hotspot que lhe tinha sido fornecido no ano anterior, quando lhe entregaram o kit digital, disponibilizado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

“Uma professora pediu para levar o computador. Na véspera, tentámos ligar o computador com a ligação ao hotspot e percebemos que não tinha Internet. Fui à secretaria no dia seguinte e perguntaram-me se ele tinha escalão e mostraram-me um documento de meados de agosto que dizia que só os alunos que tinham escalão é que tinham acesso à Internet”, conta Ana Isabel, em declarações à CNN Portugal.

O filho de Ana Isabel apercebeu-se da falta de material em casa, mas teve colegas que só deram conta em plena sala de aula, quando a professora os mandou fazer um trabalho que exigia conectividade nos computadores e que a própria rede da escola não era capaz de suportar. “O que a professora na altura me disse é que nem os próprios professores têm acesso à Internet da escola, porque a rede WiFi é muito fraca. Essa professora, quando usa Internet nas aulas, é com acesso à própria Internet”, acrescenta a encarregada de educação.

No início deste ano letivo, as escolas foram confrontadas com uma ordem para pedirem a devolução dos hotspots de Internet aos professores. Quanto aos alunos, o anterior governo já tinha decidido, em novembro de 2023, que só os alunos com escalão de ação social escolar e, portanto, mais carenciados, continuariam a ver incluído no kit digital uma ligação à Internet. O atual Executivo deu seguimento à medida e acrescentou à lista de alunos prioritários para receberem a ligação móvel à Internet os “alunos abrangidos pelo projeto-piloto ‘Manuais Digitais’ e os “alunos que realizem provas em suporte digital”.

As especificações constam da resolução de Conselho de Ministros 103-C/2024, de 16 de agosto deste ano, que autoriza “a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) a realizar a despesa com a aquisição de serviços de conectividade, durante os meses de outubro a dezembro de 2024 e os meses de janeiro a junho de 2025, correspondentes ao ano letivo de 2024/2025, até ao montante máximo de € 31.526.033,40”, mais IVA. O mesmo documento prevê ainda que, “em cada sala de aula”, seja disponibilizado “um dispositivo de conectividade nos ensinos básico e secundário dos estabelecimentos de ensino públicos”.

“Medida contraditória” e “retrocesso”

Contudo, se há escolas onde a intervenção com vista à melhoria da rede está a ser feita, há ainda muitas que não viram a cor aos novos dispositivos. “Ainda que esteja presente na resolução do Conselho de Ministros, não está a ser aplicado em todas as escolas. É uma medida que não está a ser equitativa em todas as escolas. Há escolas onde os professores continuam a usufruir do hotspot individual, outras não. Há escolas que já foram modernizadas nesta matéria e outras não”, conta Cristina Mota, porta-voz do movimento cívico Missão Escola Pública (MEP) e professora de Matemática na Escola Secundária do Pinhal Novo.

Enquanto professora e diretora de turma, Cristina Mota tem sido confrontada com a indignação de muitos pais e com a frustração de colegas que não conseguem cumprir o planeamento: “Na disciplina de Matemática, por exemplo, entraram em vigor este ano, as novas aprendizagens essenciais. Há aulas previstas para fazer um projeto com recurso à Internet em sala de aula. Muitos professores não estão a conseguir cumprir as planificações porque não conseguem colocar todos os alunos a aceder à Internet”.

O MEP fala em “retrocesso de procedimentos” e “medida contraditória” em relação ao discurso do ministro Fernando Alexandre de avançar no processo de digitalização das escolas. “Não se compreende. Se o digital dependeria de verbas do PRR e se continua a haver verbas do PRR, porque é que há este retrocesso?”, questiona ainda Cristina Mota.

“Desigualdades”

Ana Isabel Cabrita considera também que a medida de atribuir a ligação à Internet apenas a alguns alunos é “injusta” e potencia “desigualdades”: “Na turma do meu filho, os alunos com ação social escolar conseguem fazer os trabalhos. O meu filho e os outros que não têm escalão não conseguem”. “Não é justo pedirem ao meu filho para levar o computador para a escola e ele não poder fazer os trabalhos por falta de Internet”, contesta.

Nuno Reis é diretor do Agrupamento de Escolas de Portela e Moscavide e alerta para outra “desigualdade” acentuada pela medida. “Somos um agrupamento com escolas carenciadas de professores e temos muitos professores deslocados. Chegam aqui, alugam um quarto ou uma casa e não vão fazer mais um contrato de Internet. A maioria já tem de arcar com as despesas da casa que deixou na terra de origem. Estes professores não têm como trabalhar em casa”, nota.

“Esta nova lógica do ministério diz que a escola tem Internet e, para aceder à Internet, o professor vai à escola. Ora, os professores estariam mais concentrados e até mais confortáveis a trabalhar no seu quarto ou na sua casa, mas têm de ir para a escola, porque precisam de Internet para trabalhar e não têm”, acrescenta, rematando com a esperança de que “haja um recuo nessa medida”.

Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) concorda com a encarregada de Educação Ana Isabel e com o diretor Nuno e contesta o fim da ligação à Internet nos kits digitais da maioria dos alunos e dos professores. “Fora das exceções decretadas pelo Governo ficarão milhares de alunos que muitas vezes têm mais necessidades que muitos dos que usufruem de escalão de ação social escolar. Espero que o Governo esteja a trabalhar para que os outros alunos tenham Internet em suas casas. E também que todos os professores possam ter acesso à Internet fora das escolas, incluindo os professores deslocados”, sublinha.

Muitos alunos sem computador

Mariana Carvalho, presidente da Confederação das Associações de Pais (Confap) sublinha que não tem recebido queixas sobre o fim da ligação à Internet nos kits digitais e deposita confiança na palavra do Governo de que o processo de modernização da rede nas escolas estaria completo “em breve”. Mas alerta para o facto de muitos alunos não terem sequer acesso ao kit digital. “Há muitos casso em que o kit digital não existe. Há alunos do primeiro ciclo que entregam o kit no final do ciclo ou cujo computador avariou e não há kits disponíveis para lhes atribuir”, denuncia, acrescentando que está prevista uma reunião com o MECI para debater especificamente este assunto.

À semelhança da representante dos pais, também Filinto Lima destaca que há falta de computadores funcionais para atribuir aos alunos e que, em contrapartida, as escolas se veem a braços com centenas de computadores avariados que não podem ser usados. “Às vezes são avarias fáceis de resolver e que seriam muito mais baratas de reparar se isso fosse feito dentro da escola. Temos de insistir na ideia de as escolas poderem ter técnicos para fazer a manutenção deste material digital”, sublinha o dirigente escolar.

A CNN Portugal contactou o Ministério da Educação para pedir esclarecimentos sobre a recolha de hotspots de professores e questionar se o fim da ligação à internet nos kits digitais seria para manter, mesmo nas escolas que ainda não foram intervencionadas. Mas, até ao momento da publicação deste artigo, não obteve resposta.

Fonte: CNN Portugal

Se utiliza os comboios, esta notícia é para si

IP e CP realizam inquéritos

Se é um utilizador de transportes ferroviários, fique a saber que a sua opinião pode vir a ser pedida.

Entre os dias 7 de novembro e 14 de dezembro, a Infraestruturas de Portugal e CP – Comboios de Portugal, responsável pela rede ferroviária, vai realizar entrevistas a bordo dos comboios e em várias estações ferroviárias, através do ‘Estudo de Satisfação de Clientes’.

O estudo pretende aferir a qualidade do serviço ferroviário prestado, e as entrevistas, que têm como objetivo identificar necessidades e expetativas dos Clientes, serão realizadas a bordo dos comboios e em várias estações ferroviárias, de norte a sul do país, pela empresa RHmais, cujos entrevistadores estarão devidamente identificados e credenciados.

A Infraestruturas de Portugal indicou no seu site as estações onde serão realizados os inquéritos, sendo que no distrito de Setúbal estas são: Barreiro: Linha do Alentejo; Lavradio: Linha do Alentejo; Pinhal Novo: Linha do Sul; Setúbal e Linha do Sul.

Fonte: Diário do Distrito

Residência Sénior dos Ferroviários avança para construção de segundo edifício

Novo espaço está no horizonte da instituição. Os primeiros passos junto da Câmara de Palmela, para a cedência do terreno, já foram dados

Os responsáveis da Residência Sénior dos Ferroviários de Pinhal Novo – a celebrar seis anos de atividade – acreditam que a instituição pode continuar a crescer com a construção de um novo edifício, perto do atual. Trata-se de uma área com 2500 m2 onde poderão ser alocadas até 60 camas.

Um aumento significativo que, no imediato, iria dar resposta quase total à lista de espera da atual unidade. Uma boa notícia para potenciais utentes que desesperam por um lugar onde possam passar o resto das suas vidas com tranquilidade e qualidade de vida.

Este é um passo que, revelou a O SETUBALENSE o vice-presidente da direção da Associação dos Lares Ferroviários, foi ponderado com extrema responsabilidade. Manuel Ribeiro explica que, por enquanto, ainda é um sonho, mas “estamos confiantes porque temos o conhecimento e a capacidade para avançar com este segundo projeto da instituição. As coisas têm de começar por algum lado. O atual espaço demorou 20 anos a ser concretizado, mas acredito que este demorará muito menos. Não queria terminar o meu mandato, que ainda tem mais três anos, sem deixar tudo mais ou menos preparado”.

Em termos de timing, Manuel Ribeiro admite que ainda há um caminho longo a percorrer. Vai depender, diz, de quando o terreno for cedido pela Câmara de Palmela. “Espero que isso aconteça ainda no decorrer deste mandato autárquico. Será feito o projeto. Depois de aprovado, apresentaremos a sua candidatura a apoios comunitários ou do próprio Estado”.

Com o ano a terminar, Manuel Ribeiro faz um balanço positivo da atividade do Lar: “Foi um ano bastante bom. Conseguimos levar a cabo alguns projetos internos que tínhamos planeado. É também um ano de mudança estratégica. Estamos a consolidar algumas alterações que tínhamos em mente, que não pudemos concretizar devido à pandemia. Já abrimos a nossa sala de convívio às visitas, retomando assim o pré-covid com as visitas a serem feitas na sala de estar dos nossos idosos”.

“Hoje em dia já somos uma voz que se faz ouvir”

Em termos globais, Manuel Ribeiro fala num projeto perfeitamente consolidado e estabilizado, financeira e socialmente, em apenas seis anos de atividade. “A gestão é muito criteriosa, temos as nossas contas completamente equilibradas, temos as nossas mensalidades em dia com a entidade bancária, temos algum fundo de maneio que nos permitirá dentro de algum tempo amortizar o empréstimo que na altura foi perto de 1 milhão de euros que contraímos. Neste momento podemos dizer que a Residência Sénior dos Ferroviários de Pinhal Novo está completamente consolidada, temos a casa cheia com um quadro de pessoal completo, com formação constante para que os nossos colaboradores estejam cada vez mais habilitados para cuidar dos nossos idosos”.

– PUB –

Atualmente, sublinha, “já somos uma voz que se faz ouvir. Durante algum tempo a Residência Sénior dos Ferroviários de Pinhal Novo era uma ilha isolada de toda a realidade social do concelho de Palmela. Deixou de o ser e neste momento fazemos parte e integramos tudo o que é a área social do concelho. Já somos uma referência, dito por alguns governantes, nesta área. Esta mudança, verificou-.se com a comparticipação ativa do anterior diretor Álvaro Rebelo e com todos os restantes colaboradores a que deixo um bem-haja”, conclui.

Rita Tapadinhas, nova diretora técnica promete fazer mais e melhor

Foi a meio do passado mês de Outubro que Rita Tapadinhas assumiu o cargo de diretora técnica do Lar dos Ferroviários. Mulher da terra, diz que sempre ouviu falar muito bem da instituição e que foi com “muito orgulho” que recebeu o convite. “Agradeço à direção por me ter dado este desafio que estou a adorar e espero corresponder às expectativas”.

Apesar de encontrar uma casa “que, tal como nos caminhos de ferro, está a rolar, há muita margem para trabalhar no sentido de fazer mais”. A equipa, acrescenta, “é excelente. A ideia é abrir e construir mais em função dos utentes que é a parte essencial desta casa, mas também fazer tudo para que as famílias fiquem descansadas. É muito importante saberem que os seus familiares estão aqui muito bem”.

Na prática, Rita Tapadinhas quer implementar mais atividades, mais dinâmicas com os idosos, criando outras valências. “Também dar ainda mais formação aos nossos colaboradores para que eles continuem a manter-se atualizados. E isso, para mim, é fundamental”.

Com pouco mais de duas semanas no cargo, está satisfeita com o feedback de colaboradores e direção em relação às alterações que já introduziu no dia-a-dia do Lar. “Já começámos a alterar algumas coisas e o feedback dos colaboradores é muito positivo. A melhoria contínua é uma coisa muito importante. É essa mentalidade que quero incutir em todos”.

Com a experiência acumulada, e olhando em redor, Rita Tapadinhas aponta as mais-valias do Lar neste sector. “O que diferencia o Lar é a competência das pessoas que aqui trabalham e a gestão que, nomeadamente, o vice-presidente tem feito. Outra coisa que destaco é a qualidade das instalações, a qualidade do serviço prestado e a limpeza, para mim duas coisas fundamentais”, finaliza.

Fonte: O Setubalense

Apenas 59% das crianças estão devidamente protegidas quando viajam de carro

Os acidentes rodoviários são a primeira causa de morte acidental de crianças e jovens em Portugal, segundo o Relatório de Avaliação – 30 anos de Segurança Infantil em Portugal, lançado em 2022.

Só 59% das crianças estão devidamente protegidas quando viajam de carro. Esta é uma das conclusões do mais recente estudo de Observação de Transporte de Crianças no Automóvel, que a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) realiza de três em três anos.

Os sistemas de retenção para crianças têm um taxa de utilização correta de apenas 68,5% e quase 14% das crianças viaja em autoestradas sem qualquer forma de retenção, ou seja, sem cadeirinha ou cinto de segurança.

Quanto à recomendação de que as crianças até aos três anos devem viajar voltadas para trás, apenas é cumprida por 38% das famílias.

Os acidentes rodoviários são a maior causa de morte acidental de crianças e jovens em Portugal.

Os acidentes rodoviários são a primeira causa de morte acidental de crianças e jovens em Portugal, segundo o Relatório de Avaliação – 30 anos de Segurança Infantil em Portugal, lançado em 2022.

A recolha de dados, com vista à realização da edição deste ano, foi efetuada no dia 14 de julho, nas Portagens de Alverca, Grijó e Pinhal Novo.

Fonte: SIC Notícias

Conservação e Manutenção de Caminhos Florestais – Proteção Civil

ℹ A conservação e manutenção de caminhos florestais é um dos maiores focos para o Município de Pedrógão. Estamos a executar o programa de gestão da Rede Viária Florestal, integrado no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, com o objetivo de garantir a acessibilidade em segurança aos proprietários e operadores florestais, assim como aos meios de combate a incêndios. Esta iniciativa visa antecipar riscos, prevenir incêndios, garantir a segurança de pessoas e bens, e conservar os caminhos florestais.

✔ Através desta execução, estamos a preparar-nos para o Verão, assegurando condições ideais para o combate a incêndios e a proteção da nossa floresta. As necessidades para a estação mais quente do ano preparam-se no Inverno. É fundamental garantir a acessibilidade e a conservação dos caminhos florestais, contribuindo para a segurança de todos os que usufruem deste recurso natural.

🚜🍃 Juntos, podemos criar um ambiente mais seguro e preservar a nossa floresta. O Município de Pedrógão continua empenhado na manutenção dos caminhos florestais e na implementação de medidas preventivas. Contamos com o apoio de todos para proteger e valorizar o nosso património natural.

Fonte: Facebook do Município de Pedrogão Grande

Conflito de Bombeiros: Sapadores e Voluntários em divergência nas redes sociais

Uma nova controvérsia emergiu nas redes sociais entre o Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores (SNBS) e a Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários (APBV), após declarações que provocaram indignação entre os bombeiros voluntários.

Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores (SNBS) utilizou as redes sociais para esclarecer a posição dos sapadores após dúvidas levantadas por internautas. O sindicato frisou que representa exclusivamente bombeiros sapadores vinculados às autarquias locais, e que a publicação anterior visava apenas destacar as dificuldades de acesso à carreira de sapador. Apesar disso, o comunicado causou mal-estar entre os bombeiros voluntários, que interpretaram as palavras como desrespeitosas.

A publicação original do SNBS afirmava que “qualquer um consegue ser bombeiro, mas só os melhores são sapadores”, o que levou a uma reação firme por parte da Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários (APBV). A APBV, que representa os bombeiros voluntários, emitiu um comunicado criticando o SNBS, considerando o comentário “totalmente desadequado” e gerador de divisões no setor, quando a unidade entre as diferentes classes de bombeiros deveria ser uma prioridade.

Os bombeiros voluntários são responsáveis pela maioria do socorro no território nacional, sublinhou a APBV, destacando o trabalho incansável dos voluntários, que diariamente deixam as suas famílias para servir a população de forma altruísta. No comunicado, a associação apelou a que não se apontem dedos entre profissionais, mas que se promova o crescimento e valorização de todos os bombeiros, seja qual for a sua classe.

Esta troca pública de declarações entre sapadores e voluntários põe em evidência a tensão existente dentro da classe dos bombeiros em Portugal, levantando questões sobre o reconhecimento e a valorização de cada grupo no contexto da proteção civil nacional.

Ver post dos Bombeiros Sapadores

Fonte: Diário do Distrito

COMUNICADO

Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários

16 h  · 

A Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários, vem desta forma como Associação de “Classe” representante dos seus Associados Bombeiros Voluntários, repudiar o comentário proferido pelo SNBS-Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores na sua publicação de hoje nas redes sociais, que refere que “Qualquer um consegue ser Bombeiro, mas só os melhores são Sapadores.”

A Direção da APBV encontra-se solidária com as reivindicações feitas pelos Bombeiros Sapadores na manifestação de dia dois de outubro, no entanto, alerta, que este tipo de comentários proferidos por entidades representativas do setor são totalmente desadequados e que só causam discórdia e divisões, quando se pretende exatamente o contrário!

Em qualquer uma das Classes sejam os Bombeiros Profissionais ou Voluntários existem elementos bons e elementos menos bons como em todas as profissões do mundo, como tal não se deve apontar o dedo a ninguém mas sim promover o seu crescimento e a sua valorização!

Relembramos que os Bombeiros Voluntários Portugueses são responsáveis pelo socorro na maioria do território nacional e são reconhecidos pela população e pelo país como o principal braço da proteção civil!

Como tal, exigimos respeito pelos homens e mulheres que diariamente de forma voluntária deixam a sua casa e a sua família para estarem ao serviço de todos nós!

SER BOMBEIRO NÃO É O QUE FAZEMOS É O QUE SOMOS!

Fonte; Facebook da APBV