Uma pessoa ficou ferida sem gravidade após ter sido atingida por um comboio em circulação na estação ferroviária de Pinhal Novo.
O alerta ocorreu pelas 07h19, e no local estiveram 16 operacionais com 7 viaturas, dos Bombeiros de Pinhal Novo e autoridades.
A vítima foi transportada para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, conforme informação do CDOS Setúbal ao Diário do Distrito.
A circulação de comboios teve algumas perturbações, conforme informou a Fertagus no seu site «por motivo de colhida de indivíduo entre Venda do Alcaide e Pinhal Novo, a circulação de comboios efetua-se com algumas perturbações».
Foram suprimidos os comboios com partida de Setúbal às 06h58, entre Pinhal Novo e Roma-Areeiro; e o comboio que teve partida de Roma-Areeiro às 08h03, na totalidade do trajeto.
A circulação foi normalizada na totalidade cerca das 10h30.
Um camião cisterna carregado com fuelóleo despistou-se, na segunda-feira à tarde, ao efetuar a curva de saída da auto-estrada A12, no sentido de Pinhal Novo. Do acidente resultaram ferimentos ligeiros no motorista. A viatura ficou capotada fora da via, com derramamento do produto, obrigando os bombeiros a operações adequadas à matéria perigosa em causa. Na manhã de terça-feira, começaram a ser levadas a cabo as operações de remoção do veículo.
No meio de um intenso nevoeiro, começou pelas 9 horas de terça-feira a tentativa de retirar do local o camião cisterna acidentado, com recurso a uma grua de 160 toneladas. Os trabalhos foram levados a cabo por uma empresa especializada em resíduos perigosos, sob acompanhamento no local de técnicos do Ministério do Ambiente. Para que fosse possível içar o veículo em segurança, as operações – que, da parte da tarde, ainda não estavam terminadas, nem se previa a hora da sua conclusão – incluíram a trasfega da totalidade do produto retido na cisterna. Procedeu-se também a trabalhos de limpeza da área, tendo os resíduos sólidos e o produto derramado no solo sido transportados para dentro de contentores.
O camião cisterna, da empresa Luz & Irmão, trazia uma carga de 26 toneladas de fuelóleo, que estava a ser transportada da firma Tanquisado, em Setúbal, para Torres Vedras (Riachos). Pelas 16h35m de segunda-feira, 13 de novembro, quando o motorista pretendia aceder à saída da A12 para Pinhal Novo, com destino ao Montijo, o veículo despistou-se, ao efetuar a curva, e embateu na proteção da via, tendo capotado e caído a 10 metros da faixa de rodagem.
O motorista sofreu ferimentos ligeiros e foi socorrido no local, pelos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo, e transportado para o Hospital de Setúbal, de onde acabaria por ser transferido para a unidade hospitalar da sua área de residência, em Torres Vedras.
De imediato, as operações levadas a cabo pelos bombeiros passaram pela necessidade de proceder ao estancamento da fuga, por tamponamento improvisado e contenção do produto derramado, pelo método de decantação, na vala das águas de drenagem das chuvas, numa extensão de aproximadamente 250 metros.
Em simultâneo, fez-se a recolha da Ficha de Segurança da cabina do motorista e constatou-se ser um produto com as seguintes características: líquido quente, viscoso e inflamável, de cor preta, a libertar gases, classificado como Fuel Oil nº 4.
A firma proprietária do pesado fez deslocar ao local outro camião cisterna para trasfega do produto existente. Este trabalho iniciou-se pelas 19h30m e foi concluído pelas 21h30m, altura em que se deram por encerrados os trabalhos de segunda-feira.
Estiveram no local os seguintes meios de socorro do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo: Veículo de Socorro e Assistência Tático (VSAT), com 4 homens; Veículo Urbano de Combate a Incêndios (VUCI), com 4 homens; e a ambulância INEM do CB, que prestou o socorro ao motorista. Nas operações participou também o CB de Palmela, com um VSAT, um Veículo Especial de Combate a Incêndios (VECI) e uma ambulância de socorro, num total de 6 operacionais.
No local atuou também a Brigada de Investigação da GNR, que procedeu à análise de todo o cenário da ocorrência.
De acordo com as informações prestadas pelo Comandante dos BVPN à Agência Lusa, ao início da tarde de terça-feira, esperava-se que a operação de remoção do combustível derramado, contido na baía de retenção, fosse suficientemente rápida para evitar consequências graves para o ambiente. «Gostaríamos que a recolha do fuelóleo derramado fosse efetuada com a maior celeridade, uma vez que se prevê um agravamento das condições climatéricas e há o risco de o combustível derramado poder atingir a barragem da Salgueirinha, que fica relativamente próxima», disse Fernando Pestana, adiantando que o caso também estava a ser acompanhado pela Proteção Civil Municipal.
Fonte da GNR disse à Lusa que a saída da A12 do Pinhal Novo (sentido Setúbal/Lisboa) continuava cortada ao trânsito, durante a tarde, devido à presença de máquinas e da grua para a remoção do camião cisterna. Os automobilistas que circulavam no sentido Sul/Norte, e que pretendiam dirigir-se ao Pinhal Novo, tiveram de percorrer mais alguns quilómetros, até à saída do Montijo.
Um incêndio no lar “Amigos do José Maia”, em Areias Gordas, concelho de Palmela, durante a tarde desta quarta-feira, obrigou à transferência de cinco idosos que aí residiam para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, dado apresentarem problemas respiratórios devido à inalação de fumos.
O alarme foi dado às 16.58 horas por um popular que telefonou para os Bombeiros de Pinhal Novo.
De acordo com o Centro de Coordenação Operacional de Setúbal (CDOS), sete idosos foram transportados para outro lar, nas imediações, visto as instalações terem ficado bastante destruídas. “Por enquanto, o lar não apresenta condições para continuar a abrigar os seus residentes habituais”, avançou uma fonte do CDOS.
Ao local acorreram os Bombeiros de Pinhal Novo e de Palmela, num total de nove viaturas e de 21 homens. Estiveram ainda no lar sinistrado a GNR e a Segurança Social.
Fonte dos bombeiros adiantou, ao JN, que “o incêndio teve início no quadro elétrico da cozinha, alastrando pela instalação elétrica, o que provocou muito fumo”. Este facto, aliado ao pó dos extintores dos bombeiros, terá provocado problemas respiratórios em cinco dos 18 idosos que se encontravam no interior do lar.
Face ao sucedido, as corporações de Palmela e do Pinhal Novo lamentaram o facto “do lar não ter qualquer sistema de alarme ligado aos bombeiros, nem sequer a uma empresa de segurança privada, o que é muito comum neste tipo de instituições”.
Alguns dos utentes do lar, segundo apurou o JN, vão ser recebidos por familiares, enquanto outros vão ficar à responsabilidade da Segurança Social, até ser encontrada uma solução.
O Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo mobilizou para o local da ocorrência um total de seis viaturas: o Veículo Urbano de Combate a Incêndios (VUCI 02), a ambulância do INEM (ABSC 03) e mais quatro ambulâncias de Socorro e de Cuidados Intensivos da corporação.
Paulo Morais / Jornal de Notícias; Foto de Flávio Andrade (Arquivo BVPN)
Esta manhã, um camião esvaziou por completo o depósito de óleo na EN 252, em pleno centro rodoviário de Pinhal Novo. Escassos minutos depois, o despiste de uma motorizada provocava a queda de um idoso. Foi apenas o primeiro de quatro acidentes resultantes do derramamento.
O incidente deu-se pelas 9h30, numa altura em que é especialmente denso o tráfego de trânsito na Estrada Nacional 252, que atravessa a vila de Pinhal Novo. Um pesado de mercadorias, que circulava no sentido Pinhal Novo-Montijo, começou a derramar óleo junto ao supermercado “Minipreço”. O condutor acabou por ver o depósito de óleo da viatura esvaziar-se completamente, escassos metros à frente, na paragem de autocarros da rotunda dos pinheirinhos (na foto).
Poucos minutos depois, um idoso caiu, em frente ao centro comercial “Pinô”, na sequência do despiste da motorizada em que seguia. Foi apenas o primeiro de dois despistes de velocípedes a motor, provocados pelo derramamento do óleo na via. Apesar de não terem sofrido ferimentos graves, os dois condutores foram transportados ao hospital de Setúbal. A situação provocou ainda a queda de dois peões, que não necessitaram de assistência hospitalar.
Como habitualmente neste tipo de situações, foi efetuado o corte da via e, além da atuação dos bombeiros – com o Veículo de Socorro e Assistência Tático (VSAT) e cinco homens – foi necessária a intervenção da proteção civil municipal, encarregue de espalhar pó de pedra ao longo da via e acionar uma lavadora mecânica para efetuar a remoção do resultado.
Na assistência aos acidentados e transporte ao hospital estiveram, ainda, envolvidas a viatura do INEM e a ambulância de socorro ABSC 01, com um total de quatro bombeiros.
Fonte: Helena Rodrigues (Texto e Foto), c/ Vasco Marto
Os técnicos de emergência médica de Pinhal Novo conseguiram, esta manhã, reverter uma situação de paragem cardíaca num indivíduo de 84 anos, com recurso a manobras de suporte básico de vida, e estabilizar a vítima até à chegada da VMER de Setúbal. Para os bombeiros, estes «pequenos milagres» têm o sabor de um «presente de Natal» antecipado.
A ocorrência registou-se no Centro de Inspeções Periódicas Obrigatórias do Parque Industrial do Vale do Alecrim, em Pinhal Novo. O homem, de 84 anos, encontrava-se em paragem cardíaca e foi salvo pelos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo e pela tripulação da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de S. Bernardo, em Setúbal.
O alerta foi dado pouco depois das 9 horas, pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) de Lisboa, para os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo. Para o local, os bombeiros fizeram deslocar, além da Ambulância INEM (na foto), uma outra ambulância de cuidados intensivos, para apoio, e conseguiram reverter uma situação de falência cardíaca e estabilizar a vítima até à chegada da VMER.
A vítima, residente em Cabanas, foi, posteriormente, evacuada para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, sob acompanhamento médico.
Para os bombeiros, o sucesso das manobras de suporte de vida levadas a cabo é especialmente gratificante, considerada a gravidade do quadro clínico que se lhes apresentava, dada a idade avançada da vítima e a circunstância de se encontrar em paragem cardíaca à chegada da ambulância. «Felizmente, não interrompemos as manobras e conseguiu-se reverter a paragem», conta um dos operacionais do Posto de Emergência Médica de Pinhal Novo. E conclui: «Pode ser que tenha sido um presente de Natal. Pelo menos para nós foi!»
Um homem de 33 anos foi encontrado inconsciente, com esvicerações, na via pública, acabando por falecer, ainda por causas desconhecidas. A morte na estrada aconteceu na tarde de terça-feira, em Pinhal Novo.
O alerta foi dado pelas 15:20 horas, quando populares identificaram um homem inconsciente, no cruzamento da rua Infante D. Henrique com a Rua Almeida Garrett, perto da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Pinhal Novo.
O homem encontrava-se inconsciente, com uma ferida no abdómen e esviceração, dentro da faixa de rodagem, junto a um motociclo. Pouco depois da chegada da ambulância, entrou em paragem cardio-respiratória.
A equipa de bombeiros socorristas da ambulância iniciou de imediato manobras de Suporte Básico de Vida e tentou ainda, com a chegada da viatura médica do INEM, manobras de Suporte Avançado de Vida, mas sem conseguir reverter a paragem cardíaca, e a vítima acabou por falecer.
O que, supostamente, terá sido um despiste de motociclo, com resultados drásticos, ocorreu, inexplicavelmente, num cruzamento de duas ruas bastante calmas do lado sul da vila pinhalnovense. Mas onde, no último mês, uma colisão entre um ligeiro de passageiros e um motociclo já causara um ferido grave.
O Comandante do Posto da GNR de Pinhal Novo esteve no local e tomou conta da ocorrência, que se encontra em averiguações.
O capotamento de um veículo ligeiro de passageiros, que se incendiou após o despiste, causou hoje um ferido grave e três vítimas com ferimentos ligeiros, no acesso a uma das novas passagens desniveladas sobre a linha férrea, em Pinhal Novo.
O alerta do acidente foi dado às 14:15h de hoje, no Aceiro do Costa, em Pinhal Novo. No acesso à segunda passagem de nível da antiga Estrada dos Espanhóis, junto à fábrica “Electroarco”, uma viatura ligeira de passageiros havia-se despistado e, após capotamento, incendiou-se.
Populares presentes no local conseguiram, ainda antes da chegada das equipas de socorro, extinguir o incêndio com areia.
Após o capotamento, o veículo ficou “preso” no interior de uma conduta de águas pluviais, que permite a passagem das águas da chuva sob a passagem desnivelada, o que dificultou ainda mais o socorro às vítimas.
As vítimas foram assistidas no local por uma ambulância do INEM, estacionada neste Corpo de Bombeiros, e por uma Ambulância de Cuidados Intensivos. Para a ocorrência foram ainda mobilizados um Veículo de Socorro e Apoio Tático, um Veículo Urbano de Combate a Incêndios e um Veículo de Transporte de Pessoal Tático, também deste Corpo de Bombeiros, e ainda duas Ambulâncias de Socorro do Corpo de Bombeiros de Palmela.
Após a estabilização, os quatro feridos – um dos quais com gravidade – foram evacuados para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal.
Os bombeiros conseguiram circunscrever, cerca das 02:30 h de hoje, o incêndio que lavrava em Vale de Barris, Palmela, desde a tarde de terça-feira, anunciou fonte do Serviço Nacional de Bombeiros e Proteção Civil. O incêndio foi combatido por 271 bombeiros de 29 corporações – entre as quais a de Pinhal Novo -, com o apoio de 80 viaturas.
O incêndio que, na terça-feira à tarde, deflagrou em Vale de Barris, Palmela, e que chegou a ameaçar algumas habitações no Parque Natural da Arrábida, estava ainda por circunscrever ao final da noite de ontem. De acordo com fonte do Serviço Nacional de Bombeiros e Proteção Civil, não havia, às 23:30 h, habitações em perigo, contando os bombeiros poder circunscrever o sinistro durante a madrugada, com a ajuda da subida da humidade do ar e da descida das temperaturas, o que veio a verificar-se pelas 2:30 h.
O vento forte foi o principal inimigo dos bombeiros que, de acordo com o coordenador do Centro Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, tiveram no local 271 homens de 29 corporações, apoiados por 80 viaturas.
Ao final da tarde de hoje, quarta-feira, os bombeiros mantêm na zona 73 homens, apoiados por 21 veículos e um helicóptero, estando em fase de rescaldo o incêndio na serra de São Luís provocado pela propagação do fogo que, na terça-feira, assolou o Vale de Barris.
Para quinta-feira, os bombeiros esperam condições menos propícias à ocorrência de fogos florestais, dada a previsão meteorológica de descida das temperaturas e possibilidade de precipitação.
Entretanto, a Quercus já veio exigir esclarecimentos sobre a vigilância no Parque Natural da Arrábida e lamentou a perda de cerca de 300 hectares de vegetação devido ao incêndio em Vale de Barris. Em comunicado, a Associação para a Conservação da Natureza defende que é necessário «esclarecer qual a estratégia de vigilância de fogos implementada nesta época de fogos pela direção do Parque», alegando que há menos meios disponíveis e uma estratégia «menos eficaz» do que nos anos anteriores.
Revista de Imprensa
in Jornal de Notícias, 08-07-2004
O JN esteve junto do posto de Comando, a partir das 23.30 horas de anteontem, e assistiu ao esforço dos bombeiros para proteger casas e controlar os vários focos de incêndios ateados por golpes de vento, que soprava de forma instável, o que dificultava o trabalho de quem se encontrava a combater as chamas, que atingiram principalmente áreas no concelho de Palmela, mas também de Setúbal.
Mário Macedo, comandante dos Bombeiros Sapadores de Setúbal, assegurou não ter qualquer dado concreto sobre a origem do incêndio, mas, adiantou, «num dia ventoso, com a humidade baixa, uma simples ponta de cigarro poderá ter sido o suficiente». Uma vez que este incêndio apresentava diversos focos, é difícil, para já, contabilizar a área ardida, pois, adianta Mário Macedo, «dentro do perímetro do incêndio, houve áreas que não arderam».
Já o Serviço Municipal de Proteção Civil de Palmela dá voz a algumas críticas que se foram ouvindo ao longo da noite, nomeadamente no que se refere à falta de acessos e de zonas de corta-fogo. Daí que esteja já marcada uma reunião da Comissão Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios para amanhã [sexta-feira], onde as instituições e organismos envolvidos na proteção da floresta contra incêndios, em particular os que intervêm no planeamento e execução de ações de prevenção e no socorro, irão analisar essa questão.
Entretanto, o JN apurou junto do gabinete da presidente da Câmara de Palmela que, no ano passado, «a autarquia foi objeto de uma contra-ordenação da direção do Parque Natural da Arrábida (PNA) pelo facto de, alegadamente, ter desrespeitado as condições de execução de um corta-fogo». Este tinha sido aprovado no âmbito de um levantamento dos caminhos que necessitam de ser reparados ou reabertos, de modo a garantir um combate eficaz aos incêndios, particularmente na área do PNA, e que foi aprovado pelos próprios responsáveis do parque.
Um incêndio num pesado de mercadorias, ao final da tarde de Quinta-feira, obrigou ao fecho do trânsito na Ponte Vasco da Gama durante várias horas, no sentido Norte-Sul. O Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo interveio no local.
O veículo pesado de mercadorias incendiou-se na Ponte Vasco da Gama, quando circulava no sentido Norte/Sul. O alarme foi dado pelas 18 horas, julgando-se, de início, tratar-se de um camião de transporte de garrafas de gás. No local, porém, verificou-se que a carga do camião articulado variava entre materiais não perigosos e alguns «bidões» com uma matéria inflamável ainda não identificada.
Pelas 18:35h, o Corpo de Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo foi acionado pelo Centro Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, com um veículo especialmente vocacionado para este tipo de sinistros, o VTGC 01 (Veículo Tanque de Grande Capacidade). Esta mobilização deveu-se à dificuldade dos meios de socorro do distrito de Lisboa para ultrapassar o intenso tráfego rodoviário que se fazia sentir, em hora de ponta, nos acessos à Vasco da Gama.
De forma a permitir um rápido acesso ao incêndio, as autoridades foram obrigadas a fechar um dos sentidos de trânsito, de forma a que as viaturas de socorro que circulavam de Sul pudessem entrar em «contra-mão» no tabuleiro da ponte.
No rescaldo das operações, não se registaram quaisquer feridos, embora o atrelado do veículo articulado sinistrado tenha sido completamente consumido pelas chamas.
Na operação de socorro, que terminou às 22:30h, estiveram envolvidos 7 corpos de bombeiros dos distritos de Lisboa e Setúbal, com 21 veículos e um total de 64 bombeiros.