Rui Pereira elege reivindicações da Liga

O presidente da assembleia geral dos Bombeiros Voluntários de Carnaxide e ex-ministro, Rui Pereira, reivindicou hoje para os bombeiros uma estrutura vertical nacional, o fim do subfinanciamento das associações como se fossem uma “ordem mendicante”.

Rui Pereira considerou também inconstitucional as sub-regiões e o abandono do nível distrital já que, entre outros aspetos, sem a regionalização concluída não será possível acabar com os distritos.

Fonte: Facebook da LBP

Carnaxide homenageia nos 112 anos

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Carnaxide comemorou o seu 112.° aniversário prestando homenagem ao comandante Carlos Jaime, vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses e comandante dos Voluntários do Dafundo, e ao presidente da direção da Escola Nacional de Bombeiros e presidente dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, Lídio Lopes.

Decorreu o juramento de três novos bombeiros, a atribuição de distinções e medalhas a vários bombeiros, e homenagem a várias empresas.

Por fim, realizou-se a assinatura de protocolos entre a cidade cabo-verdiana da Praia, Câmara Municipal, Bombeiros, ANBP e Voluntários de Carnaxide.

A Liga dos Bombeiros Portugueses associou-se a esta comemoração, representada pelo Vice-presidente do Conselho Executivo, Rui Rama da Silva.

Fonte: Facebook da LBP

Máquinas paradas pedidas pelos espanhóis

Máquinas de rasto dos Bombeiros Portugueses desaproveitadas em Portugal rumaram esta tarde para Espanha a pedido dos bombeiros daquele país para apoiar o combate a um incêndio na raia. Estranho não é o pedido espanhol. Estranho é o facto das máquinas não estarem a ser usadas em Portugal.

Fonte: Facebook da LBP

Bombeiros satisfeitos e preocupados

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) encara com preocupação e satisfação o aumento do salário mínimo até 2028, a confirmarem-se os valores já noticiados. A satisfação está na oportunidade de ver os bombeiros melhor ressarcidos pelo trabalho que desenvolvem na sua missão. A preocupação, já para 2025, é com que meios as associações vão poder suportar esse aumento (870 euros) que, nalguns casos, pode chegar ao agravamento dos seus orçamentos em mais 50 mil euros por ano. Se o salário mínimo aumentar para 920 euros (26), 970 (27) e 1020 (28) e não for revertido o subfinanciamento crónico das associações a situação só tenderá a agravar-se ainda mais.

Fonte: Facebook da LBP