ANEPC não tem orçamento próprio para os bombeiros

A norma da lei orgânica da ANEPC, que prevê a autonomização do orçamento de apoio às atividades dos bombeiros, está há quatro anos sem ser cumprida, afirmou o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) hoje no Seixal. António Nunes reuniu-se com dirigentes e comandos das associações e corpos de bombeiros do distrito, convocados pela Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal.

António Nunes lamentou o sucedido, para o qual tem lançado alertas, entre outros aspetos, para que saiba com precisão o que é destinado verdadeiramente aos bombeiros. Ao não saber-se, como é natural, geram-se dúvidas desnecessárias sobre o montante e o destino das verbas.

O presidente da LBP cumpriu no Seixal mais uma reunião com as federações distritais de bombeiros, de Portalegre, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Lisboa, Guarda, Santarém, Bragança, Leiria e Porto.

Fonte: Facebook da LBP

Palmela | Condenado a 11 anos de prisão por roubo e violação a mulher de 61 anos

O caso ocorreu no dia 19 de maio de 2019 em Palmela

O Juízo Central Criminal de Setúbal condenou um arguido, de 28 anos, a 11 anos e 4 meses de prisão pela prática de um crime de violação agravado, um crime de roubo, agravado pela reincidência e de um crime de coação agravado, na forma tentada.

O arguido foi, igualmente, condenado no pagamento de uma indemnização no valor de 25 mil euros à vítima.

O caso ocorreu no dia 19 de maio de 2019, em Palmela, quando o arguido abordou a vítima, à data com 61 anos e, com violência, apropriou-se do dinheiro e cartões bancários que esta trazia consigo, forçou-a prática de relações sexuais e, depois, tentou impedi-la de pedir socorro, mediante ameaça de morte.

O tribunal deu como provados quase todos os factos constantes da acusação deduzida pelo Ministério Público do DIAP de Setúbal.

Fonte: Diário do Distrito

Fumo, fogo e petardos. Bombeiros cercam sede do governo e interrompem negociação de sindicato

Primeiro furaram o cordão policial, depois invadiram o espaço de segurança e cercaram a sede do governo, que agora se concentra na sede da Caixa Geral de Depósitos, em Lisboa. Foram lançados petardos, fumos e fogos. E o governo acabou por interromper as negociações que decorriam, obrigando o representante do sindicato dos sapadores a sair para tentar acalmar os ânimos. Veja as imagens.

Fonte: Sapo

Encerramento de fábricas da VW na Alemanha não terá impacto na Autoeuropa

A fábrica da Volkswagen Autoeuropa, localizada em Palmela, não será afetada pelos planos de encerramento de unidades e redução de postos de trabalho da marca na Alemanha. A informação foi divulgada pela agência “Lusa”, que ouviu o responsável de comunicação da Volkswagen na Alemanha.

“Os planos de cortar empregos e fechar fábricas dizem respeito apenas à Alemanha. No momento, não há impacto na nossa fábrica em Palmela”, assegurou à Lusa fonte oficial da comunicação da VW na Alemanha.

Rogério Nogueiracoordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, reforçou a tranquilidade em relação à operação em Portugal: “À data de hoje, não existe nenhum indicador que nos leve a pensar que a situação que se passa nas fábricas da VW na Alemanha tenha algum impacto, quer na produção prevista, quer também no que diz respeito ao futuro da Autoeuropa”.

A Volkswagen, que atravessa uma “situação extremamente tensa”, anunciou recentemente que poderá encerrar fábricas no seu país de origem pela primeira vez em 87 anos, como parte de um plano de contenção de custos que prevê poupar 10 mil milhões de euros até 2026.

Entretanto, em Palmela, a Autoeuropa defende que mantém a sua produção num nível estável, fabricando 1005 unidades diárias do modelo T-Roc, um dos mais populares na Europa. Além disso, a próxima geração do T-Roc continuará a ser produzida em Portugal, e ainda existe a possibilidade de a Autoeuropa receber a produção do novo modelo elétrico acessível da VW, previsto para 2027.

Este cenário reforça a importância estratégica da unidade portuguesa dentro do grupo, que enfrenta vários desafios no âmbito internacional.  

VW sobre o resultado das eleições americanas.

Fonte: Diário do Distrito

Nova direção promete festas populares do Pinhal Novo “de todos para todos”

A nova direção da Associação das Festas Populares do Pinhal Novo já iniciou os preparativos para a 26.ª edição do evento, prometendo unir tradição e inovação num momento único para a comunidade.

A equipa que liderou as Festas Populares do Pinhal Novo em 2024 apresenta-se como uma fusão de gerações e experiências. “Dos mais jovens trazemos a irreverência e a inovação; dos mais velhos, o conhecimento e a sabedoria que só o tempo oferece”, afirma a direção, que assume a missão de criar um evento “feito de todos para todos”.

Desde o primeiro dia de trabalho, os membros da associação têm-se dedicado à construção de uma festa que celebra a cultura e as tradições da terra, ao mesmo tempo que incorporam novos elementos que atraem ainda mais participantes. Esta edição, marcada para 2025, reforça o papel das Festas Populares como um ponto de encontro da comunidade local e como um dos principais eventos culturais da região.

A nova direção é composta por João Serrão, Ana Patrício, Luís Guimarães, Margarida Sousa, Paulo Vicente, Mafalda Matos, Luís Louçã, Estela Palheiro e Bárbara Rocha. O Conselho Fiscal conta com Ilda Figueiredo, Paulo Correia e Filipa Baptista, enquanto a Assembleia Geral é liderada por Carlos Almeida, Fernando Palheiro e Marta Serrão.

Com uma equipa que junta experiência associativa e envolvimento ativo na comunidade, a organização promete novidades e momentos memoráveis. As expectativas para a 26.ª edição das Festas Populares do Pinhal Novo são mais altas do que nunca, num evento que promete marcar o calendário cultural da região.

Fonte: Diário do Distrito