A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) desafiou os 21 eurodeputados nacionais a apoiarem a criação, no Parlamento Europeu, de um intergrupo sobre resiliência, proteção civil e gestão de crises.
A LBP acompanha a iniciativa dos eurodeputados franceses, Grégory Allione e Christophe Clergeau, do eurodeputado belga Pascal Arimont e do eurodeputado esloveno Matej Tonin, com o apoio de todas as federações europeias de bombeiros bem como do CTIF, que a própria LBP integra.
Para a LBP, a criação deste intergrupo fomentará uma melhor coordenação dos esforços de proteção civil, aumentará a sensibilização para os desafios enfrentados pelos bombeiros, sejam voluntários ou profissionais, e contribuirá para uma melhor proteção das populações europeias, bem como dos que trabalham para garantir a sua segurança.
A próxima madrugada traz chuva intensa e trovoadas para várias regiões do país, especialmente na Área Metropolitana de Lisboa e Litoral Oeste.
A noite de hoje promete uma nova onda de precipitação intensa, afetando especialmente a Área Metropolitana de Lisboa, o Litoral Oeste e as zonas Norte e Centro do país. De acordo com previsões meteorológicas, existe ainda a possibilidade de trovoadas, especialmente nos momentos em que as linhas de instabilidade deslocam-se pela região. Este fenómeno deverá ocorrer principalmente na madrugada, trazendo não só um aumento da intensidade da chuva, mas também possíveis fenómenos elétricos que poderão causar perturbações nas áreas afetadas.
Especialistas aconselham precaução nas deslocações, devido ao aumento do risco de inundações e à visibilidade reduzida que poderá afetar estradas e áreas urbanas. Este evento climático insere-se num padrão de instabilidade, típico da estação, mas que poderá causar perturbações, especialmente em zonas urbanas mais densas e com histórico de problemas de drenagem.
Para os residentes nas áreas afetadas, é recomendado que evitem deslocações desnecessárias durante as horas de maior intensidade de precipitação e que se mantenham informados através das atualizações meteorológicas oficiais. Em caso de trovoada, as autoridades alertam para a importância de manter aparelhos eletrónicos desligados e de evitar locais desabrigados ou expostos.
Novo espaço está no horizonte da instituição. Os primeiros passos junto da Câmara de Palmela, para a cedência do terreno, já foram dados
Os responsáveis da Residência Sénior dos Ferroviários de Pinhal Novo – a celebrar seis anos de atividade – acreditam que a instituição pode continuar a crescer com a construção de um novo edifício, perto do atual. Trata-se de uma área com 2500 m2 onde poderão ser alocadas até 60 camas.
Um aumento significativo que, no imediato, iria dar resposta quase total à lista de espera da atual unidade. Uma boa notícia para potenciais utentes que desesperam por um lugar onde possam passar o resto das suas vidas com tranquilidade e qualidade de vida.
Este é um passo que, revelou a O SETUBALENSE o vice-presidente da direção da Associação dos Lares Ferroviários, foi ponderado com extrema responsabilidade. Manuel Ribeiro explica que, por enquanto, ainda é um sonho, mas “estamos confiantes porque temos o conhecimento e a capacidade para avançar com este segundo projeto da instituição. As coisas têm de começar por algum lado. O atual espaço demorou 20 anos a ser concretizado, mas acredito que este demorará muito menos. Não queria terminar o meu mandato, que ainda tem mais três anos, sem deixar tudo mais ou menos preparado”.
Em termos de timing, Manuel Ribeiro admite que ainda há um caminho longo a percorrer. Vai depender, diz, de quando o terreno for cedido pela Câmara de Palmela. “Espero que isso aconteça ainda no decorrer deste mandato autárquico. Será feito o projeto. Depois de aprovado, apresentaremos a sua candidatura a apoios comunitários ou do próprio Estado”.
Com o ano a terminar, Manuel Ribeiro faz um balanço positivo da atividade do Lar: “Foi um ano bastante bom. Conseguimos levar a cabo alguns projetos internos que tínhamos planeado. É também um ano de mudança estratégica. Estamos a consolidar algumas alterações que tínhamos em mente, que não pudemos concretizar devido à pandemia. Já abrimos a nossa sala de convívio às visitas, retomando assim o pré-covid com as visitas a serem feitas na sala de estar dos nossos idosos”.
“Hoje em dia já somos uma voz que se faz ouvir”
Em termos globais, Manuel Ribeiro fala num projeto perfeitamente consolidado e estabilizado, financeira e socialmente, em apenas seis anos de atividade. “A gestão é muito criteriosa, temos as nossas contas completamente equilibradas, temos as nossas mensalidades em dia com a entidade bancária, temos algum fundo de maneio que nos permitirá dentro de algum tempo amortizar o empréstimo que na altura foi perto de 1 milhão de euros que contraímos. Neste momento podemos dizer que a Residência Sénior dos Ferroviários de Pinhal Novo está completamente consolidada, temos a casa cheia com um quadro de pessoal completo, com formação constante para que os nossos colaboradores estejam cada vez mais habilitados para cuidar dos nossos idosos”.
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Atualmente, sublinha, “já somos uma voz que se faz ouvir. Durante algum tempo a Residência Sénior dos Ferroviários de Pinhal Novo era uma ilha isolada de toda a realidade social do concelho de Palmela. Deixou de o ser e neste momento fazemos parte e integramos tudo o que é a área social do concelho. Já somos uma referência, dito por alguns governantes, nesta área. Esta mudança, verificou-.se com a comparticipação ativa do anterior diretor Álvaro Rebelo e com todos os restantes colaboradores a que deixo um bem-haja”, conclui.
Rita Tapadinhas, nova diretora técnica promete fazer mais e melhor
Foi a meio do passado mês de Outubro que Rita Tapadinhas assumiu o cargo de diretora técnica do Lar dos Ferroviários. Mulher da terra, diz que sempre ouviu falar muito bem da instituição e que foi com “muito orgulho” que recebeu o convite. “Agradeço à direção por me ter dado este desafio que estou a adorar e espero corresponder às expectativas”.
Apesar de encontrar uma casa “que, tal como nos caminhos de ferro, está a rolar, há muita margem para trabalhar no sentido de fazer mais”. A equipa, acrescenta, “é excelente. A ideia é abrir e construir mais em função dos utentes que é a parte essencial desta casa, mas também fazer tudo para que as famílias fiquem descansadas. É muito importante saberem que os seus familiares estão aqui muito bem”.
Na prática, Rita Tapadinhas quer implementar mais atividades, mais dinâmicas com os idosos, criando outras valências. “Também dar ainda mais formação aos nossos colaboradores para que eles continuem a manter-se atualizados. E isso, para mim, é fundamental”.
Com pouco mais de duas semanas no cargo, está satisfeita com o feedback de colaboradores e direção em relação às alterações que já introduziu no dia-a-dia do Lar. “Já começámos a alterar algumas coisas e o feedback dos colaboradores é muito positivo. A melhoria contínua é uma coisa muito importante. É essa mentalidade que quero incutir em todos”.
Com a experiência acumulada, e olhando em redor, Rita Tapadinhas aponta as mais-valias do Lar neste sector. “O que diferencia o Lar é a competência das pessoas que aqui trabalham e a gestão que, nomeadamente, o vice-presidente tem feito. Outra coisa que destaco é a qualidade das instalações, a qualidade do serviço prestado e a limpeza, para mim duas coisas fundamentais”, finaliza.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) está a solicitar às associações informações que antes não negociou com a Liga dos Bombeiros Portugueses nem com as Federações Distritais de Bombeiros. Trata-se de informações adicionais que a ANEPC pretende juntar ao Recenseamento Nacional de Bombeiros Portugueses (RNBP). Há quem diga que se trata de mais um tique com o qual a ANEPC, independentemente do teor das informações, pretende demonstrar às associações a “supremacia” no sistema.
Palmela avança com a entrega de novas habitações sociais, proporcionando um lar digno para mais 11 famílias no concelho.
A Câmara Municipal de Palmela reforça a habitação social com a entrega de 11 novas casas em arrendamento apoiado. As habitações, distribuídas por Pinhal Novo, Palmela e Aires, foram oficialmente entregues após uma cerimónia de assinatura de contratos, que decorreu a 31 de outubro na Junta de Freguesia de Pinhal Novo. A entrega das chaves será feita nos dias 4 e 5 de novembro.
Este esforço habitacional representa um investimento total de 1.420.700 €, sendo financiado pelo Programa 1.º Direito e pelo Plano de Recuperação e Resiliência. Esta nova fase de atribuição de habitações insere-se na Estratégia Local de Habitação (ELH) de Palmela, que prevê um total de 206 novas habitações até junho de 2026.
Durante a cerimónia, o presidente da autarquia, Álvaro Balseiro Amaro, reforçou a importância da habitação digna, afirmando: “A casa é o primeiro passo para uma vida digna. É necessário estimarem este bem, sendo de todos.” O autarca sublinhou ainda que o município disponibiliza habitação pública, acessível e a custos controlados, mediante um protocolo a ser assinado em breve com uma cooperativa.
Atualmente, cerca de 300 famílias estão inscritas para receber apoio habitacional, com uma procura crescente entre os jovens que enfrentam dificuldades para sair de casa dos pais. Para acelerar o processo, o município aposta na aquisição e reabilitação de apartamentos, com foco na eficiência energética. Com esta nova entrega, a autarquia já atribuiu 39 habitações de um total de 59 apartamentos adquiridos, estando os restantes em fase de reabilitação.
Nestes dias os portugueses vão aos cemitérios lembrar os familiares e amigos que já partiram. No caso dos bombeiros a sua presença nos cemitérios, e, neles, também junto dos talhões das suas associações, tem o motivo especial de lembrar os companheiros que já partiram.
Honrar a memória dos que partiram é também honrar os que estão e perpetuam o lema “Vida por Vida”.
Fonte: Facebook da LBP, Fotos: Bombeiros Voluntários de Ourém