Presidente da República recebeu a LBP

06 de janeiro, 2023

O Presidente da República recebeu a Liga dos Bombeiros Portugueses que lhe foi endereçar o convite para estar presente no Congresso Extraordinário de 11 e 12 de março em Gondomar.

A delegação da Liga era composta pelo presidente da Mesa dos Congressos, Gil Barreiros, o presidente do Conselho Executivo, António Nunes, o presidente do Conselho Fiscal, Luís Elias, e o presidente do Conselho Jurisdicional, Bento Marques.

Os dirigentes da Liga aproveitaram a oportunidade para endereçar cumprimentos de «Reis» ao Presidente da República.

Fonte – LBP, Foto – Miguel Figueiredo Lopes/Presidência da República 

Bombeiros Voluntários em risco de desaparecer? Modelo Tem de ser «profundamente alterado»

08 de janeiro, 2023

No interior do país, muitos dos bombeiros deixam de ser voluntários na altura da universidade, quando vão para as grandes cidades. Se esta tendência não for contrariada, António Nunes avisa que o país terá «graves problemas».

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), António Nunes, alertou em entrevista à TSF e o JN que o modelo de bombeiros voluntários tem de ser revisto, sob pena de muitos desaparecerem, especialmente em zonas menos populosas.

«O modelo do voluntariado não está esgotado, mas tem de ser alterado – e profundamente alterado. Temos de ter a consciência do risco que temos hoje em relação ao voluntariado. Há 30 anos não havia atividades voluntárias alternativas. Hoje há», explicou António Nunes.

No interior do país, muitos dos bombeiros deixam de ser voluntários na altura em que entram para a universidade, quando vão para as grandes cidades.

«A questão tem a ver com o voluntariado em Portugal. Não podemos querer ter corpos de bombeiros voluntários em locais, especialmente no Interior do país, onde não há gente. Muitas pessoas que são lá bombeiros voluntários acabam quando chega a altura da universidade e vão para as grandes cidades. Se temos nos Censos a população a diminuir no Interior do país, e mesmo em Portugal, vamos ter graves problemas», avisou o presidente da LBP.

No entanto, o responsável não tem dúvidas em afirmar que o movimento do voluntariado é fundamental, do ponto de vista associativo e operacional, para manter a estrutura dos bombeiros.

«A questão completamente diferente é termos condições para poder utilizar esses voluntários. Nos países da América do Sul, ser bombeiro voluntário é um estímulo para a própria entidade patronal. Muitas das vezes aqui temos algumas dificuldades. Temos de olhar para o voluntário de uma forma diferente. Agora, temos uma certeza. Quando queremos colocar mil bombeiros na Serra da Estrela, esqueça-se que seja só feito com profissionais e voluntários. Temos é de perceber que, dentro dos corpos voluntários, já temos cerca de 10 mil a 1 mil bombeiros que sendo voluntários também são profissionais, com um contrato de trabalho. Não temos falta de capacidade de resposta. Se neste momento for preciso mobilizar 5 mil, 10 mil ou 15 mil bombeiros, eles aparecem», assegurou.

Fonte – TSF, Foto – Gerardo Santos/Global Imagens 

Pinhal Novo | Acidente Rodoviário

Os bombeiros de Pinhal Novo foram acionados esta tarde após despiste de um veículo ligeiro de mercadorias, e um veiculo ligeiro de passageiros, na Rua António Sérgio, na curva junto à lavagem, em Pinhal Novo.

Do acidente resultou um ferido ligeiro assistido no local e posteriormente transportado à unidade hospitalar.

Para o local foram destacados os 3 veículos dos bombeiros assim como quatro operacionais como também a GNR de Pinhal Novo.

Fonte – Diário do Distrito

DESFIBRILHADORES instalados nas ruas reprovados pelos testes do INEM

6 de janeiro, 2023

Grande parte dos desfibrilhadores automáticos externos (DAE) instalados em cabines na rua chumbaram nas fiscalizações realizadas pelo INEM num período num período correspondente entre os anos 2020 e 2021.

Esta informação avançada «Jornal de Notícias» dá conta que a reprovação destes equipamentos se deve aos elevados tempos de resposta por parte das pessoas que foram formadas para usar estes equipamentos em vítimas de paragem cardiorrespiratória.

Ao «Jornal de Notícias», o INEM confirmou que, neste momento, existem 40 DAE «licenciados para a via pública com confirmação de cumprimento dos requisitos».

Dados revelados à mesma fonte apontam que em 2019, 2020 e 2021 o INEM realizou 18 fiscalizações a esses equipamentos e em 13 dessas situações foram detetadas anomalias, principalmente relacionadas com os tempos de espera elevados.  

Estes números mostram que perante uma situação de uma situação de emergência feita pela INEM local, foram poucas aqueles que apareceram, chegaram tarde ou nem sequer se deslocaram ao local após o pedido de acionamento.

«No seguimento destas fiscalizações, foram realizadas ações de sensibilização junto das entidades responsáveis para cumprimento dos tempos recomendados», explicou o INEM ao «Jornal de Notícias».

No total, existem 519 pessoas formadas para programas DAE licenciados para a via pública. O INEM refere que «a larga maioria são voluntários que, de acordo com os responsáveis dos programas é verificado nas ações de fiscalização, trabalham ou habitam perto das cabines». Em algumas situações são elementos da PSP, GNR e bombeiros locais, adianta o instituto.    

Segundo os dados do INEM, desde 2019 os dispositivos foram usados duas vezes, uma em 2020 e outra no ano passado.

Fonte/Foto – Porto Canal 

“Artista BOMBEIRO” Pinta mural dedicado à floresta em Monsanto

04 de janeiro, 2023

Para celebrar o 59º aniversário de António Justino, subchefe principal do Regimento de Sapadores (RSB), a prestar serviço no Quartel de Monsanto, o Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa destacou a veia artística do bombeiro que, apaixonado pela arte, retratou os «guardiões da floresta» em forma de mural.

Sapador bombeiro há 35 anos, António Justino diz que foi «atirado» para esta vida, mas nem isso o impede de pintar, desenhar, escrever poesia. Este «artista bombeiro», assim descrito pelos Sapadores Bombeiros de Lisboa, ‘coloriu’ o Quartel de Monsanto com um enorme mural que junta a apreciação pela natureza, com o trabalho dos operacionais de linha.

«Os guardiões da floresta», com 10 metros de comprimento por 3,5 de altura, foi feito com a ajuda dos camaradas, nos momentos sem ocorrências, naquele que foi um «verdadeiro trabalho de equipa».

«Pensei em criar uma imagem impactante, que representasse a floresta, a mesma que diariamente protegemos e guardamos do fogo», disse, completando que «o grupo de operacionais que se vê a caminhar vai com essa missão de combater um pequeno fogo e proteger a floresta. São os Guardiões, que somos nós e, no geral todos os bombeiros».    

Ainda assim, Justino já deixou a sua marca noutros quartéis. O Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa aponta que, no Quartel de Marvila, dois outros murais têm a assinatura do subchefe, capturando a ação dos bombeiros no combate e salvamento de pessoas e bens.

António Justino é natural da Beira Baixa, tendo encontrado poiso em Lisboa, no RSB, depois de prestar serviço militar em Santa Margarida. Formado em Belas Artes, viu os seus trabalhos em várias galerias, passou pela Bienal Internacional de Arte Cerveira, ganhou prémios como o de Júlio Resende.

Pintar é, para o sapador bombeiro, «uma arte que é desenvolvida mesmo por amor».

«A natureza é uma paixão. É no meio dela que vou continuar a pintar», disse, já pensado nos planos para a reforma.       

     Fonte – NOTÍCIAS AO MINUTO  Foto – CML/Ana Luísa Alvim

Estar contra

04 de janeiro, 2023

A esperança é a última a morrer e as bombeiras e bombeiros são os primeiros a pensar assim, pese embora as vicissitudes, experiências e percalços vividos todos os dias. Se assim não fosse muitas portas já teriam fechado e o socorro às populações há muito estaria comprometido.   

O ano 2023 começa com os mesmos problemas, as mesmas angústias, as mesmas necessidades ou, por maioria de razão, até com mais. É isso que nos dizem os especialistas nas previsões frescas para o ano.

As associações, os bombeiros os comandos e os dirigentes, para quem tudo isso não é novidade, contudo, têm uma secreta esperança preconizada e defendida pela Liga dos Bombeiros Portugueses: que os problemas estruturais seja a Saúde, do financiamento, dos apoios, identificados e mais que discutidos, deixem finalmente de ser abordados de modo conjuntural. Aliás, esse será um dos temas centrais do congresso extraordinário de março próximo. Os Bombeiros entendem ter chegado o momento de pensar e decidir com horizontes e não de, apenas, safar o momento sem atender o seguinte.

Para quem está fora do processo, ou vê à distância com distração ou com alguma dose de cinismo, a primeira impressão poderá ser a de os Bombeiros estarem sempre do contra. Mas nem tudo o que parece é, como diz o povo, e nesta matéria é o caso.

Os Bombeiros têm competências, conhecimentos e experiências que lhes são reconhecidas, umas ditadas pelo acumular do seu historial secular, outras geradas na vontade de melhorar, qualificar e quantificar ainda mais a sua capacidade de intervenção.

Tudo isso pressupõe que as e os bombeiros disponham de recursos e meios que lhes permitam concretizar tudo isso. Ao invés, tantas vezes com menos recursos e os meios exigíveis, fazem o melhor de si mesmo e conseguem enormes ganhos de causa.

Viver, com resiliência é certo, com fragilidades identificadas, mas que não deverão por em causa a eficácia e os seus resultados, é um desafio constante e o gerar de um sentimento que em momento algum admite enfraquecer a operacionalidade.  

É também por isso que os Bombeiros, e a sua Liga, lutam contra um debate que se tem gerado ultimamente, simplista e apressado, sobre mudar comandos distritais em comandos sub-regionais de proteção civil. Houve quatro anos para preparar e operar a mudança e só mais recentemente ela foi acelerada com os atropelos que hoje se evidenciam. Ninguém está contra isso por estar contra. Os Bombeiros estão contra por nos termos presentes, poder fazer perigar a sua operacionalidade, logo a sua capacidade de prestar cuidados ás populações.

É para evitar tudo isso e para valorizar a identidade dos Bombeiros e a sua capacidade operacional que reivindicam um Comando Nacional de Bombeiros. Não querem ser mais que ninguém. Querem apenas ser eles.  

Fonte – Liga dos Bombeiros Portugueses 

Transferida verba para pagamento de creches

04 de janeiro, 2023

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), através do Fundo de Proteção Social do Bombeiros (FPSB), acaba de transferir 277 mil euros para pagamento de creches dos filhos dos bombeiros, relativo ao ano letivo 2021/2022, conforme estava previsto.

Em 2022 e para o mesmo efeito, a LBP/FPSB transferiu cerca de 549 mil euros.

Transferiu também para subsídios 110 mil comparticipações várias 160 mil, propinas 314 mil e pensões de sangue 171 mil, propinas 314 mil e bonificação por tempo de serviço 21 mil euros.

No total em 2022, a LBP/FPSB transferiram para os bombeiros mais de 1,3 milhões de euros.   

      Fonte – Liga dos Bombeiros Portugueses Foto – Bombeiros Voluntários do Estoril

Com o apoio da Câmara Municipal de Palmela Colheitas de sangue em janeiro – participe!

Dia 7 de janeiro, entre as 9h00 e as 13h00, a Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Pinhal Novo * promove uma colheita de sangue, nos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo.

O Núcleo de Dadores de Sangue dos Bombeiros Voluntários de Palmela ** realiza uma colheita de sangue no dia 9 de janeiro, entre as 15h00 e as 19h30, na Biblioteca Municipal de Palmela.

Estas colheitas contam com o apoio da Câmara Municipal de Palmela. Participe!

Fonte – Rostos

FRIO – Cuidados a ter com o MONÓXIDO de CARBONO

21 de novembro, 2022

Durante o período de TEMPO FRIO há certos cuidados a ter quando se trata de proteger das temperaturas baixas.

É necessário ter cuidados na utilização de lareiras e outros sistemas de aquecimento, uma vez que aumenta o risco de incêndio e de intoxicação por monóxido de carbono.  

Não se esqueça com aparelhos destinados a outros usos: braseiro, grelhados  

Mantenha o ar ventilado  

Não guarde as garrafasde gás em caves ou junto a fontes de calor

Antes de se deitar ou sair de casa verifique se apagou ou desligou os equipamentos de aquecimento

Evite dormir próximo dos equipamentos de aquecimento

Se alguém estiver com sintomas de intoxicação contacte o CENTRO DE INFORMAÇÃO ANTIVENENOS 800 250 250

Em casos graves contacte 112

                                                                               Fonte/Foto – ANEPC

Mudança do sistema de Proteção Civil vai concretizar-se quarta-feira

3 de janeiro, 2023

A mudança do sistema de Proteção Civil de uma estrutura distrital para um modelo sub-regional vai acontecer na quarta-feira, após ter sido adiada no dia 1 devido ao mau tempo, disse hoje a secretária de Estado da Proteção Civil.

«Temos tudo previsto para que possa acontecer amanhã (quarta-feira). Estabilizada que está a situação operacional, que foi aquilo impediu que esta mudança se fizesse no dia 1, conforme estava previsto. Não era sensato operar uma mudança desta dimensão, desta sensibilidade no momento em que todo o sistema estava a responder a uma situação de emergência complexa no Norte e Centro do país», disse aos jornalistas Patrícia Gaspar à margem de uma cerimónia na Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

A mudança do sistema de Proteção Civil estava prevista acontecer em 1 de janeiro, com o fim dos 18 comandos distritais de operações e socorro (CDOS), que vão dar lugar a 24 comandos sub-regionais, mas a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) determinou o adiamento desta transição, face ao agravamento das condições meteorológicas.  

A secretária de Estado precisou que a situação operacional está estabilizada, pelo que a mudança do sistema distrital para o modelo sub-regional vai concretizar-se na quarta feira de manhã.

O fim dos 18 CDOS e a criação de 24 comandos sub-regionais de emergência e proteção civil estavam previstos na lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que entrou em vigor em abril de 2019.

Na altura, ficou decidido que a nova estrutura regional e sub-regional entraria em funcionamento de forma faseada, estando já em funções os comandos regionais do Norte e Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, enquanto os 24 comandos sub-regionais de emergência e proteção civil, cuja circunscrição territorial corresponde ao território de cada comunidade intermunicipal, iniciariam funções em 01 de janeiro.

Segundo o despacho que estabelece as condições de funcionamento destas novas estruturas de emergência e proteção civil, o Comandante Regional do Norte vai abranger os comandos sub-regionais do Alto Minho, do Alto Tâmega e Barroso, da Área Metropolitana do Porto, do Ave, do Cávado, do Douro, do Tâmega e Sousa e das Terras de Trás-os-Montes e o Comando Regional do Centro vai incluir os comandos sub-regionais da Beira Baixa, das Beiras e Serra da Estrela, da Região de Aveiro, da Região de Coimbra, da Região de Leiria e Viseu Dão Lafões.

Por sua vez o Comando Regional de Lisboa e Vale do Tejo vai abranger os comandos sub-regionais da Grande Lisboa, da Lezíria do Tejo, do Médio Tejo, do Oeste e da Península de Setúbal, o comando Regional do Alentejo incluiu os comandos sub-regionais do Alentejo Central, do Alentejo Litoral, do Alto Alentejo e do Baixo Alentejo e o comando regional do Algarve compreende o comando sub-regional do Algarve.

Fonte – LUSA/ANEPC   Foto – Geety Images