Últimas Novidades do Site – O Site não pára

Mês: dezembro  |  Ano: 2022


Informamos que, durante o mês de dezembro foram adicionadas as seguintes galerias de fotos:

ANTÓNIO XAVIER DE LIMA – O benemérito dos Bombeiros da Margem Sul do Tejo – 1985-2000

Tomada de posse * Comandante Joaquim Castro – 2.12.2022

Foram colocadas as fotos e características da viatura:

INEM 01 – Ambulância de Socorro – 1.5.1999

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Não deixe também de visitar a página Sabia que …  onde poderá encontrar dicas muito úteis para quem navega na Internet e não só.

Recomendamos também  a que visitem a página Passatempos onde podem participar, enviando uma frase, encontrar uma  Chalada de Números, Palavras Cruzadas, uma Sopa de Letras e diversas Anedotas.

Fonte: Américo Silvestre – Sub-Chefe QH

Comandos Distritais de Operações e Socorro da Proteção Civil vão dar lugar a Comandos sub-regionais

28 de dezembro, 2022

Patrícia Gaspar salientou que esta nova forma de trabalhar ou este «novo esqueleto» de Proteção Civil vai permitir um sistema «mais próximo dos territórios e das pessoas», bem como das autarquias.

A «maior mudança» do sistema de Proteção Civil dos últimos anos vai acontecer em 1 de janeiro com o fim dos 18 comandos distritais de operações e socorro (CDOS) que vão dar lugar a 23 comandos sub-regionais.

«Esta é uma mudança profunda em que deixamos de ter o país dividido e organizado numa lógica de distritos no que à Proteção Civil respeita e passamos a ter uma nova camada territorial. A base do sistema continua a ser a nível municipal, onde as autarquias têm um papel absolutamente fundamental nesta área da Proteção Civil. Criamos agora a camada das comunidades intermunicipais, onde deixamos de ter 18 comandantes distritais e passamos a ter 23 comandos sub-regionais», disse a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, em entrevista à agência LUSA.         

O fim dos 18 CDOS e a criação de 23 comandos sub-regionais de emergência e proteção civil estavam previstos na lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que entrou em vigor em abril de 2019. Na altura ficou decidido, que a nova estrutura regional e sub-regional entrariam em funcionamento de forma faseada, estando já em funções os comandos regionais do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, enquanto os 23 comandos sub-regionais de emergência e proteção civil, cuja circunscrição territorial corresponde ao território de cada comunidade intermunicipal, iniciam funções em 01 janeiro.    

Patrícia Gaspar salientou que esta nova forma de trabalhar ou este «novo esqueleto» da Proteção Civil vai permitir um sistema «mais próximo dos territórios e das pessoas», bem como das autarquias.

A governante explicou que aquilo que hoje é feito nos CDOS vai ser «exatamente o mesmo que vai ser feito nos novos comandos sub-regionais».

«O que se ganha é uma escala de aproximação ao território. Os novos comandos vão ter exatamente as mesmas funções, sobretudo naquilo que diz respeito à questão operacional», afirmou, exemplificando com as funções e atuação diária dos corpos de bombeiros, que «não vão sentir a mudança» porque vão continuar a ter a atual área de atuação e a desempenhar as mesmas funções.      

Segundo Patrícia Gaspar, as relações de vizinhança e de proximidade com as entidades parceiras e até com outros corpos de bombeiros vão manter-se.

«A única diferença é que quando chamarem ao rádio, em vez de chamarem o comando distrital, chamam o comando sub-regional, porque, na sua essência, a missão mantém-se. Ganhamos aqui uma camada nova, mais próxima das câmaras municipais, dos corpos de bombeiros e também sobretudo das populações», disse frisando que esta mudança vai concretizar-se «sem ruturas e sem constrangimentos», sobretudo no patamar operacional, tendo em conta que existiu um trabalho preparatório feito pela ANEPC.       

A secretária de Estado considerou também, que não é um problema de Proteção Civil deixar de funcionar a nível distrital, recordando que o INEM e as administrações regionais de saúde já têm atualmente uma organização distrital.

Patrícia Gaspar disse igualmente estar «perfeitamente convencida» de que não vão existir problemas em relação a esta nova adaptação, uma mudança que vai acontecer «a uma determinada hora» entre 31 de dezembro e 01 janeiro em que o sistema distrital vai ser desligado e ligado o sub-regional.

No entanto, admitiu que apesar de ser «uma mudança de continuidade» vão existir «algumas diferenças», nomeadamente nos concelhos cujas comunidades intermunicipais englobam diferentes distritos, além de «uma série de ajustes» que foram feitos.

«Vamos ter algumas diferenças nos sítios onde os novos comandos sub-regionais não coincidem com os comandos distritais, mas na maior parte dos casos, até em termos de infraestruturas, conseguimos ter uma solução na continuidade, à exceção de seis casos, onde foi necessário edificar novas infraestruturas e adaptar algumas infraestruturas a esta nova realidade. Diria que daqui a seis meses está tudo perfeitamente na rotina e sem qualquer problema», disse.

De acordo com a governante, foram feitos ajustes nos sistemas de comunicação, na organização dos sistemas de rádio, na organização dos fluxos de informação, no sistema de apoio à decisão que é usado pela ANEPC, que atualmente tem a configuração distrital e agora vai passar a ter uma nova configuração sub-regional.

A secretária de Estado afirmou também que a população não vai aperceber-se desta alteração, continuando o socorro a ser prestado «exatamente da mesma forma».

«Uma pessoa que precise de ajuda, porque tem um incêndio em casa, deve continuar a fazer exatamente o mesmo procedimento e ligar 112 para dar conta da emergência e, muito provavelmente, os bombeiros que vão aparecer em casa para resolver esta emergência serão exatamente os mesmos que no dia 29 de dezembro ou no dia 03 de janeiro. Porque isto não mexe com a área de atuação dos corpos de bombeiros», sustentou.

FUNCIONAMENTO DOS BOMBEIROS SEM ALTERAÇÕES

A secretária de Estado da Proteção Civil rejeitou esta quarta-feira que as corporações de bombeiros venham a sentir qualquer alteração com o novo modelo de organização territorial da Proteção Civil, considerou esta mudança «uma mais-valia» para o sistema.

«Diria que há aqui algo que importa desmistificar, porque os bombeiros não vão ser integrados em nenhuma estrutura. Os bombeiros vão continuar a trabalhar ao seu nível, ao nível dos corpos de bombeiros, das suas áreas de atuação, o que vão ter é um reporte diferente a partir de agora. Em vez de se reportarem ao comando distrital, reportam ao comando sub-regional. Isto não provoca nenhuma alteração nem obriga a nenhum tipo de integração numa outra estrutura», disse Patrícia Gaspar, em entrevista à agência LUSA.

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) já manifestou «frontalmente contra» esta alteração e considerou que não se revê neste novo modelo de organização territorial, alegando que o sistema tem uma organização distrital e não sub-regional.

«Tenho noção das renitências, das dúvidas e até de algumas posições menos favoráveis a esta mudança, mas estou também convencida que, com o continuar dos trabalhos e à medida que as coisas forem agora avançando, vamos perceber que há uma nova dinâmica e uma nova realidade. Vamos ter que nos ajustar e a mudança às vezes é necessária, sobretudo quando for para melhor», salientou Patrícia Gaspar, destacando o diálogo «aberto e franco» que tem sido mantido com a LBP.

A governante considerou também que esta mudança no sistema de Proteção Civil vai «efetivamente trazer uma mais-valia ao sistema, numa maior capacidade de proximidade e de ter mais noção daquelas que são as reais necessidades dos territórios».

A secretária de Estado salientou que as comunidades intermunicipais vão passar a ser «parceiros fundamentais», tendo em conta que no novo quadro comunitário de apoio, vão ser importantes «na captação de novas oportunidades de investimento para esta área da proteção civil».

«Estou convencida que todos vamos sair a ganhar e que a Liga dos Bombeiros Portugueses irá também perceber que este é um mar que vamos todos ter que navegar, contamos também com a Liga, como contamos com todas as restantes instituições do setor, para podermos continuar no espírito de franca colaboração e de cooperação que tem havido até aqui», afirmou.  

Sobre a nomeação de novos comandantes e segundos comandantes das 23 novas estruturas, a secretária de Estado afirmou que vão ser agora nomeados em regime de substituição e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) vai abrir «de imediato» um concurso público.

«Vamos ter um processo de nomeação em regime de substituição, porque, objetivamente, até ao final do ano não era possível garantir um procedimento de concurso normal, que é aquilo a que a lei neste momento obriga. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil vai de imediato abrir concurso público. Porque é isto que está previsto na lei e vai haver um regime concurso» disse frisando que a esmagadora maioria dos atuais comandantes dos CDOS, vai manter-se em funções e «depois terão que ser submetidos a escrutínio, como todos os outros».

Fonte – LUSA/Diário de Notícias        Foto – Leonardo Negrão/Global Imagens         

Mensagem de Ano Novo, presidente da MAG

28 de dezembro, 2022

A Mesa da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros de Pinhal Novo, deseja a todos os Sócios, Órgãos Sociais, todo o Corpo de Bombeiros, Colaboradores, toda a população da freguesia, JF, CMP, outras Entidades Públicas e Empresariais, um ótimo novo Ano de 2023, pleno de realizações positivas.            

 Forte abraço
Manuel Garcia Frade
Presidente da MAG da AHB Pinhal Novo

Centenas de Bombeiros no DIPIR

22 de dezembro,2022

O Dispositivo de Prevenção e Intervenção Rodoviário (DIPIR) está envolvendo até 1 de janeiro de 2023, centenas de Bombeiros e dezenas de viaturas em pontos estratégicos das estradas Portuguesas.

O DIPIR foi iniciado em 22 de dezembro de 2022 e destina-se a concentrar meios, na grande maioria dos Bombeiros, na salvaguarda da segurança e do socorro aos automobilistas.

Pelo número de meios humanos envolvidos e de viaturas as Associações e os Corpos de Bombeiros são, mais uma vez a face mais visível do dispositivo, para o qual também concorrem os outros agentes da proteção civil.

A todos os envolvidos no DIPIR a Liga dos Bombeiros Portugueses endereça uma saudação fraterna, agradecendo o empenhamento e a disponibilidade que mais uma vez garantiram, com sacrifício e espírito de missão.

No fundo, para que os portugueses possam usufruir de uma quadra natalícia e fim de ano mais seguro.

Fonte/Foto – Liga dos Bombeiros Portugueses (Facebook)

Governo vai pagar pagamentos em atraso aos Bombeiros ainda este ano

23 de dezembro, 2022

Em causa pagamentos em atraso às corporações de bombeiros relativos ao transporte não urgente de doentes.

O Governo prevê que até ao final deste ano sejam liquidados todos os pagamentos em atraso às corporações de bombeiros relativos ao transporte não urgentes de doentes, avançou esta sexta-feira à agência LUSA o Ministério da Saúde.

Num requerimento enviado esta sexta-feira ao Governo, o PSD afirma que se estima que «os atrasos dos estabelecimentos de saúde públicas no pagamento do transporte não urgente de doentes ascendam, atualmente, a cerca de 25 milhões de euros, situação que compromete fortemente a sustentabilidade económica financeira de muitas corporações de bombeiros, um crescente número dos quais se encontram já à beira da rotura».    

Contactada pela agência Lusa, o Ministério da Saúde explica que a conferência da faturação relativa ao transporte não urgente de doentes requer uma correta avaliação dos dados remetidos pelas entidades, de forma a assegurar a conformidade com as regras em vigor.

O ministério afirma que, estando consciente do que os atrasos nos pagamentos provocam aos fornecedores do Serviço Nacional de Saúde, «tem promovido o diálogo entre instituições do SNS e os representantes das corporações de bombeiros no sentido de alterar esta realidade e consolidar os mecanismos de faturação, estando a trabalhar com as entidades envolvidas para uma célere regularização dos montantes em dívida».  

«Prevê-se que até ao final deste ano sejam liquidados todos os pagamentos em atraso a estas entidades» revela na resposta escrita à Lusa.

O MS lembra que o Governo tem vindo a prosseguir, desde 2015 num caminho de investimento e reforço do SNS, que se tem traduzido, todos os anos, numa maior dotação orçamental.  

Sublinha que este compromisso «é renovado» no Orçamento do Estado para 2023, que prevê que as transferências para o SNS totalizarão 12 297 milhões de euros, o que representa um aumento de 1 117 milhões de euros em relação a 2022, de 1 868 milhões de euros em relação a 2021, de 3 269 milhões de euros face a 2019 e de 4 423 milhões de euros face a 2015.

«Será o maior aumento de sempre de financiamento para a saúde, mais 10,5% nas verbas transferidas para o SNS, acompanhado de maior autonomia das instituições, tendo como objetivo melhorar os cuidados de saúde à população e garantir uma gestão mais eficaz dos pagamentos a fornecedores», salienta o ministério liderado por Manuel Pizarro.  

Além dos mecanismos habituais de pagamento, adianta, «este ano existirá ainda um processo de pagamento extraordinário de dívida».            

Fonte/Foto – Diário Notícias/LUSA          

Assinado Protocolo com ADAI na Lousã

19 de dezembro,2022

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) assinou, na Lousã, num protocolo de colaboração com a Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial (ADAI), da Universidade de Coimbra.

 A cerimónia decorreu no Laboratório de Estudos sobre Incêndios Florestais (CEIF) da ADAI, no aeródromo da Rogela, na Lousã. O Protocolo foi assinado por elementos diretivos das duas entidades.

A LBP defende este protocolo face à importância de melhorar diversos aspetos operacionais e conjunturais, para que se exige o reforço e a dinamização das capacidades científicas e tecnológicas nacionais, através da promoção de atividades de disseminação, formação e investigação e desenvolvimento nestas temáticas.

Fonte/Foto – Liga dos Bombeiros Portugueses           

Bombeiros têm «grande desconhecimento» sobre nova geração de fogos

16 de dezembro,2022

Liga diz-se consciente dos novos desafios, mas defende que operacionais não escolhem meios. Estudo aponta debilidades no combate aos incêndios.

Uma nova análise do Centro de Estudos e Intervenção em Proteção Civil (CEIPC), divulgada ontem, aponta haver operacionais e membros da academia com «grande desconhecimento técnico e científico» sobre os incêndios de nova geração. O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses defende que não são os operacionais a escolher os meios e os materiais para combater os fogos.

O estudo, da responsabilidade da Associação presidida pelo especialista Duarte Caldeira, aponta que a falta de informação e formação sobre as «características destrutivas» e as causas dos incêndios de sexta geração, violentos e intensos que chegam a transformar-se em tempestades de fogo, têm «consequências inevitáveis» no planeamento, nas decisões e nas próprias operações de combate.

Ao JN, o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Nunes, defende que são «evidentes os novos desafios», no que toca à intensidade e à velocidade de propagação das chamas, porém acredita que deve ser antes feita uma «reflexão» sobre os métodos e materiais disponibilizados aos operacionais. «Não são os bombeiros que escolhem os meios aéreos», exemplifica.

     POUCA PREPARAÇÂO FÍSICA

O responsável reivindica a criação de um comando nacional de bombeiros, que possa de uma forma mais célere e eficaz gerir a disponibilidade de meios humanos, terrestres e aéreos para uma determinada missão. «Tem de ser bombeiros comandados por bombeiros e não haver cinco ou seis entidades no teatro de operações a utilizar meios e materiais diferentes», realça.      

Relativamente à natureza operacional, na análise que surge na sequência da vaga de incêndios rurais verificados este verão, o CEIPC acrescenta haver «insuficiente preparação física de muitos corpos de bombeiros», o que coloca em risco a eficiência das operações, «bem como a segurança, saúde e o bem-estar» dos operacionais, lê-se no comunicado enviado ontem.

«Há 30 000 mil bombeiros, logo haverá sempre operacionais em melhores ou piores condições», afirma António Nunes. O presidente da LBP não descarta a possibilidade de se melhorar os parâmetros de avaliação dos operacionais que vão efetivamente para o terreno.

Já face ao elevado número de acidentes com veículos dos bombeiros, o estudo aponta que a realidade indicia «deficientes condições de segurança» dos carros ou falta de formação e treino dos condutores. Haverá pelo menos 600 veículos com 30 anos», revela António Nunes no JN.

O CEIPC conclui que não há também áreas de descanso suficientes para os bombeiros, sobretudo quando estão no teatro de operações e os incêndios se prolongam.

FALHAS  

Meios aéreos

De acordo com o CEIPC, os meios aéreos estão «com manifesto desperdício operacional da sua intervenção», o que denuncia a falta de preparação de alguns pilotos para determinadas missões ou falhas na comunicação.

Comunicação

Os constrangimentos na transmissão da informação podem justificar-se pela «existência de várias zonas do território do continente sem cobertura de redes públicas de comunicações eletrónicas».

Autarcas

Os especialistas dizem que os presidentes de Câmara devem ter uma noção precisa da «capacidade de intervenção da autoridade municipal de proteção civil» e apontam «lacunas» no acionamento dos planos municipais de emergência de proteção civil.

Território

O estudo aponta para «total fracasso das políticas de ordenamento territorial», que mostra que Portugal «perdeu o controlo sobre o seu território». Os incêndios rurais consumiram este ano 110 007 hectares.

Novas Tecnologias

Para o CEIPC, seria importante investir nas novas tecnologias de deteção remota de vigilância, a funcionar 24 horas por dia, de forma a «intensificar e a melhorar a investigação das origens e das causas de incêndios».  

Fonte/Foto – Jornal Notícias

«Fala-se em cofres cheios e os bombeiros sem qualquer ajuda»

19 de dezembro,2022

Liga diz que bombeiros «estão financeiramente exauridos»

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) recorreu às redes sociais, no domingo, para apontar críticas ao Governo, considerando que os bombeiros continuam «a ser vítimas de subfinanciamento».

«Fala-se em cofres cheios e os bombeiros sem qualquer ajuda», começa por ler-se numa publicação divulgada, este domingo, no Facebook da LBP, e que se refere ao apoio de 240 euros anunciado pelo Governo, numa altura em que se comenta o facto de a inflação prejudicar as famílias, mas ajudar as contas públicas.

«A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) estranha que se anuncie que o Governo dá apoios para não acabar o ano com cofres cheios e que, no fim disso tudo os bombeiros continuem a ser vítimas de subfinanciamento», critica.

A confederação, liderada por António Nunes, diz saudar «os apoios extraordinários decididos pelo Governo para a área social, porque são muito necessários», mas lembra «que os bombeiros estão financeiramente exauridos».   

Para a LBP, «hoje, é mais caro socorrer, face ao aumento dos custos associados, mas isso não tem sido acompanhado proporcionalmente pelos apoios do Estado».  

     Fonte: Liga dos Bombeiros Portugueses, Foto: Global Imagens

AHBPN – Assembleia Geral

16 de dezembro, 2022

Na passada sexta feira, pelas 21h 30m, reuniram os sócios em Assembleia Geral, presencial e via skype, da Associação Humanitária de Bombeiros de Pinhal Novo, para apresentação do Plano de Ação e Orçamento para o exercício do segundo ano do mandato, do biénio 2022-2023.

O Presidente da mesa Manuel Frade, deu início aos trabalhos agradeceu a presença de todos os sócios e solicitou ao secretário a leitura da ata nº 176, referente à última AG que de seguida foi posta à consideração dos sócios e foi aprovada com uma abstenção do sócio nº1385.

Dando seguimento aos trabalhos, o Presidente da MAG, leu o ponto nº1 – Discussão e aprovação do Plano de Ação e Orçamento para o ano 2023, que colocou à consideração dos sócios, onde depois de concluídas todas as dúvidas foi posto à aprovação, tendo sido aprovado por unanimidade.

Por último passou-se aos outros assuntos, verificando-se uma intervenção de um sócio, que apresentou uma sugestão verbal de forma a minimizar o custo mensal da fatura de energia elétrica da Associação e assim sugeria à Direção a montagem de um telheiro na parada (semelhante ao existente nos bombeiros da Benedita) com uma cobertura revestida em painéis fotovoltaicos, que para além de beneficiar a Associação em matéria de custos no consumo de energia, servia também para proteger as viaturas em serviço diário, das exposições climáticas enquanto parqueadas. Neste sentido o Presidente da Direção José Calado, disse estar pensando colocar sobre as lajes do salão polivalente os ditos painéis, quando se proceder à substituição do amianto que se encontra na cobertura entre lajes, e  que para isso vai recorrer aos fundos comunitários para apoio financeiro da obra.

E não se verificando mais intervenções, o Presidente da mesa deu por encerrada a Assembleia, e apresentou votos de um feliz natal a todos e ás suas famílias e um bom ano novo.        

O secretário da Mesa da Assembleia Geral