Margarida…

Pouco depois da Milene, chegou à família dos BVPN a Margarida Marta, que nasceu na tarde de quinta-feira, 16 de março. E que também é linda! Parabéns Carlos, Magda, Adosinda e Segundo Comandante!

«Mas que bebézinha tão bonitinha!», exclamou Américo Silvestre, o nosso Webmaster, ao ver as fotos da Margarida. O bombeiro Carlos Marta também a achou encantadora, assim que a viu, mas pensou que talvez fosse dos seus olhos de pai, aos 23 anos. Carlos confessa que os outros bebés da maternidade lhe pareceram um bocado «esquisitos»: «Achei que era por ser minha filha que a via de outra forma, mas, pelos vistos, não…» [risos].

A Margarida nasceu às 16h28m do dia 16 de março, no Hospital CUF Descobertas, em Lisboa. Pesava 3,420 Kg e tinha 49 cm de comprimento. E quase obrigava o pai a ter de escolher entre assistir ao seu nascimento ou ao de uma associação local – a Associação “Amigos da Festa Brava de Pinhal Novo” –, de que foi um dos três fundadores, e que tinha a escritura de constituição marcada para as 14 horas dessa mesma tarde, no Cartório Notarial de Palmela. Para o bombeiro, foi uma corrida contra o tempo: «Saí do Notário e ainda cheguei a tempo do parto, mas a médica decidiu, à última hora, que tinha de fazer cesariana e, por ser uma cirurgia, eu já não pude assistir», conta.

Felizmente, tudo acabou em bem. A Margarida Alves Marta, primeira filha do casal Carlos e Magda, veio inaugurar a 3ª geração de uma família de bombeiros: é a primeira neta da bombeira de 2ª Classe Adosinda Queirós e do Segundo Comandante da corporação, e vogal da atual Direção, Francisco Marta.

Muitos Parabéns a todos!

A Editora e o Webmaster agradecem, especialmente, ao Carlos Marta e ao Paulo Costa, por nos honrarem com a partilha das fotos das suas filhas. E, mesmo correndo o risco de transformar isto em qualquer coisa parecida com o site da Maternidade Alfredo da Costa [lol], queremos lembrar que ainda estão para chegar o Daniel Farias e o Gonçalo Castro. Pelo menos…

Fonte: Helena Rodrigues, com Carlos Marta

Mãe Negra em boas mãos

Numa altura em que se anuncia o fecho de maternidades e se discute o transporte de parturientes em ambulância, temos tido a felicidade de as mães de Pinhal Novo se poderem sentir em boas mãos. A última foi uma guineense, às mãos do bombeiro Rui Jorge Silva.

Quando, pelas 05h55m do passado dia 16 de fevereiro, a equipa do INEM dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo chegou à Rua Mouzinho de Albuquerque, foi encontrar a grávida pronta para ser transportada ao hospital, mas já em trabalho de parto. «A senhora entrou em trabalho de parto antes de entrar na ambulância; quando a deitámos, a criança começou logo a nascer», recorda Rui Jorge Silva, o bombeiro e tripulante de ambulância de socorro (TAS) que realizou o parto.

Explicado por ele, com humildade, parece simples assistir um nascimento à porta de casa, dentro de uma ambulância: «Fizemos o parto, cortámos o cordão umbilical, limpámos o bebé [um menino], metemos ao colo da mãe e fizemos o transporte para a unidade hospitalar [Hospital de São Bernardo, em Setúbal]».

Contudo, apesar destes serviços – «ajudar as parturientes nestes momentos lindos», nas palavras dos bombeiros – serem normais, o tripulante Rui Jorge, já experiente nestas situações (este terá sido o seu 11º ou 12º parto, já perdeu um bocado a conta), deparou-se com mais uma dificuldade: é que o seu companheiro de equipa, o bombeiro Sandro Patraquim, nunca tinha presenciado um momento como aquele.

Para ele, foi uma novidade, e, mais tarde, lá conseguiu dizer que «o momento que mais me impressionou foi ter auxiliado o nascimento». Mas, na altura, terá ficado sem palavras e quase sem reação. «O motorista era estreante e ficou todo babado, ficou sem palavras, sem reação na altura para dizer alguma coisa», conta Rui Jorge, sem saber muito bem como explicar a reação do colega. «Eu também não tenho palavras para descrever como ele estava na altura», remata.

Passado o embate do momento, Sandro haveria de voltar ao Hospital de Setúbal e reencontrar a mãe guineense e o seu filho, já em repouso no quarto. E registou, com grande eficácia fotográfica, um quadro de serenidade familiar que é especialmente gratificante para os bombeiros; para agora, e mais tarde, recordar.
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Prelúdio

Pela estrada desce a noite
Mãe-Negra, desce com ela…

Nem buganvílias vermelhas,
nem vestidinhos de folhos,
nem brincadeiras de guizos,
nas suas mãos apertadas.
Só duas lágrimas grossas,
em duas faces cansadas.
Mãe-Negra tem voz de vento,
voz de silêncio batendo
nas folhas do cajueiro…
Tem voz de noite, descendo,
de mansinho, pela estrada…
Que é feito desses meninos
que gostava de embalar?…
Que é feito desses meninos
que ela ajudou a criar?…
Quem ouve agora as histórias
que costumava contar?…
Mãe-Negra não sabe nada…
Mas ai de quem sabe tudo,
como eu sei tudo
Mãe-Negra!…
Os teus meninos cresceram,
e esqueceram as histórias
que costumavas contar…
Muitos partiram p’ra longe,
quem sabe se hão-de voltar!
Só tu ficaste esperando,
mãos cruzadas no regaço,
bem quieta bem calada.
É a tua a voz deste vento,
desta saudade descendo,
de mansinho pela estrada.

(Alda Lara, poetisa angolana, 1951, popularizado na voz de Paulo de Carvalho)

Fonte: Helena Rodrigues, c/ Vasco Marto e Rui Jorge Silva (Texto); Sandro Patraquim (Foto)

Milene…

Escreveu-se aqui que a família dos Bombeiros ia aumentar. Pois já aumentou! A primeira bebé do ano, nos BVPN, foi a Milene, filha do Bombeiro de 1ª Classe Paulo Costa. Muitos Parabéns!

Chama-se Milene Lopes Costa e nasceu na Sexta-feira, 10 de março de 2006, de cesariana, na maternidade do Hospital de S. Bernardo, em Setúbal.

A bebé pesava 4,070 Kg. E, como se pode ver pela imagem, parece suficientemente rechonchudinha para se poder dizer que… sai ao pai!

A Milene é a primeira filha do bombeiro Paulo Costa e da Cláudia (na foto). Aos três desejamos as maiores felicidades.

Entretanto, seis dias depois, na passada Quinta-feira, 16 de Março, nasceu também a menina do bombeiro Carlos Marta. Como constatava o Comandante da corporação, num e-mail dando conta do nascimento da Milene: «A Família dos Bombeiros aumenta substancialmente!».

Muitos Parabéns!

Fonte: HR c/ Fernando Pestana; Fotos gentilmente cedidas pelos pais da Milene

Cabeleira cor-de-laranja procura-se!

Os Bombeiros de Pinhal Novo, em particular a sua fanfarra, até tiveram direito a carro alegórico, no corso de Carnaval deste ano. Mas perdeu-se uma cabeleira cor-de-laranja. Alguém a viu?

No corso da Terça-feira de Carnaval, em Pinhal Novo, dois dos carros alegóricos tinham, diretamente, a ver com os bombeiros.

Senão vejamos: um (na foto) reproduzia a fanfarra da Associação, cujos elementos, como habitualmente, alinharam no desfile; outro (ver foto) era alusivo à «Festa Brava», e representava os bravos forcados da vila que ainda se hão de estrear (boa parte deles são elementos da corporação e aproveitaram a oportunidade de passar pelos milhares de espectadores, para pedir apoios para a fundação do Grupo de Forcados Amadores de Pinhal Novo).

Ainda havia mais bombeiros integrados no desfile – Ver Foto. Mas há um que escapou à objetiva dos fotógrafos (pelo menos dos que, até agora, colaboraram com este sítio). Daí a publicação do seguinte aviso público.

ANÚNCIO

Procura-se
Cabeleira cor-de-laranja (ou seria amarela?)

Pede-se a quem tenha registado – em vídeo, telemóvel ou fotografia – uma figura alta mascarada, exibindo ao peito um cartão de identificação da organização (a cargo dos “Amigos de Baco”), com o nome “Leonel Barradas”, o favor de nos ceder uma imagem.

A figura ostentava uma tira de pano levemente parecida com uma mini-saia, uma mochilazinha às costas e uma bonita cabeleira que, se não era cor-de-laranja, seria amarela.

Em função do perfil do colaborador que nos enviar a imagem (preferencialmente por e-mail), decidir-se-á o tipo de recompensa a atribuir.

Mais fotos de bombeiros integrados no corso carnavalesco 2006 serão muito bem vindas a este sítio.

Apoie e divulgue esta campanha. Obrigada!

Fonte: HR; Foto de Joaquim Castro