Palmela injeta 268 mil euros nos Bombeiros

A Câmara Municipal de Palmela aprovou um reforço no financiamento dos Grupos de Bombeiros Permanentes do concelho, num total de 268 mil euros.

O Executivo Municipal de Palmela aprovou por unanimidade, na reunião pública de 16 de abril, os novos Protocolos de Apoio ao Funcionamento dos Grupos de Bombeiros Permanentes (GBP), entre o município de Palmela e as Associações Humanitárias de Bombeiros do concelho.

Estes acordos contemplam uma comparticipação destinada ao funcionamento dos GBP no valor total de 268.610,70 euros, a ser dividido igualmente entre Associações de Palmela, Pinhal Novo e Águas de Moura, ou seja,  89.536,90 euros para cada corporação, garantindo o funcionamento com um mínimo de oito elementos por associação.

Este reforço surge na sequência da reunião de Câmara de 6 de março, onde já tinham sido aprovados protocolos anteriores e acordada a necessidade de reavaliar e reestruturar o modelo de financiamento, tendo em vista um futuro ajustamento orçamental.

A revisão agora concretizada pretende assegurar maior estabilidade orçamental e dignificar as condições de trabalho dos bombeiros permanentes do concelho.

Os novos protocolos incluem o pagamento da diferença entre os valores já transferidos, relativos ao período entre janeiro e abril, e os montantes agora definidos. 

A remuneração dos elementos dos GBP será atualizada, passando a ter como base o nível 5 da Tabela Remuneratória Única da Administração Pública, acrescida dos encargos com subsídios de alimentação, férias e Natal, bem como das contribuições para a Segurança Social, da responsabilidade das Associações.

Fonte: Diário do Distrito

LIGA DOS BOMBEIROS defende análise ás Equipas de Primeira Intervenção

16 de dezembro,2022

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) considerou hoje que se deve fazer um ponto de situação sobre as Equipas de Intervenção Permanente (EIP) existentes nas corporações de bombeiros.

«A Liga dos Bombeiros Portugueses saúda a constituição de mais 30 EIP no primeiro semestre de 2023, mas recomenda que se faça um ponto de situação e ponderação sobre as existentes, as protocoladas em atividade, ou não, de modo a que se possam apurar e resolver os eventuais constrangimentos», refere a LBP.

O comunicado da LBP surge após o Ministério da Administração Interna (MAI) ter anunciado a constituição de 30 Equipas de Intervenção Permanente, compostas por 150 bombeiros profissionais, elevando o total nacional para 780.  

A LBP avança que atualmente existem 735 protocolos para constituição de EIP, 689 dos quais estão assinados pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), municípios e corporações de bombeiros e 617 iniciaram atividade.

Segundo a LBP, existem 72 EIP que foram autorizadas, mas ainda não estão a funcionar nas corporações de bombeiros.

De acordo com o MAI, com a autorização de hoje, são 226 as EIP autorizadas em 2022 – mais 10 do que as 216 de 2021 – e mais 80 do que as 700 que, em maio, se previam protocolar até final deste ano.

A decisão, segundo MAI, foi tomada em articulação com as Camaras Municipais e as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários envolvidas, devido «seguimento à aposta no reforço contínuo do modelo de resposta profissional permanente a riscos de proteção civil».

As EIP – criadas no âmbito de protocolos entre a ANEPC, as Câmaras Municipais e as Associações Humanitárias de Bombeiros – visam melhorar a eficiência da Proteção Civil e as condições de prevenção e socorro em caso de acidentes ou catástrofes.

As equipas são formadas por cinco bombeiros profissionais, com elevada especialização e competências em áreas diferenciadas para atuarem em diferentes cenários.   

Fonte: LUSA

GOVERNO autoriza mais 30 EQUIPAS de INTERVENÇÃO PERMANENTE

16 de dezembro, 2022

O Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou esta sexta feira, a constituição de 30 Equipas de Intervenção Permanente (EIP), composta por 150 bombeiros profissionais, elevando o total nacional para 780.

Em comunicado o MAI refere que estas 30 novas equipas, compostas por 150 bombeiros profissionais aumenta para 3900 o total desses profissionais.

De acordo com a nota, com esta autorização, são 226 as EIP autorizadas em 2022, mais 10 que as 216 de 2021 e mais 80 do que as 700 que maio, se previam protocolar até final deste ano.

A decisão, segundo o MAI, foi tomada em articulação com as Câmaras Municipais e as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários envolvidas dando, «seguimento à aposta no reforço contínuo ao modelo de resposta profissional permanente a riscos de proteção civil».

As EIP- criadas no âmbito de protocolos entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), as Câmaras Municipais e as Associações de Bombeiros – visam melhorar a eficiência da Proteção Civil e as condições de prevenção e socorro em acidentes e catástrofes.

As equipas são formadas por cinco bombeiros profissionais, com elevada especialização e com competências em áreas diferentes para atuarem em diferentes cenários.

Fonte: Jornal de Notícias, Foto :Arquivo Global Imagens

DECIR 2022 – APOIO TÉCNICO E HUMANO DOS BOMBEIROS DE PINHAL NOVO

De acordo com a informação prestada pelo Comandante Carlos Marta, ficou estabelecido a constituição de duas equipas, um ECIN (equipa de combate a incêndios) e um ELAC (equipa logística de apoio de combate) e duas viaturas ´de apoio técnico para o efeito.

Com o objetivo de reforçar o DECIR 2022 no distrito de Setúbal, no período compreendido entre as 00 horas do dia 15 de maio a 15 de outubro, a vinte e quatro horas diárias.

Neste contexto, e conscientes do exemplo demonstrado em anos antecedentes, a população Pinhalnovense e os Webmasters deste site, congratula-se com a disponibilidade apresentada por estes bravos guerreiros e fazem votos para que este período seja de uma boa operacionalidade, a bem das populações em geral e do país. Obrigado    

Fonte: Fernando Pestana secretário da MAG da AHBPN

Missão cumprida!

O Grupo de Primeira Intervenção (GPI) dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo terminou a sua função em 30 de setembro, último dia da Fase “Bravo” do combate a incêndios. Mas o SNBPC decidiu prolongar a época de incêndios até 15 de outubro.

Trinta bombeiros do distrito de Setúbal – num total de 690 a nível nacional – integram esta fase, batizada como “Charlie”. A Fase “Charlie” começou sob o signo das elevadas temperaturas e do regresso das chamas à região Centro, levando o Serviço Nacional de Bombeiros e Proteção Civil (SNBPC) a mobilizar, esta Segunda-feira, o Veículo de Gestão Estratégica de Operações (VGEO), do Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo, para o concelho de Tábua. Em agosto, a viatura fora já utilizada para apoio à coordenação das operações de combate aos grandes incêndios da Pampilhosa da Serra, Coimbra e Penela.

Esta fase, com a duração de 15 dias, integra, no distrito de Setúbal, um Grupo de Reforço Rápido (GRR) constituído por 6 GPI (num total de 30 bombeiros), distribuídos pelos Corpos de Bombeiros de Sesimbra, Almada, Barreiro, Trafaria, Alcochete e Seixal.

De 1 de julho até 30 de setembro, o Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo integrou a Fase “Bravo” do dispositivo, com cinco elementos afetos ao GPI e ao Grupo de Apoio Permanente (GAP). Estes grupos permanentes estiveram envolvidos em dezenas de operações de combate e vigilância na Área de Atuação Própria do CB (na foto) e no distrito de Setúbal; a situação mais grave em que intervieram ocorreu na Serra da Arrábida (Ler Notícia).

Elevado risco de incêndio justifica prolongamento

No próprio dia do termo da Fase “Bravo”, o SNBPC anunciou a decisão de prolongar a época de prevenção de incêndios até 15 de outubro, devido ao elevado risco de incêndio que se mantém. «O risco continua a ser mais elevado do que costuma ser nestas alturas do ano, tendo em conta o período de seca que o país atravessa», explicou, durante uma conferência de imprensa, o comandante nacional de Operações de Socorro, Gil Martins.

Assim, durante a primeira quinzena de outubro, 449 corpos de bombeiros de todo o país serão reforçados com 690 homens, que contarão com o apoio de 17 meios aéreos: nove helicópteros e oito aviões. No que toca à fiscalização, 150 brigadas vão manter-se no terreno, com 500 elementos para tratar da fiscalização e apuramento das causas dos incêndios.

Ao contrário do que tem acontecido, este ano o período de prevenção foi antecipado 15 dias, tendo começado a 15 de maio com a fase “Alpha”, e prolongado mais 15 dias, com a fase “Charlie”. No entanto, este é, até agora, o segundo pior ano de incêndios verificado no país, só ultrapassado pelo Verão de 2003.

O Ministério da Administração Interna já anunciou, entretanto, que Portugal vai deixar de ter uma época oficial de incêndios florestais, passando a estar o ano inteiro em alerta.

Os números (provisórios)

Segundo os dados oficiais divulgados pela Direção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), desde o início do ano, registaram-se quase 33 mil incêndios, responsáveis pela morte de 18 pessoas – 11 das quais bombeiros – e por uma área ardida de 286.383 hectares.

O último balanço da DGRF, com dados ainda provisórios, indica que até 25 de setembro foram registados 7.214 incêndios florestais e 25.339 fogachos, o que totaliza 32.553 ocorrências. Os maiores valores de área ardida foram registados nos distritos da Coimbra (43.474 hectares), Leiria (33.126), Vila Real (28.790) e Santarém (26.902). O maior número de ocorrências verificou-se nos distritos do Porto (7.101), Braga (4.409) e Aveiro (4.004).

Relativamente aos incêndios com área superior a 100 hectares, encontram-se apurados 273, dos quais 92 apresentam uma área superior a 500 hectares, representando 207.514 hectares de área ardida.

Em 2004, arderam em Portugal cerca de 129.529 hectares de floresta e, em 2003, o pior ano das últimas duas décadas, a área destruída pelo fogo rondou os 425.000 hectares.

«Fogos controlados» e outras medidas de prevenção

A DGRF anunciou também que vai recorrer a fogos controlados nas matas nacionais e perímetros florestais que tutela, como medida de prevenção de incêndios. «É um método que tem sido pouco utilizado, mas que julgo ser importante como medida de prevenção. É uma técnica que já é bem dominada», declarou à agência Lusa o diretor-geral dos Recursos Florestais.

A par desta medida, a DGRF vai promover ações de limpeza, desbastes e intervenções nos caminhos e pontos de água e proceder à reorganização das equipas de sapadores florestais, incentivando a formação e a criação de sinergias geográficas.

A DGRF anunciou ainda que, além do estudo técnico do Plano Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios, estão a ser tomadas medidas para mitigar o efeito dos fogos. «Foi feito um acordo relativo à utilização de madeira de áreas ardidas que envolveu toda a indústria, produtores e empresas florestais e entidades bancárias. O objectivo é que os incêndios não sejam aproveitados para especular em torno do preço da madeira, criando um quadro de transparência para a recolha do material e incentivando boas práticas florestais», sublinhou o diretor-geral.

Fonte: Helena Rodrigues, c/ Agência Lusa; Fotos: Leonel Barradas

Câmara reforça Grupos Permanentes de Bombeiros

Na reunião pública do passado dia 5 de novembro, a Câmara Municipal de Palmela decidiu atribuir às três corporações de bombeiros do concelho um subsídio na ordem dos dez mil Euros, destinado a reforçar com três elementos, pelo período de três meses, os Grupos Permanentes de Bombeiros. De acordo com o Serviço Municipal de Proteção Civil, esta medida tem por objetivo “garantir a segurança no nosso território, sem comprometer o envolvimento solidário e empenhado noutros teatros de operações”.

Esta medida vem reforçar o apoio que é prestado anualmente às corporações de bombeiros de Pinhal Novo, Palmela e Águas de Moura pela Câmara Municipal de Palmela, que comparticipa o funcionamento de um grupo de elementos permanentes em cada corpo de bombeiros, os GPBs (Grupos Permanentes de Bombeiros).

De acordo com a autarquia, o reforço destes grupos com mais três elementos, durante três meses, justifica-se face à época de fogos florestais de 2003, durante a qual “o nosso país foi assolado por uma vaga de incêndios de proporções e de consequências nunca antes vistas”.

“Apesar de o concelho de Palmela ter sido poupado a esta catástrofe, os nossos bombeiros foram sistematicamente requisitados para combater incêndios em outras zonas do país, facto que originou um grande desgaste nos homens e equipamentos envolvidos nestas operações”, considera a Câmara Municipal de Palmela, que teve de convocar a Comissão Especializada de Fogos Florestais para avaliar as condições de resposta do dispositivo de segurança do concelho e as consequências da mobilização de meios locais para as colunas de reforço do combate aos incêndios organizadas pelo Centro Distrital de Operações de Socorro.

Fonte: Helena Rodrigues