Este foi o primeiro parto assistido pelos bombeiros da Moita em 2026. No ano passado, a corporação registou 15 bebés nascidos nas próprias ambulâncias.

Fonte: SIC Notícias

Associação Humanitária de Bombeiros de Pinhal Novo
Para que a história não se apague
A bebé, que nasceu com 3 quilos e 770 gramas, e a mãe “estão bem”, anunciou a corporação.
Já não é novidade para esta corporação. Os Bombeiros Voluntários da Moita voltaram a fazer mais um parto a bordo de uma ambulância. Foi neste sábado, pelas 8h45, que ajudaram a trazer ao mundo a bebé Maimuna, quando efetuavam o transporte da mãe em pleno IC21.
A informação foi publicada na página da corporação no Facebook. “A mãe Cadija Sane e a bebé estão bem, 3 quilos e 770 gramas de gente a quem desejamos toda a felicidade do mundo”, lê-se na publicação.
No parto participou a tripulação composta por “Hugo Almeida, Ana Andrade e Mantas Barkus”.
Fonte: O Setubalense
Desta vez, foi num 1.º andar da Urbanização Quinta do Matos, na Praceta António Ferreira da Costa, que os bombeiros de Pinhal Novo ajudaram mais um bebé a nascer. O parto ocorreu na terça-feira, 18 de maio. A equipa da ambulância do INEM sedeada no quartel dos Bombeiros de Pinhal Novo, constituída pelos bombeiros Rui Jorge Silva e João Daniel Joaquim, foi acionada pelas 11h24, para socorro a uma parturiente, que se encontrava com contrações.
O nascimento do bebé, do sexo masculino, com 3,220 Kg, ocorreu em casa, uma vez que, segundo a avaliação da situação feita pelos bombeiros, não havia condições para transportar a parturiente, em segurança, do 1.º andar até à ambulância e o parto estava iminente. Depois do nascimento do menino, mãe e filho foram, então, transportados para o Hospital de São Bernardo, em Setúbal, ambos de perfeita saúde.
Para João Daniel Joaquim, este foi o primeiro parto assistido em serviço. Pelo contrário, para o socorrista Rui Jorge Silva, estas situações têm sido bastante frequentes, sendo um dos elementos da corporação de Pinhal Novo com mais experiência neste tipo de felizes ocorrências.
Sublinhe-se que os bombeiros têm formação sobre como atuar em casos de parto iminente e que as ambulâncias de socorro dispõem de um “kit de partos” com todo o material necessário para fazer face a estas situações, relativamente comuns no dia-a-dia dos corpos de bombeiros.
Fonte: H.R.
Mais um bebé resolveu nascer às mãos dos bombeiros voluntários de Pinhal Novo, em vez de esperar pela sala de partos do hospital. O parto do Guilherme, na madrugada desta 2ª feira, foi o primeiro assistido pelo bombeiro de 2ª classe Leonel Barradas (na foto). Que aqui também assina a sua primeira notícia!
Na madrugada da passada 2ª feira, dia 10 de dezembro, foi solicitada aos B.V.P.N., pelo C.O.D.U. – INEM, uma ambulância para socorrer uma grávida de 27 anos, que se encontrava em trabalho de parto (na sua residência, na Avenida Capitães de Abril, em Pinhal Novo).
Naquele momento, a viatura do INEM, instalada no Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo, estava em serviço (P.C.R.), encontrando-se no Hospital de São Bernardo, em Setúbal. Por esse motivo, o Chefe de Serviço no quartel fez sair para o local a ambulância de Reserva de INEM (ABCI-02), tripulada por dois T.A.T.’s, tendo, de imediato, informado a viatura do INEM que, por sua vez, também se deslocou para o local, tendo aí chegado cerca de 15 minutos após a primeira ambulância.
À chegada ao local, a vítima já se encontrava em trabalho de parto. A equipa da ambulância INEM (tripulada por dois T.A.S.’s) preparou todo o material necessário para estas situações e não arriscou o transporte, tendo assistido o parto ainda na residência da mãe.
Às 02:45h, nasceu o Guilherme. Foi um parto normal e, apesar do recém-nascido apresentar o cordão umbilical à volta do pescoço e um braço paralelo ao crânio, a equipa resolveu tudo sem problemas e não houve complicações. O Guilherme nasceu como um Super-Homem!
Após terem sido prestados todos os cuidados necessários para a situação, a viatura INEM transportou calmamente o bebé e a mãe para o serviço de Obstetrícia do Hospital de São Bernardo.
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Siglas utilizadas no corpo da notícia:
B.V.P.N. – Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo
C.O.D.U. – Centro de Orientação de Doentes Urgentes
INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica
ABCI – Ambulância de Cuidados Intensivos
P.C.R. – Paragem Cardio-Respiratória
T.A.T. – Tripulante de Ambulância de Transporte
T.A.S. – Tripulante de Ambulância de Socorro
Fonte: Leonel Barradas (Texto); Foto: Direitos Reservados
Na madrugada de 17 de outubro, numa estrada de terra batida, mais uma menina nasceu dentro da ambulância, às mãos dos bombeiros de Pinhal Novo. Uma ocorrência frequente, mas sempre especial para toda a corporação.
«Já sabe da notícia? Ontem à noite, mais uma criança nasceu na ambulância. Já não é a primeira…», conta Rudi Matos, o socorrista que esteve de serviço na ambulância do INEM, em conjunto com o seu colega Rui Jorge Silva, na madrugada desta terça-feira, 17 de outubro.
Os bombeiros saíram do quartel pelas 4:10h, com destino à zona rural da Quinta da Carrasqueira, freguesia do Poceirão. Pouco depois de iniciarem o transporte da parturiente – «Numa estrada de terra batida; eram tantos buracos!» –, a cerca de 500 metros da residência, a mãe sentiu o parto iminente e alertou os socorristas, que tiveram de parar a ambulância.
Em poucos minutos, realizaram o parto de uma menina, o 8º filho daquela mãe, de 35 anos. A bebé nasceu pelas 4:55h, sem complicações, a cerca de 50 minutos do Hospital de São Bernardo, em Setúbal, para onde mãe e filha foram transportadas depois de cumpridos todos os protocolos de atuação nestas situações.
Este foi o terceiro parto assistido por Rudi Matos; o seu colega já ultrapassou a dezena de casos (foi o seu segundo parto deste ano – Ler Notícia). Mais homens de ação do que de palavras, é quase “a ferros” que se lhes consegue “arrancar” as sensações destes momentos. «São tantas [sensações]! Ficamos satisfeitos por ter corrido tudo bem…», lá vai dizendo Rudi. Ambos transmitem a segurança com que a experiência, e a formação de Tripulantes de Ambulância de Socorro (TAS), lhes permite enfrentar estas situações.
Mas estas ocorrências especiais – por muito frequentes que sejam – são partilhadas por toda a corporação, e não apenas pelos operacionais diretamente envolvidos. Foi isso que se notou no rasgado sorriso com que o motorista Nuno Mineiro – por exemplo – deu a notícia de mais este nascimento aos doentes que, como habitualmente, transportou ao longo desse dia. Entre as centenas de serviços de transporte semanalmente assegurados pela corporação, uma ocorrência especialmente feliz como esta foge à rotina e nunca fica só entre as quatro paredes do quartel!
Em Baião: Mulher deu à luz pela 2ª vez numa ambulância e foi assistida pelo mesmo bombeiro
Menos comum será uma mulher dar duas vezes à luz numa ambulância e, em ambos os partos, ser assistida pelo mesmo bombeiro. Foi isso mesmo que aconteceu, já hoje, 19 de outubro, com os Bombeiros de Santa Marinha do Zêzere, Baião.
Segundo informou o Comandante daquela corporação, a mulher, residente em Santa Marinha do Zêzere, dirigiu-se aos Bombeiros para ser transportada de ambulância para o Hospital de Amarante. Contudo, mal entrou na ambulância, e mesmo antes desta se pôr em andamento, entrou em trabalho de parto, acabando por dar à luz uma menina, às 00:00h.
Mãe e filha, ambas bem de saúde, foram depois transportadas para Amarante numa ambulância pré-hospitalar. O mais curioso, neste caso, é que a mãe dera já anteriormente à luz um rapaz dentro de uma ambulância, a caminho de Amarante. E o mesmo bombeiro que a assistira na altura voltou hoje a apoiá-la no parto.
Fonte: HR, c/ Rudi Matos, V. Marto e Lusa (Texto); Foto: L. Neto (Arquivo BVPN)
A família alargada dos BVPN conta com mais um novo elemento, a filha do Afonso, o nosso homem-que-tem-andado-por-Londres. Já conhecem a Fatinha de Sousa, que no dia 5 de maio completa 3 meses.
À distância de um clique. É como têm estado os Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo para o bombeiro Afonso Sousa, desde que decidiu ir tentar a sua sorte para Inglaterra. Mesmo exonerado do Quadro Ativo dos BVPN, por ordem de serviço de 1 de maio de 2005, Afonso nunca deixou de acompanhar a vida da sua corporação, através deste sítio. Aqui sim, pode-se verificar como a Internet veio mesmo permitir a expansão da “aldeia” até uma escala global.
«Amigos, tenho-vos acompanhado aqui de longe graças a esta maravilhosa página», escrevia o Afonso, em 27.03.2004, no livro de visitas. Os testemunhos do nosso bombeiro-emigrante, que foram chegando desde terras de Sua Majestade, são prova desta proximidade de quem está, afinal, fisicamente afastado. Dois anos depois daquela mensagem, ao comentar, no passado dia 27 de março, a notícia do último treino dos seus camaradas na Serra da Arrábida – Ler –, Afonso não resistiu a confessar-se emocionado por poder, assim, matar saudades dos seus tempos de bombeiro. Essas saudades que, no 53º aniversário da Associação, em 1 de maio de 2004, o fizeram aparecer de surpresa no quartel (apesar de não ter podido integrar a formatura por uma peça do seu fardamento já ter ido parar a um dos colegas).
Nascido em 19 de setembro de 1983, Afonso da Conceição Sá de Sousa ingressou no Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo, como Cadete, em 2000. Em 2002, frequentou o curso para promoção ao posto de bombeiro de 3ª classe, recebendo as respetivas divisas durante as cerimónias do 52º aniversário da Associação – Ver Foto.
Não seria, portanto, por o pai estar momentaneamente (esperamos) fora do Corpo Ativo, que deixaríamos de noticiar a chegada da Fatinha de Sousa à família alargada dos BVPN, antes mesmo da Milene, da Margarida e do Daniel. Ela nasceu no passado dia 5 de fevereiro.
Muitos Parabéns, Afonso! E obrigada por nos fazeres ver que, no mundo demasiado conturbado dos bombeiros portugueses, este sítio (ainda) é capaz de valer a pena!
Fonte: Helena Rodrigues com Américo Silvestre e foto gentilmente enviada por Afonso Sousa
Ora aí está o primeiro representante do sexo masculino, na geração BVPN 2006. O Daniel chegou pequenino, porque resolveu nascer na tarde de 30 de março, quando só era esperado lá mais para o fim de Abril. Muitos Parabéns, João e Irene!
Não cabia em si de contente, o bombeiro João Daniel Joaquim, ao dar a novidade de que já é pai do Daniel. «Nasceu ontem [30 de março], às 14h26m, com 2,730 Kg… E eu vi tudo e também ajudei!», contou.
Pai aos 24 anos, o João Daniel (Foto) pôde, assim, experimentar a sensação de acompanhar e auxiliar a mãe do seu filho, a Irene, no trabalho de parto. E já concretizou uma das suas vontades, manifestada há pouco mais de um mês, a este sítio (Ler Notícia). O nosso bombeiro dizia-se desejoso de sentir o bebé nos seus braços «e de ir beber uns canecos com ele»… O primeiro desejo já pode ser satisfeito; o segundo virá a seu tempo.
O Daniel Filipe Cristo Farias é, também, primo da Joana Valente, que completa 2 aninhos no próximo dia 16 de Abril, e cuja chegada à família dos BVPN também foi aqui saudada. O pai do Daniel e a mãe da Joana são irmãos (e muito parecidos), portanto os Parabéns pelo alargamento da família também são extensivos aos tios do Daniel, a Magda Joaquim e o bombeiro Vítor Valente (Conheça). Já só falta referir que as mães do Daniel e da Joana pertencem à fanfarra da corporação (só esperamos não ter baralhado os laços da grande família dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo!).
Em nome de toda a Associação, enviamos ao João Daniel e à Irene (cujo casamento também foi partilhado connosco – Ler Notícia) um grande beijinho de Parabéns. E que tudo corra pelo melhor!
Fonte: Helena R, com foto orgulhosamente enviada pelo pai do Daniel
Pouco depois da Milene, chegou à família dos BVPN a Margarida Marta, que nasceu na tarde de quinta-feira, 16 de março. E que também é linda! Parabéns Carlos, Magda, Adosinda e Segundo Comandante!
«Mas que bebézinha tão bonitinha!», exclamou Américo Silvestre, o nosso Webmaster, ao ver as fotos da Margarida. O bombeiro Carlos Marta também a achou encantadora, assim que a viu, mas pensou que talvez fosse dos seus olhos de pai, aos 23 anos. Carlos confessa que os outros bebés da maternidade lhe pareceram um bocado «esquisitos»: «Achei que era por ser minha filha que a via de outra forma, mas, pelos vistos, não…» [risos].
A Margarida nasceu às 16h28m do dia 16 de março, no Hospital CUF Descobertas, em Lisboa. Pesava 3,420 Kg e tinha 49 cm de comprimento. E quase obrigava o pai a ter de escolher entre assistir ao seu nascimento ou ao de uma associação local – a Associação “Amigos da Festa Brava de Pinhal Novo” –, de que foi um dos três fundadores, e que tinha a escritura de constituição marcada para as 14 horas dessa mesma tarde, no Cartório Notarial de Palmela. Para o bombeiro, foi uma corrida contra o tempo: «Saí do Notário e ainda cheguei a tempo do parto, mas a médica decidiu, à última hora, que tinha de fazer cesariana e, por ser uma cirurgia, eu já não pude assistir», conta.
Felizmente, tudo acabou em bem. A Margarida Alves Marta, primeira filha do casal Carlos e Magda, veio inaugurar a 3ª geração de uma família de bombeiros: é a primeira neta da bombeira de 2ª Classe Adosinda Queirós e do Segundo Comandante da corporação, e vogal da atual Direção, Francisco Marta.
Muitos Parabéns a todos!
A Editora e o Webmaster agradecem, especialmente, ao Carlos Marta e ao Paulo Costa, por nos honrarem com a partilha das fotos das suas filhas. E, mesmo correndo o risco de transformar isto em qualquer coisa parecida com o site da Maternidade Alfredo da Costa [lol], queremos lembrar que ainda estão para chegar o Daniel Farias e o Gonçalo Castro. Pelo menos…
Fonte: Helena Rodrigues, com Carlos Marta
Numa altura em que se anuncia o fecho de maternidades e se discute o transporte de parturientes em ambulância, temos tido a felicidade de as mães de Pinhal Novo se poderem sentir em boas mãos. A última foi uma guineense, às mãos do bombeiro Rui Jorge Silva.
Quando, pelas 05h55m do passado dia 16 de fevereiro, a equipa do INEM dos Bombeiros Voluntários de Pinhal Novo chegou à Rua Mouzinho de Albuquerque, foi encontrar a grávida pronta para ser transportada ao hospital, mas já em trabalho de parto. «A senhora entrou em trabalho de parto antes de entrar na ambulância; quando a deitámos, a criança começou logo a nascer», recorda Rui Jorge Silva, o bombeiro e tripulante de ambulância de socorro (TAS) que realizou o parto.
Explicado por ele, com humildade, parece simples assistir um nascimento à porta de casa, dentro de uma ambulância: «Fizemos o parto, cortámos o cordão umbilical, limpámos o bebé [um menino], metemos ao colo da mãe e fizemos o transporte para a unidade hospitalar [Hospital de São Bernardo, em Setúbal]».
Contudo, apesar destes serviços – «ajudar as parturientes nestes momentos lindos», nas palavras dos bombeiros – serem normais, o tripulante Rui Jorge, já experiente nestas situações (este terá sido o seu 11º ou 12º parto, já perdeu um bocado a conta), deparou-se com mais uma dificuldade: é que o seu companheiro de equipa, o bombeiro Sandro Patraquim, nunca tinha presenciado um momento como aquele.
Para ele, foi uma novidade, e, mais tarde, lá conseguiu dizer que «o momento que mais me impressionou foi ter auxiliado o nascimento». Mas, na altura, terá ficado sem palavras e quase sem reação. «O motorista era estreante e ficou todo babado, ficou sem palavras, sem reação na altura para dizer alguma coisa», conta Rui Jorge, sem saber muito bem como explicar a reação do colega. «Eu também não tenho palavras para descrever como ele estava na altura», remata.
Passado o embate do momento, Sandro haveria de voltar ao Hospital de Setúbal e reencontrar a mãe guineense e o seu filho, já em repouso no quarto. E registou, com grande eficácia fotográfica, um quadro de serenidade familiar que é especialmente gratificante para os bombeiros; para agora, e mais tarde, recordar.
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Prelúdio
Pela estrada desce a noite
Mãe-Negra, desce com ela…
Nem buganvílias vermelhas,
nem vestidinhos de folhos,
nem brincadeiras de guizos,
nas suas mãos apertadas.
Só duas lágrimas grossas,
em duas faces cansadas.
Mãe-Negra tem voz de vento,
voz de silêncio batendo
nas folhas do cajueiro…
Tem voz de noite, descendo,
de mansinho, pela estrada…
Que é feito desses meninos
que gostava de embalar?…
Que é feito desses meninos
que ela ajudou a criar?…
Quem ouve agora as histórias
que costumava contar?…
Mãe-Negra não sabe nada…
Mas ai de quem sabe tudo,
como eu sei tudo
Mãe-Negra!…
Os teus meninos cresceram,
e esqueceram as histórias
que costumavas contar…
Muitos partiram p’ra longe,
quem sabe se hão-de voltar!
Só tu ficaste esperando,
mãos cruzadas no regaço,
bem quieta bem calada.
É a tua a voz deste vento,
desta saudade descendo,
de mansinho pela estrada.
(Alda Lara, poetisa angolana, 1951, popularizado na voz de Paulo de Carvalho)
Fonte: Helena Rodrigues, c/ Vasco Marto e Rui Jorge Silva (Texto); Sandro Patraquim (Foto)
Escreveu-se aqui que a família dos Bombeiros ia aumentar. Pois já aumentou! A primeira bebé do ano, nos BVPN, foi a Milene, filha do Bombeiro de 1ª Classe Paulo Costa. Muitos Parabéns!
Chama-se Milene Lopes Costa e nasceu na Sexta-feira, 10 de março de 2006, de cesariana, na maternidade do Hospital de S. Bernardo, em Setúbal.
A bebé pesava 4,070 Kg. E, como se pode ver pela imagem, parece suficientemente rechonchudinha para se poder dizer que… sai ao pai!
A Milene é a primeira filha do bombeiro Paulo Costa e da Cláudia (na foto). Aos três desejamos as maiores felicidades.
Entretanto, seis dias depois, na passada Quinta-feira, 16 de Março, nasceu também a menina do bombeiro Carlos Marta. Como constatava o Comandante da corporação, num e-mail dando conta do nascimento da Milene: «A Família dos Bombeiros aumenta substancialmente!».
Muitos Parabéns!
Fonte: HR c/ Fernando Pestana; Fotos gentilmente cedidas pelos pais da Milene